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:: ‘Operação Lava Jato’

PF grava telefonema de Lula com um diretor preso da Odebrecht

luiz-inacio-lula-da-silvaA Polícia Federal citou o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos autos da Operação Lava Jato sobre a empreiteira Odebrecht. Em relatório final de interceptação telefônica da Operação Erga Omnes, 14ª fase da Lava Jato, a PF informa ao juiz federal Sérgio Moro que o ex-presidente conversou com o executivo Alexandrino de Salles Ramos Alencar, da empreiteira Odebrecht no dia 15 de junho de 2015. Quatro dias depois do telefonema, Alexandrino Alencar foi preso com o presidente da maior empreiteira do País, Marcelo Bahia Odebrecht.

Segundo o relatório, Lula estaria preocupado com ‘assuntos do BNDES’. A PF não grampeou o ex-presidente. Os investigadores monitoravam os contatos do executivo, por isso a conversa foi gravada. :: LEIA MAIS »

Polícia Federal prende José Dirceu em Brasília

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O ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, está sob investigação por suposto recebimento de propinas.

O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil do governo Lula) foi preso pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira, 3, em Brasília.  Dirceu é alvo de prisão preventiva decretada pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações penais da Operação Lava Jato.

O ex- ministro está sob investigação por suposto recebimento de propinas disfarçadas na forma de consultorias, por meio de sua empresa, a JD Assessoria e Consultoria, já desativada. Dirceu será transferido ainda hoje para Curitiba, sede da Lava Jato.

Dirceu cumpria prisão domiciliar por sua condenação no processo do mensalão.

Informações Estadão / Blog Fausto Macedo

PF cumpre mandados em Ilhéus referente a inquéritos da Lava Jato

foto divulgação

Foto divulgação.

A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal deflagrou hoje, 14, a Operação Politéia* que tem como objetivo o cumprimento de 53 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, referentes a seis processos instaurados a partir de provas obtidas na Operação Lava Jato.

Segundo informações colhidas pelo Blog Agravo, ao menos quatro mandados foram realizados no município de Ilhéus, e os alvos tem ligações com a construtora UTC/Constran.

Os mandados, que foram expedidos pelos ministros Teori Zawascki, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski, estão sendo cumpridos além da Bahia (11) e Distrito Federal (12), também nos estados de Pernambuco (8), Alagoas (7), Santa Catarina (5), Rio de Janeiro (5) e São Paulo (5). Cerca de 250 policiais federais participam da ação.

As buscas ocorrem na residência de investigados, em seus endereços funcionais, sedes de empresas, em escritórios de advocacia e órgãos públicos.

As medidas decorrem de representações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal nas investigações que tramitam no Supremo. Elas têm como objetivo principal evitar que provas importantes sejam destruídas pelos investigados.

Foram autorizadas apreensões de bens que possivelmente foram adquiridos pela prática criminosa.

Os investigados, na medida de suas participações, respondem a crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, fraude a licitação, organização criminosa, entre outros.

Luiz Argôlo continuará preso

Ex-deputado federal Baiano, Luiz Argolo vai continua atrás das grades.

Ex-deputado federal Baiano, Luiz Argôlo vai continua atrás das grades.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou, por unanimidade, pedido de habeas corpus apresentado pelo ex-deputado federal Luiz Argôlo, um dos ex-parlamentares presos na Operação Lava Jato por suspeitas de envolvimento no petrolão. Acusado dos crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, ele é réu em uma ação penal que será julgada pelo juiz Sergio Moro. De acordo com a acusação, Argôlo atuava com Alberto Youssef em uma espécie de “sociedade para o crime”, recebendo propina e favores do doleiro, que chegou a pagar o aluguel de um helicóptero para o ex-deputado. “Alberto Youssef teria pagado propina a João Luiz Correia Argôlo dos Santos em interesse próprio e em razão da função por ele então ocupada, buscando obter atos do deputado em seu favor na realização de negócios, como interferência para obtenção de financiamentos em instituições financeiras oficiais”, relatou o juiz Moro no despacho em que aceitou a denúncia contra o político.

Informações da Revista Veja /Laryssa Borges

Juízes Federais declaram apoio a Sérgio Moro, da Lava Jato

Juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato. Foto: Gil/ Estadão

Juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato. Foto: Gil/ Estadão

Os juízes federais saíram em defesa pública de seu colega mais notório, Sérgio Moro, da Operação Lava Jato. Em nota divulgada nesta terça-feira, 23, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) – mais influente entidade da toga federal – manifestou ‘total apoio’ a Moro, titular da 13.ª Vara Federal de Curitiba (PR), base da Lava Jato.

