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:: ‘Rio de Janeiro’

Atos no Brasil e em outros países homenageiam vereadora e pedem punição

Manifestantes se reúnem em São Paulo e pedem justiça pela morte da vereadora Marielle Franco Leonardo Benassatto/Reuters/Direitos Reservados

A morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes na noite de quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, motivou atos em todo o Brasil e em capitais de outros países na quinta-feira (15). Segundo estimativa do PSOL, partido da parlamentar, foram organizadas mais de 20 manifestações no país. Foram realizados atos também em Buenos Aires, Montevidéu, Lisboa, Berlim, Londres, Amsterdã e Nova York.

Rio de Janeiro

No Rio, uma multidão esteve reunida no centro da cidade, na Cinelândia, onde prestaram homenagem à vereadora e ao motorista e cobraram que os responsáveis sejam punidos. Manifestantes acenderam velas na Câmara dos Vereadores e também penduraram faixas com dizeres como: “Marielle Gigante” e “Não nos calarão”.

São Paulo

Milhares de pessoas ocuparam no início da noite de ontem (15) o vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). As seis faixas de rolamento em frente ao prédio do museu foram bloqueadas ao tráfego de carros. Discursos comovidos se alternaram a gritos de palavras de ordem como “Marielle, presente”.

O ato na capital paulista também contou com a participação das percussionistas do instituto cultural Ilú Obá de Min, que tocaram tambores em homenagem a vereadora assassinada. Em seguida, a manifestação seguiu em passeata pelas ruas do centro da capital paulista. :: LEIA MAIS »

Câmara vota nesta segunda decreto da intervenção federal no Rio

Temer durante ato de assinatura da intervenção militar

O plenário da Câmara dos Deputados vota hoje (19) o decreto de intervenção na segurança do Rio de Janeiro anunciado na última sexta-feira pelo governo federal. Uma sessão deliberativa extraordinária foi convocada para as 19h. É a primeira vez que a Câmara analisará uma intervenção federal desde que a Constituição foi promulgada em 1988.

De acordo com a Constituição Federal, apesar de já estar em vigor, a intervenção precisa ser autorizada pelo Congresso Nacional. O regimento interno da Câmara estabelece que esse tipo de matéria deve tramitar em regime de urgência, com preferência na discussão e votação sobre os outros tipos de proposição. A análise de intervenção federal só não passa à frente de declarações de guerra e correlatos.

A matéria deve receber o parecer de um relator membro da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) designado em plenário pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Este parecer é que será submetido à votação em plenário.

Para ser autorizada, a intervenção precisa do voto favorável de metade dos deputados presentes na sessão mais 1, o que corresponde à maioria simples. O decreto também deve ser votado no plenário do Senado Federal. :: LEIA MAIS »

Temer assina decreto que autoriza atuação das Forças Armadas no Rio

Rio de Janeiro (Tomaz Silva/Agência Brasil)

O presidente Michel Temer assinou hoje (28) decreto que autoriza o emprego das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem no Rio de Janeiro.

O decreto, que está publicado em edição extra do Diário Oficial da União, autoriza a permanência dos militares no Rio de hoje até o dia 31 de dezembro. A atuação das Forças Armadas no estado será em apoio às ações do Plano Nacional de Segurança Pública.

Atualmente, o uso das Forças Armadas deve ser autorizado por meio de decreto presidencia, para garantia da lei e da ordem. A Constituição Federal permite que as Forças Armadas, por ordem presidencial, atuem em ações de segurança pública em casos de grave perturbação da ordem e quando o uso das forças convencionais de segurança estiver esgotado.

Violência no Rio

As Forças Armadas vão reforçar a segurança no Rio, que vive um aumento dos casos de violência, assustando a população. Nas últimas semanas, por exemplo, a Linha Vermelha, uma das principais vias da cidade, foi alvo de tiroteios entre policiais e criminosos, obrigando os motoristas a deixar os carros na via e agachar do lado de fora para não ser atingidos.

A violência tem afetado a rotina das escolas na capital fluminense. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, somente neste ano, uma em cada quatro escola teve que fechar durante determinados períodos ou foi forçada a interromper as aulas por causa dos tiroteios ou outros tipos de confrontos.

