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:: ‘Operação Lava Jato’

Juízes Federais declaram apoio a Sérgio Moro, da Lava Jato

Juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato. Foto: Gil/ Estadão

Juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato. Foto: Gil/ Estadão

Os juízes federais saíram em defesa pública de seu colega mais notório, Sérgio Moro, da Operação Lava Jato. Em nota divulgada nesta terça-feira, 23, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) – mais influente entidade da toga federal – manifestou ‘total apoio’ a Moro, titular da 13.ª Vara Federal de Curitiba (PR), base da Lava Jato.

Moro tem recebido sucessivas críticas, principalmente de empreiteiras e de advogados dos executivos capturados na Operação Erga Omnes, nova fase da Lava Jato. Advogados atribuem ‘abusos’ e ‘excessos’ à Lava Jato.

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Empreiteiros da Lava Jato chamavam Lula de ‘brahma’

Estadão Conteúdo

lulaMensagens trocadas entre o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e executivos do grupo interceptadas pela Operação Lava Jato revelam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era tratado pelos executivos pela alcunha de “Brahma”. Os investigadores identificaram que “Brahma” era uma referência ao ex-presidente ao cruzarem informações do diálogo com a agenda do petista. Numa das conversas entre Leo Pinheiro e um executivo da OAS eles dizem que “Brahma poderia fazer uma palestra no dia 26/11″ sobre o tema Brasil/Chile. Na mesma data, a agenda de Lula marcava um evento em Santiago, no Chile.

Relatório de inteligência ressalta que os interlocutores adotavam cautela “no sentido de não mencionar expressamente, em alguns casos, nomes e assuntos tratados, optando pela utilização de apelidos e siglas.” Numa das trocas de mensagens, os executivos fazem comparações entre a presidente Dilma Rousseff e Lula. Sobre Dilma, dizem: “A senhora não leva jeito, discurso fraco, confuso e desarticulado. Falta carisma”. Por isso, Lula era o interlocutor preferido do empreiteiro.

O ex-presidente Lula não é investigado na Lava Jato. O nome dele apareceu nas mensagens da OAS e numa planilha de pagamentos da Camargo Corrêa. A empreiteira, investigada por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobrás, repassou entre doação e repasse ao Instituto Lula e à empresa de palestras do ex-presidente R$ 4,5 milhões. O Instituto e a empresa do ex-presidente negam irregularidades nos repasses, afirma que eles não tiveram relações com questões eleitorais nem com a Petrobrás e afirmae que foram referentes a serviços prestados e declarados. Léo Pinheiro, por sua vez, é réu na Lava Jato acusado de atuar no núcleo empresarial do esquema que cartelizava licitações de obras da estatal e pagava propina para diretores da petrolífera indicados por partidos da base do governo – PMDB, PP e o PT.

Polícia Federal dá início à 14ª fase da Operação Lava Jato

lavjato

Imagem.

Agentes da Polícia Federal (PF) cumprem desde cedo 38 mandados de busca e apreensão, nove mandados de condução coercitiva, oito mandados de prisão preventiva e quatro mandados de prisão temporária em quatro estados.

Batizada de Operação Erga Omnes, esta é a 14ª fase da Operação Lava Jato, que investiga crimes de formação de cartel, fraude a licitações, corrupção, desvio de verbas públicas e lavagem de dinheiro, entre outros, com foco em duas grandes empreiteiras.

O dono e presidente da construtora Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques Azevedo, estão entre os presos.

Marcelo Odebrecht foi preso em casa, em São Paulo, e será levado por agentes da PF para Curitiba, no Paraná.

Lava Jato: Vice-governador João Leão presta depoimento na PF em Brasília

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse "triste" e "surpreso" ao ver seu nome citado.

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse “triste” e “surpreso” ao ver seu nome citado.

O vice-governador da Bahia João Leão presta depoimento na tarde desta terça-feira (9), em Brasília. Ele é um dos políticos citados na lista do Supremo Tribunal Federal (STF), em inquérito relativo à Operação Lava Jato. A informação foi divulgada pelo repórter Wladimir Neto, da GloboNews.