Moro tem recebido sucessivas críticas, principalmente de empreiteiras e de advogados dos executivos capturados na Operação Erga Omnes, nova fase da Lava Jato. Advogados atribuem ‘abusos’ e ‘excessos’ à Lava Jato.

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Empreiteiros da Lava Jato chamavam Lula de ‘brahma’

Estadão Conteúdo

lulaMensagens trocadas entre o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e executivos do grupo interceptadas pela Operação Lava Jato revelam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era tratado pelos executivos pela alcunha de “Brahma”. Os investigadores identificaram que “Brahma” era uma referência ao ex-presidente ao cruzarem informações do diálogo com a agenda do petista. Numa das conversas entre Leo Pinheiro e um executivo da OAS eles dizem que “Brahma poderia fazer uma palestra no dia 26/11″ sobre o tema Brasil/Chile. Na mesma data, a agenda de Lula marcava um evento em Santiago, no Chile.

Relatório de inteligência ressalta que os interlocutores adotavam cautela “no sentido de não mencionar expressamente, em alguns casos, nomes e assuntos tratados, optando pela utilização de apelidos e siglas.” Numa das trocas de mensagens, os executivos fazem comparações entre a presidente Dilma Rousseff e Lula. Sobre Dilma, dizem: “A senhora não leva jeito, discurso fraco, confuso e desarticulado. Falta carisma”. Por isso, Lula era o interlocutor preferido do empreiteiro.

O ex-presidente Lula não é investigado na Lava Jato. O nome dele apareceu nas mensagens da OAS e numa planilha de pagamentos da Camargo Corrêa. A empreiteira, investigada por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobrás, repassou entre doação e repasse ao Instituto Lula e à empresa de palestras do ex-presidente R$ 4,5 milhões. O Instituto e a empresa do ex-presidente negam irregularidades nos repasses, afirma que eles não tiveram relações com questões eleitorais nem com a Petrobrás e afirmae que foram referentes a serviços prestados e declarados. Léo Pinheiro, por sua vez, é réu na Lava Jato acusado de atuar no núcleo empresarial do esquema que cartelizava licitações de obras da estatal e pagava propina para diretores da petrolífera indicados por partidos da base do governo – PMDB, PP e o PT.

Polícia Federal dá início à 14ª fase da Operação Lava Jato

lavjato

Imagem.

Agentes da Polícia Federal (PF) cumprem desde cedo 38 mandados de busca e apreensão, nove mandados de condução coercitiva, oito mandados de prisão preventiva e quatro mandados de prisão temporária em quatro estados.

Batizada de Operação Erga Omnes, esta é a 14ª fase da Operação Lava Jato, que investiga crimes de formação de cartel, fraude a licitações, corrupção, desvio de verbas públicas e lavagem de dinheiro, entre outros, com foco em duas grandes empreiteiras.

O dono e presidente da construtora Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques Azevedo, estão entre os presos.

Marcelo Odebrecht foi preso em casa, em São Paulo, e será levado por agentes da PF para Curitiba, no Paraná.

Lava Jato: Vice-governador João Leão presta depoimento na PF em Brasília

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse "triste" e "surpreso" ao ver seu nome citado.

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse “triste” e “surpreso” ao ver seu nome citado.

O vice-governador da Bahia João Leão presta depoimento na tarde desta terça-feira (9), em Brasília. Ele é um dos políticos citados na lista do Supremo Tribunal Federal (STF), em inquérito relativo à Operação Lava Jato. A informação foi divulgada pelo repórter Wladimir Neto, da GloboNews.

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse “triste” e “surpreso” ao ver seu nome citado. “Tenho a mais absoluta certeza de que a verdade vai aparecer e todos os fatos serão esclarecidos de forma transparente. De que cabeça erguida, com o apoio dos amigos, da família e do povo, continuarei trabalhando em defesa da Bahia e do Brasil”, disse.

Ele chegou a dizer também, em nota enviada à Folha de S. Paulo, que estava “cagando e andando na cabeça desses cornos todos”. O político do PP se referia às pessoas que o citaram durante as investigações.

João Leão é um dos quatro baianos na lista de investigados na Lava Jato, divulgada na sexta-feira (6). Além dele também foram citados o ex-ministro e conselheiro do Tribunal de Contas do Município (TCM) Mário Negromonte, o ex-deputado Luiz Argôlo e o deputado do PP Roberto Britto.

