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:: ‘Petrobras’

Sergio Moro afirma que R$ 16 milhões do caso do triplex vão para Petrobras

O juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba, esclareceu, nesta terça-feira, que os R$ 16 milhões da suposta conta da empreiteira OAS com o Partido dos Trabalhadores, objeto na ação do triplex do Guarujá que condenou o ex-presidente Lula a nove anos e seis meses de prisão serão destinado aos cofres da Petrobras. Moro respondeu a embargos de declaração da estatal que pedia esclarecimentos sobre o destino dos valores.

“Pelo exposto na sentença, restou claro que houve acerto de corrupção envolvendo contratos da Petrobras, sendo ela a vítima. Assim, tanto o produto do confisco criminal como o valor mínimo para a reparação dos danos são devidos à Petrobrás. Embora a ver do Juízo isso estava implícito na sentença, não há óbice em deixá-lo explícito”, afirmou o magistrado.

Moro afirma que R$ 16 milhões do caso do triplex vão para Petrobras – Reprodução

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Petrobras reduz em 2% preço da gasolina nas refinarias

A Petrobras reduziu o preço da gasolina vendida nas suas refinarias às distribuidoras em 2% e do diesel, em 1,7%. O reajuste entra em vigor amanhã (11). O anúncio foi feito no site da companhia. Esse é o quinto reajuste, neste mês, para os dois produtos. Houve reduções em quatro deles, sendo as maiores no dia 1º, quando os preços para a gasolina tiveram redução de 5,9% e os de diesel, de 4,8%. A única alta no período foi no dia 4 de julho, de 1,8% para a gasolina e 2,7% para o diesel.

As alterações em julho foram anunciadas após a empresa divulgar, no dia 30 de junho, a revisão da política de preços do diesel e da gasolina comercializados em suas refinarias. Segundo a empresa, era para aumentar a frequência de ajustes nos preços, que passou a vigorar no dia 3 de julho.

Com isso, a área técnica de marketing e comercialização da companhia passou a ter competência para fazer ajustes nos preços, a qualquer momento, inclusive diariamente, desde que os reajustes acumulados por produto estejam, na média Brasil, dentro de uma faixa determinada de -7% a 7%, respeitando a margem estabelecida pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP). Reajustes fora desta faixa precisam ser autorizados pelo grupo. :: LEIA MAIS »

Petrobras reduz preço do gás de cozinha em 4,5%

A Petrobras reduziu em 4,5%, em média, os preços do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, para uso residencial envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 kg (GLP P-13). O reajuste entra em vigor à meia-noite. O último reajuste para o gás de cozinha foi anunciado há menos de um mês, no dia 8 de junho. De acordo com a estatal, a alteração não se aplica ao GLP destinado ao uso industrial e comercial.

A Petrobras informou que, como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor e vai depender de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores.

O ajuste foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Pelos cálculos da companhia, caso seja repassado integralmente ao consumidor, o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reduzido, em média, em 1,5% ou cerca de R$ 0,88 por botijão. Isso ocorrerá se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos. :: LEIA MAIS »

Petrobras reajusta preço do diesel em 2,7% e da gasolina em 1,8% nas refinarias

Três dias depois de ter reduzido o preço da gasolina e do diesel nas refinarias, a Petrobras anunciou ontem (3) aumento nos preços dos dois produtos. O diesel subiu 2,7% e a gasolina, 1,8%. Os aumentos valem a partir desta terça-feira (4).

A estatal não informou quanto o reajuste nas refinarias poderá impactar no preço final ao consumidor. Isso porque o preço nas bombas depende de outros integrantes da cadeia de combustíveis, como distribuidoras e postos.

Na última sexta-feira (30), a empresa havia anunciado redução de 4,8% no preço do diesel e de 5,9% no da gasolina nas refinarias. A nova política de preços da companhia prevê aumento da frequência de ajustes, que poderão ocorrer diariamente. Segundo a estatal, a medida “permitirá maior aderência dos preços do mercado doméstico ao mercado internacional no curto prazo e possibilitará à companhia competir de maneira mais ágil e eficiente”.

Nova Fase da Lava Jato investiga fraudes financeiras na Petrobras

A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (26) a 41ª fase da Operação Lava Jato, chamada de Poço Seco, que tem como alvo operações financeiras feitas a partir da aquisição pela Petrobras de direitos de exploração de petróleo no Benin, no oeste África.

De acordo com as investigações, as operações financeiras tinham como objetivo de disponibilizar recursos para o pagamento de vantagens indevidas ao ex-gerente da área de negócios internacionais da empresa.

A PF informou ainda que está cumprido oito mandados de busca e apreensão, um de prisão preventiva, um mandado de prisão temporária e três de condução coercitiva nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal. Os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas, lavagem de dinheiro dentre outros.