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse “triste” e “surpreso” ao ver seu nome citado. “Tenho a mais absoluta certeza de que a verdade vai aparecer e todos os fatos serão esclarecidos de forma transparente. De que cabeça erguida, com o apoio dos amigos, da família e do povo, continuarei trabalhando em defesa da Bahia e do Brasil”, disse.

Ele chegou a dizer também, em nota enviada à Folha de S. Paulo, que estava “cagando e andando na cabeça desses cornos todos”. O político do PP se referia às pessoas que o citaram durante as investigações.

João Leão é um dos quatro baianos na lista de investigados na Lava Jato, divulgada na sexta-feira (6). Além dele também foram citados o ex-ministro e conselheiro do Tribunal de Contas do Município (TCM) Mário Negromonte, o ex-deputado Luiz Argôlo e o deputado do PP Roberto Britto.

O vice-governador foi citado em delações premiadas durante a investigação da Polícia Federal, que apura esquema de corrupção na Petrobras. Na época, Leão era deputado federal. Na mesma petição, estão os nomes de Argôlo, hoje no Solidariedade, e de Negromonte, que também era deputado federal pelo PP. ( Correio da Bahia)

Rodrigo Janot tolheu investigação da PF, diz delegado do Lava Jato

delegado federal Eduardo Mauat da Silva acusou o procurador -geral da República, Rodrigo Janot, de "Tolhe a investigação" da operação em Brasília.

Delegado federal, Eduardo Mauat da Silva, acusou o procurador -geral da República, Rodrigo Janot, de “Tolhe a investigação” da operação da Lava Jato.

O delegado federal Eduardo Mauat da Silva, que integra a força -tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, reforçou a queda de braço entre a Polícia Federal e o Ministério Público, e acusou o procurador -geral da República, Rodrigo Janot, de “Tolhe a investigação” da operação em Brasília.

“Houve, por parte do doutor Janot, uma iniciativa de tolher as investigações da polícia federal. E nós queremos que ele explique à sociedade o porque disso”, afirmou Mauat nesta sexta(17), durante uma entrevista coletiva sobre a autonomia da PF, em Curitiba.

Pouco depois, delegado foi ainda mais direto. Ao se perguntado se o governo federal estaria trabalhando para minar as investigações, já que há petistas entre os investigados, disse: “Não sei. Vamos esperar os próximos meses. Mas, se quiserem, estarão no caminho certo”.

Segundo o delegado , há cerca de dois meses,policiais que trabalham na Lava Jato estão sem receber com regularidade as diárias para pagarem custos com alimentação e estadia. Dos 30 policiais que trabalham na operação , cerca de 60% vieram transferidos, e não tem residência em Curitiba.

“Os policiais estão tirando dinheiro do bolso”,afirmou Mauat.”Você pode matar uma operação à míngua se tirar os recursos dela.”

Informações da Folha de São Paulo.

Vaccari é preso em São Paulo em nova etapa da Operação Lava Jato

O tesoureiro do PT João Vaccari Neto na CPI da Petrobras. Foto revista Exame.

O tesoureiro do PT João Vaccari Neto na CPI da Petrobras. Foto revista Exame.

A Polícia Federal (PF) em São Paulo prendeu hoje (15) o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que será levado para Curitiba. A prisão ocorreu durante a 12ª etapa da Operação Lava Jato.

Vaccari é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, com base em depoimentos de delatores da operação. Eles afirmam que o tesoureiro intermediou doações de propina em contratos com fornecedores da Petrobras e que o dinheiro foi usado para financiar campanhas políticas.

Vaccari foi detido em casa. Segundo a PF, haverá entrevista coletiva às 10h em Curitiba para falar sobre a prisão. (Agência Brasil)

A prisão de Luiz Argolô deixa cúpula do PP Baiano de cabelo em pé

Prisão de Argolô preocupa Jabes Ribeiro.

Prisão de Argolô preocupa o secretário do PP e prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro.

Certamente o aprofundamento das investigações e a prisão de Luiz Argolo tem deixado pepistas da Bahia de cabelos em pé.