O vice-governador foi citado em delações premiadas durante a investigação da Polícia Federal, que apura esquema de corrupção na Petrobras. Na época, Leão era deputado federal. Na mesma petição, estão os nomes de Argôlo, hoje no Solidariedade, e de Negromonte, que também era deputado federal pelo PP. ( Correio da Bahia)

Rodrigo Janot tolheu investigação da PF, diz delegado do Lava Jato

delegado federal Eduardo Mauat da Silva acusou o procurador -geral da República, Rodrigo Janot, de "Tolhe a investigação" da operação em Brasília.

Delegado federal, Eduardo Mauat da Silva, acusou o procurador -geral da República, Rodrigo Janot, de “Tolhe a investigação” da operação da Lava Jato.

O delegado federal Eduardo Mauat da Silva, que integra a força -tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, reforçou a queda de braço entre a Polícia Federal e o Ministério Público, e acusou o procurador -geral da República, Rodrigo Janot, de “Tolhe a investigação” da operação em Brasília.

“Houve, por parte do doutor Janot, uma iniciativa de tolher as investigações da polícia federal. E nós queremos que ele explique à sociedade o porque disso”, afirmou Mauat nesta sexta(17), durante uma entrevista coletiva sobre a autonomia da PF, em Curitiba.

Pouco depois, delegado foi ainda mais direto. Ao se perguntado se o governo federal estaria trabalhando para minar as investigações, já que há petistas entre os investigados, disse: “Não sei. Vamos esperar os próximos meses. Mas, se quiserem, estarão no caminho certo”.

Segundo o delegado , há cerca de dois meses,policiais que trabalham na Lava Jato estão sem receber com regularidade as diárias para pagarem custos com alimentação e estadia. Dos 30 policiais que trabalham na operação , cerca de 60% vieram transferidos, e não tem residência em Curitiba.

“Os policiais estão tirando dinheiro do bolso”,afirmou Mauat.”Você pode matar uma operação à míngua se tirar os recursos dela.”

Informações da Folha de São Paulo.

Vaccari é preso em São Paulo em nova etapa da Operação Lava Jato

O tesoureiro do PT João Vaccari Neto na CPI da Petrobras. Foto revista Exame.

O tesoureiro do PT João Vaccari Neto na CPI da Petrobras. Foto revista Exame.

A Polícia Federal (PF) em São Paulo prendeu hoje (15) o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que será levado para Curitiba. A prisão ocorreu durante a 12ª etapa da Operação Lava Jato.

Vaccari é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, com base em depoimentos de delatores da operação. Eles afirmam que o tesoureiro intermediou doações de propina em contratos com fornecedores da Petrobras e que o dinheiro foi usado para financiar campanhas políticas.

Vaccari foi detido em casa. Segundo a PF, haverá entrevista coletiva às 10h em Curitiba para falar sobre a prisão. (Agência Brasil)

A prisão de Luiz Argolô deixa cúpula do PP Baiano de cabelo em pé

Prisão de Argolô preocupa Jabes Ribeiro.

Prisão de Argolô preocupa o secretário do PP e prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro.

Certamente o aprofundamento das investigações e a prisão de Luiz Argolo tem deixado pepistas da Bahia de cabelos em pé.

Mário Negromonte, com a morte de José Janene, assumiu o comando nacional do PP no congresso, sendo o responsável pela manutenção de Paulo Roberto Costa, na Diretoria de Abastecimento da Petrobrás durante o Governo Lula.

O PP elegeu em 2010, 4 deputados federais, dentre eles Luiz Argolo que saiu do partido em 2013, rumo ao Solidariedade em função das divergências, com o hoje conselheiro do tribunal de contas do estado Mario Negromonte.

O poder de liderança de Mário era tão forte, que o mesmo conseguiu assumir o Ministério das Cidades no primeiro governo Dilma, sendo apeado da função pouco mais de 1 ano, depois em função das denúncias de corrupção envolvendo a pasta.

No Sul da Bahia, o secretário geral do PP , Jabes Ribeiro, tem se queixado que anda preocupado com a possível delação premiada de Luiz, uma vez que cabia a Jabes a operação dos recursos de campanha, pode colocar toda cúpula pepistas em apuros, uma vez que toda engrenagem interna ficará exposta para a justiça federal.