O nome da operação, Poço Seco, é uma referência aos resultados negativos do investimento realizado pela Petrobras na aquisição de direitos de exploração de poços de petróleo no Benin.

PF deflagra operação contra fraudes no Centro de Pesquisa da Petrobrás

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A Polícia Federal deflagrou a Operação Abismo, 31ª fase da Lava Jato, nesta segunda-feira, 4. A ação, que tem apoio da Receita, cumpre 23 mandados de busca e apreensão e 1 de prisão preventiva, 4 custódias temporárias e 7 conduções coercitivas – quando o investigado é levado para depor e liberado – em São Paulo, no Rio e em Brasília.

O alvo principal é o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, que já está preso, contra quem a Abismo expediu um mandado de prisão preventiva. Paulo Ferreira foi capturado na Operação Custo Brasil, que mirou o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento/Governo Lula).

Cerca de 110 Policiais Federais e aproximadamente 20 servidores da Receita Federal estão cumprindo as determinações judiciais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

A investigação central desta fase da Operação Lava Jato tem o objetivo de apurar a fraude ao processo licitatório, o pagamento de valores indevidos a servidores da Petrobrás e o repasse de recursos a partido político em virtude do sucesso obtido por empresas privadas em contratações específicas como, por exemplo, o projeto de reforma do Cenpes – Centro de Pesquisas da Petrobrás – na Ilha do Fundão na cidade do Rio de Janeiro.

O nome Abismo é uma referência utilizada para a identificação desta nova fase da operação policial e remete, dentre outros aspectos, às tecnologias de exploração de gás e petróleo em águas profundas desenvolvidas no Cenpes, mas também à localização das instalações (Ilha do Fundão) e a demonstração que esquemas como estes identificados levaram a empresa aos recantos mais profundos da corrupção e da malversação do dinheiro público. ( Estadão)

Cerveró diz em delação premiada que Dilma mentiu sobre compra de Pasadena

Estadão Conteúdo

Segundo ex-diretor da Petrobras, Dilma tinha conhecimento sobre cláusulas que encareceram a compra da refinaria.

Segundo ex-diretor da Petrobras, Dilma tinha conhecimento sobre cláusulas que encareceram a compra da refinaria.

O ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró afirmou em sua delação premiada que no polêmico capítulo da compra da Refinaria de Pasadena, no Texas – negócio que teria provocado prejuízo de US$ 1 bilhão à Petrobras, em 2006 – “comissões internas (da estatal petrolífera) objetivavam apenas eximir de responsabilidade o Conselho de Administração e, especialmente, Dilma Rousseff”.

Segundo Cerveró, em certa ocasião a então presidente da Petrobras Graça Foster lhe teria dito que estava ali “para defender a Dilma”.

As informações de Cerveró sobre Pasadena, Dilma e Graça estão no Termo de Colaboração número 6, que prestou dia 7 de dezembro – apenas 12 dias depois da prisão do então senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS). O delator foi o pivô da cassação de Delcídio.

O Termo 6 é dedicado à aquisição da Refinaria de petróleo nos Estados Unidos. O delator fez o depoimento a dois delegados da Polícia Federal e dois procuradores da República.

Cerveró apontou que os membros do Conselho de Administração da Petrobras “tinham consciência das cláusulas put aption e marlin” que encareceram o negócio para a estatal e obrigaram a compra da outra metade da refinaria da sócia belga Astra Oil.

“Que não corresponde à realidade a afirmativa de Dilma Rousseff de que somente aprovou a aquisição porque não sabia dessas cláusulas”, afirmou Cerveró. :: LEIA MAIS »

Nova fase da Lava Jato investiga ex-assessor do PP

joao-claudio-genuA Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira a Operação Repescagem. Estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva e dois mandados de prisão temporária nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro e Recife.

Os mandados foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba em investigação de crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e  corrupção passiva e ativa envolvendo verbas desviadas da Petrobras.

Há um mandado de prisão preventiva contra o ex-assessor de José Janene (ex-PP, morto em 2010) João Claudio Genu. Janene foi um dos mentores do esquema de loteamento político na Petrobrás. :: LEIA MAIS »

Lava Jato: Vice-governador João Leão presta depoimento na PF em Brasília

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse "triste" e "surpreso" ao ver seu nome citado.

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse “triste” e “surpreso” ao ver seu nome citado.

O vice-governador da Bahia João Leão presta depoimento na tarde desta terça-feira (9), em Brasília. Ele é um dos políticos citados na lista do Supremo Tribunal Federal (STF), em inquérito relativo à Operação Lava Jato. A informação foi divulgada pelo repórter Wladimir Neto, da GloboNews.

