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:: ‘Polícia Federal’

Moro anuncia Maurício Valeixo como futuro diretor da Polícia Federal

Ministro da Justiça no governo Jair Bolsonaro confirmou nomes da equipe na nova gestão.

O Futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, anunciou nesta terça-feira (20/11) que o delegado Maurício Valeixo será o novo diretor-geral da Polícia Federal (PF) no governo Jair Bolsonaro.

Erika Marena, por sua vez, vai chefiar o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI).

“Seria um tolo se não aproveitasse [as pessoas que trabalharam na Lava Jato]”, disse Moro.

Ilhéus: PF combate organizações criminosas especializadas em fraudes a licitações

Foto ilustrativa.

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 06/11, simultaneamente as Operações Sombra e Escuridão e Elymas Magus, objetivando desarticular duas organizações criminosas especializadas em fraudes a licitações e desvio de recursos públicos, que atuavam em diversos municípios da região sul da Bahia.

Estão sendo cumpridos 13 mandados de prisão preventiva e 50 mandados de busca em diversas cidades baianas, dentre as quais Aurelino Leal, Camamu, Ibirapitanga, Igrapiúna, Ilhéus, Itabela, Itabuna, Ituberá, Santo Antônio de Jesus, Ubaitaba e Ubatã. Cerca de 115 policiais federais e mais 24 auditores da Controladoria Geral da União participam da ação.

Segundo informações, neste momento agentes federais estão no Palácio Paranaguá, antiga sede administrativa  da prefeitura de Ilhéus, onde hoje funciona a secretaria da Fazenda Municipal.

As investigações referentes à Operação Sombra e Escuridão tiveram início há pouco mais de um ano, a partir de suspeitas envolvendo os sócios de duas empresas sediadas em Igrapiúna, que, não obstante haverem participado de licitações e recebido vultosos pagamentos de diversos municípios – em contratos de obras, locação de veículos e transporte escolar – eram também beneficiários do programa Bolsa Família, do Governo Federal. Logo se constatou tratar-se de organização criminosa bem estruturada, que operava com pelo menos quatro empresas constituídas em nome de laranjas, com a finalidade de fraudar licitações.

Por meio dos levantamentos realizados, com o apoio do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia – TCM/BA e também da Controladoria Geral da União – CGU, foi possível comprovar que essas empresas não possuíam a mínima capacidade para a execução dos serviços e obras contratadas, os quais eram terceirizados mediante a cobrança de um percentual sobre o valor pago pelas prefeituras. Muitas dessas obras não foram concluídas, a exemplo de creches, unidades básicas de saúde e quadras de esportes.

Foi possível identificar, também, que uma outra organização criminosa, com liderança e integrantes diversos, agia em conluio com a primeira, para, da mesma forma, fraudar licitações em prefeituras do interior do Estado. Tal descoberta deu origem à segunda operação, Elymas Magus, na qual se verificou que essa outra organização atuava de forma a tumultuar os processos licitatórios, ora participando dos certames para exigir propina das empresas concorrentes para que desistisse, ora fazendo ajustes prévios e combinações para vencer as licitações e posteriormente abandonar os contratos.

Conforme apurado pela CGU, os valores repassados pelas prefeituras às empresas investigadas, entre 2015 e 2017, chegam a R$ 34 milhões.

Os investigados responderão pelos crimes participação em organização criminosa, fraude a licitação, falsidade ideológica, corrupção passiva e corrupção ativa.

A Operação Sombra e Escuridão foi assim batizada em uma alusão aos leões de Tsavo, os quais teriam aterrorizado os operários de uma ferrovia que estava sendo construída na região de mesmo nome, no Quênia, atrasando sobremaneira a conclusão da obra e, por conseguinte, o desenvolvimento de toda a região.

Elymas Magus, por sua vez, significa feiticeiro em latim e foi escolhido porque o líder da organização criminosa agia como um ilusionista, fraudando licitações e tumultuando os processos com a utilização de pelo menos dez empresas.

