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:: ‘Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus’

Deputado federal Bebeto pleiteia investimento para Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus

Participaram da reunião o provedor da Santa Casa Dr. Euzinio Lavigne, a assessora técnica Marleide Dultra, o vereador de Ilhéus Fabricio Nascimento, a secretária de saúde de Ilhéus Elisângela Oliveira e o chefe de Gabinete do Deputado Bebeto, Alisson Gonçalves.

Comprometido com a saúde da população de Ilhéus  e região, o deputado federal Bebeto articulou uma audiência na manhã desta sexta-feira (29), com o secretário estadual de saúde Fabio Villas Boas, com o objetivo de viabilizar recursos financeiros para manutenção dos serviços da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus/Hospital São José, que enfrenta dificuldades financeiras provocadas pelo aumento expressivo do número de atendimentos. Tal dificuldade, levou este importante equipamento de saúde a um déficit de aproximadamente R$ 200 mil reais por mês.

A Região Sul da Bahia, vive a expectativa da inauguração do Hospital da Costa do Cacau, anunciada pelo Governo do Estado para o mês de novembro. Com isso, o atual Hospital Regional Luiz Viana Filho passará a ser uma unidade Materno Infantil, consequentemente, deixando de atender ao público de uma forma geral.

Com este fato, a Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus/Hospital São José será a única Unidade Hospitalar que atenderá de portas abertas procedimentos de média e alta complexidades em Ilhéus e região, o que resultará grande impacto nos atendimentos.  Para evitar um possível colapso na saúde, o deputado federal Bebeto solicitou mais investimentos para o hospital e cobrou o pagamento de valor pré-fixados. Prontamente,  o secretário Fábio Villas Boas se comprometeu em colaborar para a solução do problema.

Participaram da reunião o provedor da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus Dr. Euzinio Lavigne, a assessora técnica Marleide Dultra, o vereador de Ilhéus Fabricio Nascimento, a secretária de saúde de Ilhéus Elisângela Oliveira e o chefe de Gabinete do Deputado Bebeto, Alisson Gonçalves.

Santa Casa de Ilhéus vai reestruturar hotelaria do Hospital São José e da Maternidade Santa Helena

Prefeito com Eusinio Gesteira, secretária municipal da Saúde, Elizângela Oliveira, e o vereador Gil Gomes.

A Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus obteve empréstimo junto à Caixa para investir na reestruturação da hotelaria do Hospital São José e Maternidade Santa Helena e quitar dívidas antigas com fornecedores. Hoje (4), o provedor Eusínio Lavigne garantiu que a operação só foi possível, graças a decisiva participação do prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, e da secretária municipal da Saúde, Elizângela Oliveira.

Os recursos liberados foram obtidos através da linha de crédito “Caixa Hospitais”, destinada às entidades filantrópicas. Como o desconto da prestação será feito na fonte, ou seja, o dinheiro nem passará pelas mãos dos gestores da Santa Casa, por isso era preciso ter uma autorização do prefeito – já que no município a saúde é municipalizada – para a consolidação da operação bancária. “Eles deu a declaração, mostrando o seu perfil de gestor que quer o bem da cidade e de suas instituições”, disse Eusínio.

Ajuda decisiva – Em nota, a direção da Santa Casa elogiou a postura do prefeito Mário Alexandre em permitir o empréstimo para obter recursos para melhorar os serviços médico-hospitalares das duas unidades. De acordo com a direção da Santa Casa, 80 por cento dos leitos do hospital e da maternidade, são disponibilizados para a saúde pública, através do Sistema Único de Saúde (SUS).

Por mês, a Santa Casa realiza, em média, 300 partos, 2.435 atendimentos de Pronto Socorro e 2.796 atendimentos ambulatoriais. São, também, realizadas 418 cirurgias e 718 Pacientes são internados nos seus leitos. “Com a liberação de recursos através do “Caixa Hospitais”, a Santa Casa obteve crédito para continuar prestando serviços de qualidade à população, aproveitando vantagens oferecidas com prazos e taxas especiais”, afirmou Mário Alexandre.