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse “triste” e “surpreso” ao ver seu nome citado. “Tenho a mais absoluta certeza de que a verdade vai aparecer e todos os fatos serão esclarecidos de forma transparente. De que cabeça erguida, com o apoio dos amigos, da família e do povo, continuarei trabalhando em defesa da Bahia e do Brasil”, disse.

Ele chegou a dizer também, em nota enviada à Folha de S. Paulo, que estava “cagando e andando na cabeça desses cornos todos”. O político do PP se referia às pessoas que o citaram durante as investigações.

João Leão é um dos quatro baianos na lista de investigados na Lava Jato, divulgada na sexta-feira (6). Além dele também foram citados o ex-ministro e conselheiro do Tribunal de Contas do Município (TCM) Mário Negromonte, o ex-deputado Luiz Argôlo e o deputado do PP Roberto Britto.

O vice-governador foi citado em delações premiadas durante a investigação da Polícia Federal, que apura esquema de corrupção na Petrobras. Na época, Leão era deputado federal. Na mesma petição, estão os nomes de Argôlo, hoje no Solidariedade, e de Negromonte, que também era deputado federal pelo PP. ( Correio da Bahia)

Câmara Federal visita estaleiro na Bahia e pressiona governo pelo retorno da obra

Foto divulgação.

Foto divulgação.

A comissão do Trabalho, Administração e Serviços Públicos (CTASP), da Câmara dos Deputados, fez uma inspeção oficial nesta sexta-feira (22) no canteiro de obras do Estaleiro Paraguaçu, em Maragojipe, considerado o maior investimento privado da Bahia nos últimos anos, mas está totalmente paralisado, devido à crise política e administrativa na Petrobras. Na visita, a comitiva percorreu o espaço do empreendimento, que em seu período de pico na obra chegou a gerar 7 mil empregos diretos, e interferiu significativamente na realidade social e econômica do Recôncavo baiano.

Após a visita, a comissão, que é presidida pelo deputado federal paraibano Benjamin Maranhão (SDD) e na Bahia é coordenada pelo deputado Bebeto Galvão (PSB), realizou uma audiência pública na cidade de Salinas da Margarida, onde foram debatidos os impactos causados com as demissões em massa no empreendimento. E o foco central da diligência é reunir o máximo de detalhes sobre a situação do empreendimento para exigir do governo federal o retorno das atividades. “Esse não é um empreendimento que interessa apenas os acionistas das empresas. O estaleiro é uma conquista da Bahia, portanto a bancada baiana no congresso precisa endurecer o jogo contra o governo até que a solução seja garantida. Não podemos admitir que o maior empreendimento da Bahia se transforme no mais assustador elefante branco da história”, afirma Bebeto.

Durante a audiência, o deputado Bebeto, membro titular da comissão, listou as alternativas possíveis para garantir o retorno das atividades. “Basta que seja cumprido o que foi prometido. É preciso que o governo autorize o empréstimo através do Fundo da Marinha Mercante, que é específico para a estruturação de estaleiros, e esse investimento já foi inclusive aprovado, basta cumprir. Além disso, é necessário que a Petrobrás reafirme seu compromisso para garantir os contratos, pois essa postura de não se posicionar só tem fomentado a insegurança econômica. A Patrobras precisa sair da posição de gato acuado”, declara o deputado Bebeto.

A comitiva teve ainda as presenças do deputado federal Jorge Solla (PT), membro da comissão de Fiscalização e Controle, dos deputados estaduais Fabíola Mansur (PSB), Luciano Simões Filho, além dos prefeitos da região, como Jorginho Castelucci, de Salinas, Duda Macedo, de São Felix,  Vera de Maragojipe e Arandas, de Jaguaripe.

PF deflagra 13ª fase da Operação Lava Jato

foto divulgação

Foto divulgação

A Polícia Federal desencadeou na manhã de hoje, 21, a 13ª Fase da Operação Lava Jato, que tem por objetivo apurar fatos criminosos atribuídos a 2 operadores financeiros que atuavam juntos a contratos firmados por empreiteiras com a Petrobras.

Cerca de 16 policiais federais cumpriram 06 mandados judiciais, sendo 4 de busca e apreensão (1 no município de Itanhandu/MG; 1 no Rio de Janeiro e 2 em São Paulo), 1 de condução coercitiva ( São Paulo) e 1 de prisão preventiva (São Paulo).

 O preso em São paulo é Milton Pascowitch, apontado como operador da empreiteira Engevix em contrato da Petrobras.

A Força -Tarefa da Lava Jato investiga as ligações de Pascowitch com o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e com o ex= ministro da Casa Civil José Dirceu. A empresa de consultoria de Pascowitch,a Jamp, fez pagamentos de R$ 1,4 milhão à firma  de consultoria de Dirceu, em 2011 e 2012.