Em 2014, o Blog Agravo divulgou com exclusividade a doação de campanha de campanha vindas da UTC/Constran, envolvida no escândalo da Petrobrás, ao prefeito Jabes Ribeiro e ao comitê financeiro do PP regional. (Clique aqui para ler a matéria)

Todas as candidaturas do PP recebiam recursos carreados pela articulação nacional, liderada por Mário Negromonte, que se afastou das funções partidárias para assumir o cargo de conselheiro do tribunal de contas, mas não se afastou das atividades políticas, uma vez que usou o cargo nas últimas eleições, para captar lideranças entre os gestores submetidos ao controle do TCM para eleger seu filho Mario Junior, que também tem sua esposa como procuradora do ministério público eleitoral, em tese com o papel de fiscalizar a atuação e cumprimento da legislação por parte dos conselheiros

Mario, inclusive na saída de Luiz no PP se queixava nos bastidores que Youssef se afastou dele e se aproximou de Luiz Argolo.

E agora Jabes?

PF deflagra nova etapa da Lava Jato; Luiz Argolo é preso

O ex- deputado baiano Luiz Argolô foi preso hoje pela Polícia Federal na nova fase da operação Lava Jato.

O ex- deputado baiano Luiz Argolô foi preso hoje pela Polícia Federal na nova fase da operação Lava Jato.

Os ex-deputados André Vargas, Luiz Argolô e o ex-parlamentar já condenado no mensalão e atualmente cumprindo pena no regime semiaberto,Pedro Corrêa (PP-CE), foram presos na manhã desta sexta-feira, 10, em Londrina (PR) na nova etapa da operação Lava Jato denominada “A Origem”, deflagrada nesta manhã.

Ao todo, cerca de 80 Policiais Federais cumprem 32 mandados judiciais: sete mandados de prisão, nove mandados de condução coercitiva e 16 mandados de busca e apreensão nos Estados do Paraná, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.

Nesta etapa, estão sendo investigados os crimes de organização criminosa, formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva, fraude em licitações, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e tráfico de influência envolvendo três grupos de ex-agentes políticos.

A investigação vai além da Petrobrás e também abrange desvios de recursos ocorridos em outros órgãos públicos federais, segundo divulgou a PF. Também foi decretado o sequestro de um imóvel de alto padrão na cidade de Londrina, onde o doleiro Alberto Youssef começou sua atuação.

Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba/PR onde permanecerão à disposição da Justiça Federal. (Estadão)

PMDB acusa Planalto de interferir nas investigações

Os peemedebista Renan Calheiros  e Eduardo Cunha acusam o governo.

Os peemedebista Renan Calheiros e Eduardo Cunha acusam o governo.

O comando peemedebista partiu para o ataque contra o governo federal e atribuiu interferência do Planalto na elaboração da lista de 34 parlamentares que serão investigados pelo Supremo Tribuna Federal a pedido da Procuradoria-Geral da República.

De acordo com a Folha de S. Paulo, quando confrontados com o fato de petistas ligados à Dilma, como Antonio Palocci, aparecerem na listas, os peemedebistas alegam que naturalmente aliados do governo seriam listados, para não configurar perseguição pura.

Para a legenda, os inquéritos vão se arrastar no tempo e a presidente, ao poucos, entrará mais no foco da crise.  O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi citado na peça da procuradoria como integrante do “núcleo político” de uma quadrilha formada para desviar recursos da estatal; o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi acusado pelo doleiro Alberto Yousseff de recebe propina por um contrato com a petroleira.

Quatro baianos estão em lista de investigados da Lava Jato

Leão, Negromonte e Argôlo estão em lista.Leão foi citado em delações premiadas durante a investigação da Polícia Federal.

Leão, Negromonte e Argôlo estão em lista. Leão foi citado em delações premiadas durante a investigação da Polícia Federal.

O vice-governador da Bahia, João Leão (PP), o ex-ministro e conselheiro do Tribunal de Contas do Município (TCM) Mário Negromonte , ex-deputado Luiz Argôlo e o deputado federal Roberto Brito (PP) estão na lista divulgada nesta sexta-feira (6) de investigados da Operação Lava Jato.

Leão foi citado em delações premiadas durante a investigação da Polícia Federal, que apura esquema de corrupção na Petrobras. Na época, Leão era deputado federal. Na mesma petição, estão os nomes de Argôlo, hoje no Solidariedade, Negromonte, que também era deputado federal pelo PP, e Roberto Brito, deputado federal também do PP .

Veja lista completa dos investigados com cargo e partido político de cada clicando AQUI.

Atualizado às 00:30

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