Mário Negromonte, com a morte de José Janene, assumiu o comando nacional do PP no congresso, sendo o responsável pela manutenção de Paulo Roberto Costa, na Diretoria de Abastecimento da Petrobrás durante o Governo Lula.

O PP elegeu em 2010, 4 deputados federais, dentre eles Luiz Argolo que saiu do partido em 2013, rumo ao Solidariedade em função das divergências, com o hoje conselheiro do tribunal de contas do estado Mario Negromonte.

O poder de liderança de Mário era tão forte, que o mesmo conseguiu assumir o Ministério das Cidades no primeiro governo Dilma, sendo apeado da função pouco mais de 1 ano, depois em função das denúncias de corrupção envolvendo a pasta.

No Sul da Bahia, o secretário geral do PP , Jabes Ribeiro, tem se queixado que anda preocupado com a possível delação premiada de Luiz, uma vez que cabia a Jabes a operação dos recursos de campanha, pode colocar toda cúpula pepistas em apuros, uma vez que toda engrenagem interna ficará exposta para a justiça federal.

Em 2014, o Blog Agravo divulgou com exclusividade a doação de campanha de campanha vindas da UTC/Constran, envolvida no escândalo da Petrobrás, ao prefeito Jabes Ribeiro e ao comitê financeiro do PP regional. (Clique aqui para ler a matéria)

Todas as candidaturas do PP recebiam recursos carreados pela articulação nacional, liderada por Mário Negromonte, que se afastou das funções partidárias para assumir o cargo de conselheiro do tribunal de contas, mas não se afastou das atividades políticas, uma vez que usou o cargo nas últimas eleições, para captar lideranças entre os gestores submetidos ao controle do TCM para eleger seu filho Mario Junior, que também tem sua esposa como procuradora do ministério público eleitoral, em tese com o papel de fiscalizar a atuação e cumprimento da legislação por parte dos conselheiros

Mario, inclusive na saída de Luiz no PP se queixava nos bastidores que Youssef se afastou dele e se aproximou de Luiz Argolo.

E agora Jabes?

PF deflagra nova etapa da Lava Jato; Luiz Argolo é preso

O ex- deputado baiano Luiz Argolô foi preso hoje pela Polícia Federal na nova fase da operação Lava Jato.

O ex- deputado baiano Luiz Argolô foi preso hoje pela Polícia Federal na nova fase da operação Lava Jato.

Os ex-deputados André Vargas, Luiz Argolô e o ex-parlamentar já condenado no mensalão e atualmente cumprindo pena no regime semiaberto,Pedro Corrêa (PP-CE), foram presos na manhã desta sexta-feira, 10, em Londrina (PR) na nova etapa da operação Lava Jato denominada “A Origem”, deflagrada nesta manhã.

Ao todo, cerca de 80 Policiais Federais cumprem 32 mandados judiciais: sete mandados de prisão, nove mandados de condução coercitiva e 16 mandados de busca e apreensão nos Estados do Paraná, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.

Nesta etapa, estão sendo investigados os crimes de organização criminosa, formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva, fraude em licitações, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e tráfico de influência envolvendo três grupos de ex-agentes políticos.

A investigação vai além da Petrobrás e também abrange desvios de recursos ocorridos em outros órgãos públicos federais, segundo divulgou a PF. Também foi decretado o sequestro de um imóvel de alto padrão na cidade de Londrina, onde o doleiro Alberto Youssef começou sua atuação.

Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba/PR onde permanecerão à disposição da Justiça Federal. (Estadão)

PMDB acusa Planalto de interferir nas investigações

Os peemedebista Renan Calheiros  e Eduardo Cunha acusam o governo.

Os peemedebista Renan Calheiros e Eduardo Cunha acusam o governo.

O comando peemedebista partiu para o ataque contra o governo federal e atribuiu interferência do Planalto na elaboração da lista de 34 parlamentares que serão investigados pelo Supremo Tribuna Federal a pedido da Procuradoria-Geral da República.

De acordo com a Folha de S. Paulo, quando confrontados com o fato de petistas ligados à Dilma, como Antonio Palocci, aparecerem na listas, os peemedebistas alegam que naturalmente aliados do governo seriam listados, para não configurar perseguição pura.