Auditores fiscais do trabalho resgatam trabalhador em condições análogas a escravo na rodovia Ilhéus-Itabuna

Foto divulgação MPT/Bahia.

Uma operação realizada por auditores fiscais do trabalho, com o apoio da Polícia Federal, resgatou ontem (16) à tarde um trabalhador em condições análogas a escravo em uma garagem de ônibus pertencente à empresa Campo Verde, localizada dentro de uma propriedade rural, de mesmo dono, na rodovia entre os municípios de Ilhéus e Itabuna.

A partir de uma denúncia registrada na Gerência do Trabalho em Ilhéus, auditores fiscais do trabalho realizaram a inspeção no local e constataram que o trabalhador estava alojado em uma casa ao lado da garagem sem condições de habitação. No local não havia água para consumo ou higiene pessoal. O trabalhador tinha que drenar a água da chuva através de uma calha no telhado da casa tanto para o consumo como para o banho diário. Quando não havia água suficiente, o mesmo recorria ao rio que passava pela propriedade. :: LEIA MAIS »

Lava Jato devolve R$ 1 bi histórico para a Petrobrás

O Ministério Público Federal no Paraná realiza nesta quinta, 9, às 10h, uma nova rodada de devolução de recursos para a Petrobrás, recuperados por meio de acordos de delação premiada e de leniência celebrados na Operação Lava Jato. Será um valor recorde já devolvido em uma investigação criminal no País, R$ 1,034 bilhão.

O Ministério Público Federal no Paraná realiza nesta quinta, 9, às 10h, uma nova rodada de devolução de recursos para a Petrobrás, recuperados por meio de acordos de delação premiada e de leniência celebrados na Operação Lava Jato. Será um valor recorde já devolvido em uma investigação criminal no País, R$ 1,034 bilhão.

A primeira devolução ocorreu no dia 11 de maio de 2015, quando, na sede da Procuradoria-Geral da República, foram devolvidos à estatal R$ 157 milhões recuperados por meio de acordo de colaboração celebrado com o ex-gerente da área de Serviços da Petrobrás Pedro Barusco. :: LEIA MAIS »

‘Famosos’ da Federal desistem de candidaturas nas eleições deste ano

O agente da PF Lucas Valença, que escoltou o deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ) durante sua condução para a prisão, foi batizado de ‘Hipster da Federal’.

Nomes que ganharam notoriedade em operações desistiram de disputar as eleições de 2018. Newton Ishii, o “japonês da Federal”, e Lucas Valença, o “hipster da Federal”, tornaram-se conhecidos por conduzir condenados da Lava Jato e chegaram a ensaiar a entrada para a política, mas não devem se candidatar.

“Eu acho que esse negócio de política não é pra mim”, disse Valença, que chamou atenção durante a prisão do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), em outubro de 2016. Com coque e uma longa barba, o agente causou frisson nas redes sociais, onde ganhou o apelido de “lenhador”.

Depois da fama repentina, Valença se filiou ao Novo e cogitou concorrer a uma vaga na Câmara. Hoje, no entanto, afirmou que não colocará o plano em ação, mas não descartou uma candidatura no futuro. “Não fecho as portas para nenhuma opção”, disse. :: LEIA MAIS »

PF mira fraude em registros sindicais e faz buscas na Câmara dos Deputados

Em nota, a PF informou que cerca de 320 policiais federais estão cumprindo 64 mandados de busca e apreensão, 8 mandados de prisão preventiva e 15 mandados de prisão temporária, além de outras medidas cautelares. Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal e estão sendo cumpridos no Distrito Federal, São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais.

“Após cerca de um ano, as investigações revelaram um amplo esquema de corrupção dentro da Secretaria de Relações de Trabalho do Ministério do Trabalho, com suspeita de envolvimento de servidores públicos, lobistas, advogados, dirigentes de centrais sindicais e parlamentares”, informa a nota da PF.

Entre os alvos da operação estão os gabinetes dos deputados federais Paulinho da Força (PDT-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB).