O preso será trazido para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba/PR onde permanecerá à disposição da Justiça Federal.

“Viúva” desconfia que ex-deputado mensaleiro José Janene esteja vivo

José Janene.

José Janene.

Não falta mais nada para incrementar o enredo do pior escândalo de corrupção da historia do Brasil.

A CPI da Petrobrás na Câmara vai pedir a exumação do corpo do ex-deputado José Janene (PP-PR), por suspeita de que ele ainda está vivo. Os deputados receberam informações de que Janene estaria atualmente na América Central.

Segundo informações do colunista Lauro Jardim, ao conversarem com Stael Fernanda Janene, viúva de José Janene, sobre sua convocação para depor na CPI da Petrobras, deputados do PMDB foram surpreendidos pelo o que ouviram. A viúva revelou a eles suspeitar de que não seja viúva e de que José Janene esteja vivo. Segundo ela, Janene teria apenas fugido para escapar do mensalão e de outros escândalos.

Janene foi citado pelo ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, como um dos operadores do esquema de corrupção na petroleira e também era um dos réus no mensalão.

O parlamentar morreu em 14 de setembro de 2010 aos 55 anos, em São Paulo.  Segundo o Instituto do Coração informou na época, Janene estava inscrito em fila de espera para transplante de coração havia três meses.

 

TSE quer ouvir Costa e Youssef em ação para anular eleição de Dilma

Do G1

A ação aponta que campanhas do PT teriam sido financiadas com dinheiro de corrupção, o que tornaria a eleição de Dilma "ilegítima".

A ação aponta que campanhas do PT teriam sido financiadas com dinheiro de corrupção, o que tornaria a eleição de Dilma “ilegítima”.

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro João Otávio Noronha, aceitou um pedido do PSDB para ouvir o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef numa ação que pretende anular a eleição da presidente Dilma Rousseff.

A ação, de dezembro do ano passado, busca declarar a petista inelegível e empossar em seu lugar o senador Aécio Neves, segundo colocado na disputa eleitoral do ano passado.

Os depoimentos ainda não têm data marcada e deverão ser autorizados pelo juiz Sergio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato.

Paulo Roberto e Youssef são delatores do esquema de corrupção na Petrobras e citaram Dilma em seus depoimentos. Paulo Roberto Costa chegou a dizer que recebeu de Youssef pedido do ex-ministro Antonio Palocci para conseguir R$ 2 milhões para a campanha eleitoral da petista em 2010; o doleiro, no entanto, disse, em seu depoimento, que tal informação não era verdadeira.

A ação aponta que campanhas do PT teriam sido financiadas com dinheiro de corrupção, o que tornaria a eleição de Dilma “ilegítima”. A peça, no entanto, se refere às eleições do ano passado e não à de 2010, mencionada por Paulo Roberto na Lava Jato.

O pedido para ouvir Paulo Roberto e Youssef foi feito pelo próprio PSDB para produção de provas na ação. Inicialmente, o ministro João Otávio Noronha negou o pedido, mas depois, ao analisar recurso do partido, reconsiderou.

Em seu despacho, ele disse que o objetivo é “a coleta das informações de que tiverem conhecimento sobre os fatos noticiados na peça inaugural, bem como de outros esclarecimentos de que dispuserem capazes de influir na decisão deste processo”.

A decisão determina a expedição de uma carta ao juiz Sergio Moro, que conduz os processos da Lava Jato na Justiça Federal em Curitiba, para pedir uma audiência com Paulo Roberto (que está em prisão domiciliar em sua casa no Rio de Janeiro) e Youssef (preso preventivamente na carceragem da Polícia Federal no Paraná). Em geral, os depoimentos são tomados por um juiz auxiliar da Justiça Eleitoral. Leia a matéria completa clicando AQUI

Vaccari é preso em São Paulo em nova etapa da Operação Lava Jato

O tesoureiro do PT João Vaccari Neto na CPI da Petrobras. Foto revista Exame.

O tesoureiro do PT João Vaccari Neto na CPI da Petrobras. Foto revista Exame.

A Polícia Federal (PF) em São Paulo prendeu hoje (15) o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que será levado para Curitiba. A prisão ocorreu durante a 12ª etapa da Operação Lava Jato.

Vaccari é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, com base em depoimentos de delatores da operação. Eles afirmam que o tesoureiro intermediou doações de propina em contratos com fornecedores da Petrobras e que o dinheiro foi usado para financiar campanhas políticas.

Vaccari foi detido em casa. Segundo a PF, haverá entrevista coletiva às 10h em Curitiba para falar sobre a prisão. (Agência Brasil)

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