Para a legenda, os inquéritos vão se arrastar no tempo e a presidente, ao poucos, entrará mais no foco da crise.  O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi citado na peça da procuradoria como integrante do “núcleo político” de uma quadrilha formada para desviar recursos da estatal; o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi acusado pelo doleiro Alberto Yousseff de recebe propina por um contrato com a petroleira.

Quatro baianos estão em lista de investigados da Lava Jato

Leão, Negromonte e Argôlo estão em lista.Leão foi citado em delações premiadas durante a investigação da Polícia Federal.

Leão, Negromonte e Argôlo estão em lista. Leão foi citado em delações premiadas durante a investigação da Polícia Federal.

O vice-governador da Bahia, João Leão (PP), o ex-ministro e conselheiro do Tribunal de Contas do Município (TCM) Mário Negromonte , ex-deputado Luiz Argôlo e o deputado federal Roberto Brito (PP) estão na lista divulgada nesta sexta-feira (6) de investigados da Operação Lava Jato.

Leão foi citado em delações premiadas durante a investigação da Polícia Federal, que apura esquema de corrupção na Petrobras. Na época, Leão era deputado federal. Na mesma petição, estão os nomes de Argôlo, hoje no Solidariedade, Negromonte, que também era deputado federal pelo PP, e Roberto Brito, deputado federal também do PP .

Veja lista completa dos investigados com cargo e partido político de cada clicando AQUI.

Atualizado às 00:30

Site criado pelo MPF reúne informações sobre a Operação Lava Jato

operação-lava-jato-590x346O Ministério Público Federal (MPF) lançou nesta quarta-feira, 28 de janeiro, site especial com informações sobre o caso conhecido como Operação Lava Jato. No endereço http://www.lavajato.mpf.mp.br/, estão disponíveis dados completos sobre a operação, incluindo histórico e fluxo das investigações, relação da Lava Jato com o caso Banestado, atuação dos doleiros e demais investigados, perguntas e respostas, etc. Também é possível encontrar a íntegra das denúncias apresentadas pelo MPF, as decisões judiciais já proferidas, entre outros documentos. O site foi produzido pela força-tarefa que atua na Lava Jato e pela Secretaria de Comunicação da Procuradoria Geral da República.

Segundo o coordenador da força-tarefa, o procurador da República Deltan Martinazzo Dallagnol, o site reforça o compromisso do MPF com a transparência e a prestação de contas do trabalho já realizado. “Trata-se  da maior investigação de corrupção e lavagem de dinheiro que o país já teve. Com as denúncias, o MPF começa a romper a impunidade dos poderosos grupos econômicos e políticos que, há muitos anos, articulam-se contra os interesses do país”, diz ele. “É essencial que a sociedade acompanhe os trabalhos e compreenda de que forma o esquema atuava, para que situações como essa não se repitam”. O site será atualizado constantemente com os desdobramentos das investigações.

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Empresa baiana é alvo de investigação da Operação Lava Jato

Do Metro 1

gdk-engenhariaApós delação premiada do doleiro Alberto Youssef, a Polícia Federal abriu mais 10 inquéritos para investigar possíveis fraudes em contratos da Petrobras. Na ocasião, o doleiro disse que as empresas pagavam propinas a funcionários da estatal para fechar contratos de obras. Dentre as empresas citadas, está a empresa baiana GDK, que já havia sido citada no escândalo do mensalão, em 2005, e da construção da Plataforma P-51, da Petrobras, em 2002.

Além disso, houve análise em diversos documentos, como recibos e comprovantes de depósitos que comprovariam a ligação entre essas empresas e outras pessoas investigadas na Lava Jato.

Deflagrada pela Polícia Federal em março do ano passado, a operação revelou um esquema que pode ter movimentado ilegalmente cerca de R$ 10 bilhões. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal em março do ano passado, e revelou um esquema que pode ter movimentado ilegalmente cerca de R$ 10 bilhões. Ao todo, 20 pessoas foram presas. Alguns dos envolvidos já se tornaram réus em processos abertos com base nas denúncias da Operação Lava Jato.