PF prende envolvidos em assalto violento em Eunápolis

A Polícia Federal deflagrou hoje (28/5) a Operação Costa do Descobrimento, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação relativa a assalto a uma empresa de transporte de valores em Eunápolis, extremo sul da Bahia, ocorrido em março deste ano.

Policiais federais dão cumprimento a cinco mandados de busca e apreensão, nas cidades de Osasco/SP e São Paulo/SP, e dois mandados de prisão temporária, além de bloqueio de valores em contas bancárias, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal de Eunápolis/BA.

Durante as investigações, a Polícia Federal descobriu que o assalto foi organizado por um consórcio das facções criminosas MPA – Mercado do Povo Atitude e PCC – Primeiro Comando da Capital, já tendo sido identificados e localizados, com o apoio das Polícias Militares de São Paulo e da Bahia, alguns dos participantes daquela ação.

Na madrugada do dia 6/3/2018, um grupo grande de criminosos fortemente armados invadiu a cidade de Eunápolis em onze automóveis e uma motocicleta, na tentativa de roubar a base de uma empresa de transporte de valores localizada no centro da cidade.

Durante a ação criminosa, foram bloqueadas as entradas dos batalhões da Polícia Militar, com a utilização de veículos furtados. Eles foram incendiados em frente aos portões de entrada das unidades, de forma a impedir a saída das viaturas.

O centro de Eunápolis foi sitiado pelo grupo criminoso, que disparou vários tiros de fuzil para intimidar a população e a polícia. A ação causou o óbito do segurança da empresa alvo dos criminosos. Ele foi atingido com a rajada de tiros de fuzil direcionados para o portão de acesso à empresa.

Os alvos dos mandados de prisão são do Estado de São Paulo e foram até Eunápolis com o objetivo de alugar, com a utilização de documento falso, um galpão que foi utilizado como base do grupo criminoso no dia do assalto.

Também com nomes falsos, estas mesmas pessoas constituíram empresas em São Paulo e abriram contas bancárias para a movimentação de valores oriundos da atividade criminosa.

Os investigados irão responder pelos crimes de participação em organização criminosa, latrocínio, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

Empresário diz ser dono dos R$ 51 milhões achados no bunker de Geddel

51 milhões apreendidos pela Polícia Federal na Operação Tesouro Perdido.

Os substantivos próprios Carmerino e Polocal dizem algo ao leitor? Se você for de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, as chances de ter ouvido falar desses dois nomes até existem. Mas, ainda que bastante marcantes e incomuns, os vocábulos são praticamente desconhecidos na cidade do Polo Petroquímico. “Nunca ouvi falar”, foi a resposta que mais ouvimos de dezenas de moradores.

Carmerino Conceição de Souza é o nome do empresário que afirma ser dono dos R$ 51 milhões encontrados em um apartamento ligado à família do ex-ministro Geddel Vieira Lima, conforme antecipou a Coluna Satélite, do CORREIO, na última sexta-feira (18).

O empresário Carmerino de Souza afirma que Geddel Vieira Lima deu fim não a R$ 51 milhões, mas a R$ 65 milhões que um dos seus sócios teria entregue a um funcionário da Caixa, quando o ex-ministro ainda era vice-presidente do banco. Leia matéria completa do Correio da Bahia clicando aqui.

Brasil: Fraudes põem em risco aposentadoria de servidores de 200 cidades

A aposentadoria de servidores de até 200 municípios brasileiros pode estar em risco. A estimativa é do próprio Ministério da Previdência, a partir de investigações que vêm sendo realizadas pela Polícia Federal desde 2013.

Somente a mais recente operação da PF relacionada ao tema – a Encilhamento, deflagrada no último mês de abril – identificou irregularidades em 28 institutos de Previdência de Estados e municípios.

Ao longo dos últimos cinco anos, a PF conseguiu mapear o modelo de ação do esquema, que envolve gestoras financeiras e, em certos casos, as próprias prefeituras.