Garotinho é levado à cadeia: ‘Estão de sacanagem. Querem me matar, porra!’

Foto do Jornal O Globo.

Foto do Jornal O Globo.

Ao ser transferido do hospital para a cadeia, na noite desta quinta-feira (17), Anthony Garotinho (PR-RJ) esperneou e esbravejou. Deitado numa maca, foi carregado por bombeiros, sob a vigilância de agentes federais. Parecia calmo. Transtornou-se ao ser conduzido para o interior da ambulância. Sob refletores e ao som dos protestos da mulher Rosinha e da filha Clarissa, o ex-governador protagonizou a coreografia do medo.

“Vocês estão de sacanagem. Querem me matar, porra!”, vociferou Garotinho, de acordo com reportagem do Globo. Ele lembrou aos bomberios e policiais que, durante o seu governo, grandes traficantes foram enviados para o complexo penitenciário de Bangu. O novo hóspede do presídio soou como se temesse por sua segurança. Garotinho debatia-se com tal vigor que seus movimentos desautorizavam suas palavras: “Me solta, me solta. Eu sou um enfartado”, dizia o preso, submetendo as coronárias de seus condutores a um teste involuntário de esforço.

Numa evidência de que o destino não é tão aleatório quanto parece, Garotinho amanhece nesta sexta-feira no mesmo complexo prisional para onde foi mandado seu ex-aliado e agora arqui-inimigo Sérgio Cabral, recebido sob fogos. A unidade onde estão assentadas as celas destinadas a presos com curso superior, Bangu 8, foi inaugurada, suprema ironia, por Cabral. Se suspeitassem que o futuro seria tão perverso, os dois ex-governadores talvez tivessem desperdiçado um naco de suas agendas para discutir a melhoria das condições carcerárias. ( Blog do Josias)

Sérgio Cabral é preso no Rio em nova fase da Operação Lava Jato

Ex-governador Sérgio Cabral.

Ex-governador Sérgio Cabral.

A Polícia Federa (PF), em ação conjunta com o Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal do Brasil (RFB), deflagraram agora pela manhã (17) a Operação Calicute com o objetivo de investigar o desvio de recursos públicos federais em obras realizadas pelo governo do estado do Rio de Janeiro. O prejuízo estimado é superior a R$ 220 milhões.

A apuração identificou fortes indícios de cartelização de grandes obras executadas com recursos federais mediante o pagamento de propinas a agentes públicos, entre eles, o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, preso em sua residência, no Leblon, bairro zona sul do Rio. Neste momento, policiais federais conduzem o ex-governador para a Superintendência da PF, na Praça Mauá, zona portuária da cidade.

Duzentos e trinta agentes cumprem 38 mandados de busca e apreensão, oito mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisões temporárias e 14 mandados de condução coercitiva expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, além de 14 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba.

A Operação Calicute é resultado de investigação em curso na força-tarefa da Operação Lava jato no Estado do Rio de Janeiro em atuação coordenada com a força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná. O nome da operação é uma referência às tormentas enfrentadas pelo navegador Pedro Álvares Cabral a caminho das Índias.

Ocupação hoteleira de Salvador no carnaval superou a do Rio de Janeiro

Com uma taxa de 89%, a ocupação hoteleira nos circuitos do Carnaval na capital baiana é maior, em números percentuais, que a medida no Rio de Janeiro (87%).

carnaval-saOs números da folia de Salvador foram divulgados  pelo Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de Salvador e Litoral Norte (SHRBS). Já os dados da capital fluminense são da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RJ) e foram divulgadas pelo site especializado Hotelier News.

O vice-presidente da entidade, Silvio Pessoa, afirmou que os hoteleiros baianos adotaram uma estratégia diferente para atrair os hóspedes este ano. “Antes, vendíamos o pacote para os seis dias, hoje estamos dividindo esse formato e fazendo promoção de preços. Além disso, fizemos ações junto a operadoras de turismo e sites que comercializam pacotes de viagem”, ressaltou Pessoa.

A maior média alcançada em Salvador é a do bairro de Ondina, no circuito Dodô, com 99% dos leitos ocupados. No Pelourinho, onde o Carnaval é considerado menos comercial, a taxa é de 80%. ( IG)

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