Empresas na Lava Jato já demitiram mais de 12 mil e situação atinge a Bahia

Fonte: Reneé Pereira – O Estado de S. Paulo

lvajtoEm menos de dois meses, consórcios formados por empresas envolvidas na operação Lava Jato, que investiga denúncias de corrupção em contratos da Petrobras, demitiram mais de 12 mil trabalhadores em todo o Brasil, segundo balanços das centrais sindicais. Para as próximas semanas, são esperadas novas rescisões, especialmente por causa da deterioração financeira de muitas empresas que caminham para a recuperação judicial – ou já entraram nesse processo.

A situação é grave. De um dia para o outro, centenas de trabalhadores ficaram sem emprego e sem dinheiro – muitos deles ainda não receberam a indenização da rescisão e estão em sérias dificuldades financeiras. Os piores casos são verificados na Refinaria Abreu e Lima e no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), dois megaempreendimentos da Petrobras que envolvem centenas de contratos com empreiteiras. Mas, segundo os sindicatos, as demissões também atingem projetos no Rio Grande do Sul e Bahia.

Os problemas surgiram com a sétima fase da operação Lava Jato, da Polícia Federal, desencadeada na primeira quinzena de novembro e que prendeu executivos de várias construtoras, como Camargo Corrêa, OAS, Mendes Júnior, UTC, Engevix, Iesa, Galvão Engenharia e Queiroz Galvão. No fim de dezembro, a situação se complicou ainda mais com a lista de 23 empresas proibidas de participar de novas licitações da Petrobrás.

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“Lula e Dilma sempre souberam”, reiterou nesta sexta-feira o principal editorial do Estadão.

Quando o jornal começou a chegar aos assinantes, começou também a ofensiva da Polícia Federal que resultou na captura de outra leva de saqueadores da Petrobras. Confira agora o editorial do Estadão que não surpreendeu os leitores da Revista VEJA :

Operador do roubo afirma em depoimento que Dilma e Lula sabiam de tudo

Operador do roubo afirma em depoimento que Dilma e Lula sabiam de tudo

Em janeiro de 2010, quando ocupava a Presidência da República e Dilma Rousseff era ministra-chefe da Casa Civil, Lula vetou os dispositivos da lei orçamentária aprovada pelo Congresso que bloqueavam o pagamento de despesas de contratos da Petrobrás consideradas superfaturadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Lula sabia exatamente o que estava fazendo, tanto que se empenhou em justificar longamente sua decisão, na mensagem de veto encaminhada ao Congresso. E é impossível que Dilma Rousseff ignorasse o assunto, pois o veto foi encaminhado ao Congresso pela Mensagem n.º 41, de 26/1/2010, da Casa Civil.

Até um cego enxerga que os governos petistas permitiram, quando não estimularam, as irregularidades na Petrobrás. E agora está claro e confirmado que Lula e Dilma não desconheciam o assalto à maior empresa brasileira. Tudo está registrado no Diário Oficial da União.

As evidências são abundantes, resultado do trabalho do TCU, da Controladoria-Geral da União (CGU), da Polícia Federal (PF) e também do Congresso Nacional. E agora a empresa holandesa SBM Offshore, fornecedora da Petrobrás, faz um acordo com o Ministério Público de seu país pelo qual pagará US$ 240 milhões em multas e ressarcimentos para evitar processo judicial por corrupção por ter feito “pagamentos indevidos” para obter contratos no Brasil, na Guiné Equatorial e em Angola. Os pagamentos incluem US$ 139 milhões relativos a contratos com a estatal brasileira. No Brasil, o assunto já é objeto de investigação pela CGU.

Sempre que é questionada sobre os sucessivos escândalos envolvendo a Petrobrás, Dilma alega que os “malfeitos” aparecem porque ela própria “manda investigar”, como se o TCU, a CGU e a PF dependessem de ordem direta da Presidência da República para cumprir suas obrigações constitucionais. Ao contrário de “mandar” investigar, o governo tem feito o contrário, tentando, por exemplo, esvaziar o trabalho das duas comissões de inquérito do Congresso ou vetando medidas profiláticas como as sugeridas pelo TCU. :: LEIA MAIS »

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