As investigações se referem aos regimes próprios de Previdência municipais, que são chamados de RPPS. Dos 5.570 municípios brasileiros, 2.089 mantêm esses programas de aposentadoria. Cada cidade nomeia um administrador para buscar a melhor forma de investir o dinheiro do servidor.

Nas prefeituras envolvidas em fraudes, os valores são repassados a empresas de fachada, que investem em títulos podres. O administrador, em troca de comissão, esconde a real situação do investimento.

O subsecretário dos Regimes Próprios de Previdência Social do Ministério da Previdência, Narlon Gutierre, disse que os RPPS concentram hoje um total R$ 254 bilhões. Deste valor, cerca de R$ 140 bilhões estão investidos em aplicações de renda fixa – o alvo das fraudes.

*Matéria completa leia Revista Exame.

Empreiteira confirma repasse de milhões a Aécio via Alexandre Accioly

Aécio Neves.

O acionista da Andrade Gutierrez, Sérgio Andrade, confirmou em depoimento à Polícia Federal na terça-feira (17) que um contrato de R$ 35 milhões firmado em 2010 entre a empreiteira e uma empresa de Alexandre Accioly tinha como objetivo repassar recursos ao senador tucano Aécio Neves (PSDB-MG).

O executivo é o segundo a reforçar as suspeitas dos investigadores de que o pagamento era propina. Há cerca de seis meses, o colaborador Flávio Barra revelou que o repasse a Accioly, compadre e apontado como operador de Aécio, era referente a uma sociedade que nunca existiu de fato.

A Polícia Federal sustenta que o contrato era fachada para que o tucano ajudasse as empreiteiras a participarem da construção da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia. Sérgio Andrade também confirmou o acerto feito entre a empreiteira mineira e a Odebrecht, citado na delação premiada de executivos do grupo baiano, entre eles o ex-presidente e herdeiro da companhia Marcelo Odebrecht.

Marcelo relatou a combinação de um pagamento de R$ 50 milhões a Aécio, sendo que R$ 30 milhões seriam repassados pela Odebrecht e R$ 20 pela Andrade Gutierrez.

Influência no setor elétrico

De acordo com Marcelo, o objetivo dos pagamentos a Aécio era influenciar decisões da Companhia Elétrica de Minas Gerais (Cemig) — estatal de energia mineira — e Furnas — estatal federal — a favor da empreiteira baiana e da Andrade Gutierrez. Cemig e Furnas são sócias de Santo Antônio. O pedido de pagamento teria sido feito durante encontro de Aécio e Odebrecht em Belo Horizonte. Em seu depoimento, Sergio Andrade disse não ter conhecimento das contrapartidas para o pagamento mencionadas por Odebrecht, mas mencionou que a contribuição foi um repasse por meio de caixa dois.

Continue lendo no Jornal Valor.

Concurso da Polícia Federal abrirá 500 vagas para cinco carreiras

Imagem Ilustrativa.

O diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, autorizou a realização de concurso público para 500 vagas para as cinco carreiras policiais. De acordo com o órgão, o edital de abertura das inscrições, previsto para ser publicado em até seis meses, informará que para todos os cargos será necessário diploma de curso superior.

A portaria prevendo as novas vagas foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (20). Serão 150 vagas para o cargo de delegado; 60 para o cargo de perito criminal federal; 80 para escrivão; 30 para papiloscopista e 180 para agente de polícia federal.

Sérgio Moro acaba de dar prazo de 24 horas para Lula se apresentar à Polícia Federal

Sergio Moro deu 24 horas pra Luka se apresentar na PR.

O juiz federal Sérgio Moro determinou nesta quinta-feira (5) a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em duas instâncias da Justiça no caso do triplex em Guarujá (SP).

A pena definida pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) é de 12 anos e 1 mês de prisão, com início em regime fechado.

Moro pediu para que Lula se apresente voluntariamente à Polícia Federal em Curitiba até as 17h desta sexta-feira (6).

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