MPT aciona hospitais de Itabuna e Ilhéus por fraudes trabalhistas

mpt-2015

“Não dá para imaginar hospital sem médico”. Com essa afirmação, o procurador do trabalho Ilan Fonseca inicia a ação civil pública que o Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia move contra o Hospital e Maternidade Bartolomeu Chaves, em Ilhéus, por fraude nas relações de trabalho, com contratação de médicos através de empresas. A pejotização, como é chamada a operação ilegal para mascarar uma relação de trabalho, é alvo de outras ações do MPT na região, contra as Santas Casas de Misericórdia de Itabuna e Ilhéus e o Hospital de Base de Itabuna. Em todos os casos, o órgão pede que a Justiça determine o fim dos contratos de trabalho mascarados de contrato de prestação de serviço e, no caso das unidades públicas, a realização de concurso público para substituir os médicos e outros profissionais contratados por meios de pessoas jurídicas.

A procuradora Sofia Vilela, autora da ação contra a Santa Casa de Itabuna, que administra dos hospitais Calixto Midlej Filho, Manoel Novaes e São Lucas, além da Clínica de Radioterapia de Itabuna, informa que “há mais de 25 anos, a Santa Casa vem fraudando direitos sociais fundamentais dos trabalhadores, levando os médicos a constituir pessoas jurídicas, como sócios, com a finalidade de lhes tirar direitos trabalhistas como o reconhecimento do vínculo empregatício, férias anuais remuneradas, 13º salário, jornada de trabalho fixada em lei, recolhimento do FGTS, descanso semanal  remunerado, dentre outros direito.” Ela deu entrada na ação, no último dia 1º de junho, na 3ª Vara do Trabalho de Itabuna.

Para a também procuradora do trabalho Ana Raquel Pacífico, que deu entrada em ação semelhante contra a Santa casa de Misericórdia de Ilhéus, mantenedora do Hospital São José, declara que “a terceirização ilícita praticada pela Santa Casa implica em transferência de atividades próprias a terceiros e este descumprimento reiterado da legislação laboral sem dúvida reflete na qualidade dos serviços por ela prestados.” Ela também aponta indícios de fraudes no valor pago a alguns funcionários. “Tem um funcionário que recebe mais de R$100 mil mensais e outro com salário de R$180 mil em um hospital em que há um histórico de precarização dos serviços prestados, havendo falta de medicamentos e má qualidade no atendimento aos usuários.”

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ANS decreta o fim do plano de saúde Planmil da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou a lista de operadoras de planos de saúde que terão as atividades encerradas por causa de graves problemas econômico-financeiros e administrativos.  Na lista está o Planmil, da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, que vem enfrentado sérios riscos de fechar as portas. Os funcionários estão em greve até a quitação de salários, que chegam a três meses de atraso.

Os usuários do Planmil têm até 60 dias para solicitar a portabilidade especial de carências para outras operadoras.

Este tipo de portabilidade, em vigor desde abril de 2011, possibilita ao usuário mudar para um convênio compatível com o anterior em situações especiais. São permitidas as trocas nos seguintes casos: quando a operadora tem o registro cancelado pela ANS, está em processo de falência ou por causa da morte do titular do plano.

Nessa situação, o consumidor tem algumas vantagens, como trocar de plano de saúde independentemente do mês de aniversário do contrato, fica desobrigado de cumprir a permanência mínima no plano e novas carências e o preço do novo plano deve ser igual ou menor que o antigo.

Irmandade oculta, omissa ou conivente?, por José Lourenço

Artigo de José Lourenço no Jornal Bahia Online

Os dirigentes da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus precisam rapidamente esclarecer à sociedade quem são mesmo “os profissionais médicos de Ilhéus e de outras cidades circunvizinhas” que irão assumir a terceirização da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São José, conforme informaram numa carta-resposta (leia clicando aqui) às minhas críticas enviada aos jornais, sites e blogs desta cidade (leia clicando aqui). Afinal, um serviço tão importante e essencial como este necessita funcionar de forma transparente, em especial numa instituição que tem por finalidade dos seus estatutos a filantropia.

Na mesma oportunidade, também seria de bom alvitre a direção tornar público a que pé ficou a responsabilidade de cada um nesta privatização. Sim, privatização. Ou você, caro leitor, acha que ao assumir um setor de um custo tão alto, um grupo de médicos empresários não vá pensar em faturamento?

Na carta em que tentam responder a alguns dos questionamentos que fiz no artigo anterior, os dirigentes da Santa Casa afirmam que a tarefa de tocar a UTI foi oferecida aos médicos que já atuavam naquele setor vital da instituição. Só “esqueceram” de informar que, para chegar a este grupo que agora irá assumi-la, eles usaram de dois pesos e duas medidas.

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