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:: ‘Operação Lava Jato’

PF aponta ‘alto grau de suspeita’ sobre tríplex que seria de Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A Polícia Federal incluiu o triplex 164-A, que seria da família do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Edifício Solaris, no Guarujá, litoral de São Paulo, no rol de imóveis com “alto grau de suspeita quanto à sua real titularidade” sob investigação na Operação Triplo X – 22ª fase da Lava Jato – deflagrada nesta quarta-feira, 27.

“Manobras financeiras e comerciais complexas envolvendo a empreiteira OAS, a cooperativa Bancoop e pessoas vinculadas a esta última e ao Partido dos Trabalhadores apontam que unidades do condomínio Solaris, localizado na Avenida General Monteiro de Barros, 638, em Guarujá-SP, podem ter sido repassadas a título de propina pela OAS em troca de benesses junto aos contratos da Petrobrás”, informa a representação de prisões e de buscas e apreensões da Triplo X assinada pela delegada Erika Mialik Marena, da equipe da Lava Jato, em Curitiba.

“Além das inconsistências já detectadas quanto ao imóvel que pertencera a Marice Correa de Lima (cunhada do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto), igualmente chamaram a atenção outros imóveis do mesmo condomínio que indicaram alto grau de suspeita quanto à sua real titularidade”, registra a PF. Leia mais no Estadão.

Procurador da Lava-Jato acusa governo de tentar proteger corruptos.

CZbJ6ftWYAInkD-O procurador da Lava-Jato Carlos Fernando dos Santos Lima, de 51 anos, identifica “dedo do governo” na edição de medidas que, segundo ele, beneficiam investigados da operação. Ele cita as mudanças nas regras de leniência e na repatriação de recursos ilegais no exterior. A MP 703, sancionada pela presidente Dilma Rousseff, em dezembro, permitiu à Advocacia Geral da União (AGU), ligada ao Planalto, negociar diretamente acordos com empresas acusadas de corrupção. Outra lei sancionada por Dilma na semana passada facilitou a repatriação de recursos mediante pagamento de multa.

Em entrevista ao Jornal O GLOBO, realizada ontem em São Paulo, Lima também criticou declarações dadas ontem por Dilma. Ao jornal “Folha de S. Paulo”, a presidente afirmou que “há coisas que não acha corretas” na Lava-Jato, como os vazamentos de trechos das delações premiadas, e que há “pontos fora da curva” na investigação “que têm de ser colocados dentro da curva”. Segundo a presidente, é “impossível” alguém ser questionado (durante interrogatórios) com base no “diz que me diz”. Para Lima, a Lava-Jato só é ponto fora da curva quando aponta o “caminho da punição para quem cometeu crimes” e não caberia ao Ministério Público “vestir a carapuça” quanto à crítica sobre vazamento de informações sigilosas da operação.

Clique aqui e leia a entrevista.

Polícia Federal fica sem dinheiro até para abastecer viaturas

A PF, que ajudou a recuperar R$ 2,5 bilhões roubados no Petrolão, foi “premiada” com cortes de R$ 133 milhões.

A PF, que ajudou a recuperar R$ 2,5 bilhões roubados no Petrolão, foi “premiada” com cortes de R$ 133 milhões.

Circular interna na intranet da Polícia Federal alertou que as viaturas da corporação no DF não tinham dinheiro para reabastecer. O informe, do final do ano, informou que foram zeradas as cotas de abastecimento e que, até janeiro, situações de urgência deveriam ser autorizadas pelo superintendente regional. A PF, que ajudou a recuperar R$ 2,5 bilhões roubados no Petrolão, foi “premiada” com cortes de R$ 133 milhões.

Os delegados da PF denunciam corte no fornecimento de energia e de água nas unidades e até calote no aluguel de delegacias.

Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal criou petição “Contra o Desmonte da Polícia Federal”, causado pelo Governo Dilma.

Via assessoria, a PF informa que a suspensão dos abastecimentos foi uma “medida de gestão” e que não afetou os trabalhos dos agentes.

A pergunta cala fundo: a quem interessa sucatear a PF? Certamente àqueles, no governo, que temem a visita do Japonês da Federal. ( Diário do Poder)

Defesa confirma que Marcos Valério quer fazer delação premiada

O publicitário Marcos Valério foi condenado a 37 anos de prisão. Ele cumpre pena em Minas Gerais.Agência Brasil/Arquivo.

O publicitário Marcos Valério foi condenado a 37 anos de prisão. Ele cumpre pena em Minas Gerais.Agência Brasil/Arquivo.

O advogado de defesa do publicitário Marcos Valério disse que o empresário está disposto a colaborar com as investigações da Operação Lava Jato caso seja feito um acordo de delação premiada, incluindo os benefícios previstos em lei. Segundo Marcelo Leonardo, há uma negociação para viabilizar um acordo. Segundo o advogado, no fim do ano passado os procuradores da força-tarefa da operação manifestaram interesse em ouvir seu cliente.

“O Marcos manifestou a disposição de ajudar na investigação, como já colaborou em oportunidades anteriores, desde que, de fato, o Ministério Público Federal se disponha a fazer um acordo de delação premiada, no qual ele obtenha os benefícios legais, já que nas vezes anteriores, ele colaborou com a PGR [Procuradoria-Geral da República], mas acabou não tendo nenhum benefício”, disse.

“Em setembro de 2012, ele [Marcos Valério] prestou depoimento à PGR, no qual narrou fatos que agora, no final do ano, a Operação Lava Jato apurou, por ocasião da prisão do José Carlos Bumlai. Quando o Marcos já tinha narrado outros episódios relativos a empréstimos feitos ao PT, como o envolvimento da Schahin. Isso não tinha sido objeto de investigação quando ele prestou o depoimento”, afirmou o advogado.

De acordo com a defesa, Marcos Valério está “à disposição” para colaborar, desde que se faça com ele o acordo que permita obter os benefícios que a lei atribui a quem faz delação premiada. Marcelo Leonardo disse que não há prazo para o fim das conversas. Sobre o que será negociado, o advogado se limitou a dizer que é “o que está na lei”, acrescentando que pode haver progressão de pena, progressão de regime.

Segundo o advogado, a lei garante benefícios mesmo para a pessoa que já foi condenada. Marcos Valério foi condenado a 37 anos de prisão na Ação Penal 470, o processo do chamado mensalão. Ele cumpre pena em Minas Gerais.

Prisões de senador e banqueiro são ‘muito graves’, diz ministro do STF

Da Folha de S. Paulo

“Grave, muito grave, mais grave do que vocês imaginam.” Foi assim que um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) disse à Folha reservadamente logo cedo nesta quarta-feira (25) antes de uma reunião na sede do órgão para tratar da nova fase da Operação Lava Jato, que prendeu o senador Delcídio Amaral (PT-MS) e o banqueiro André Esteves.

Outro ministro relatou à reportagem que praticamente não havia dormido nesta noite e repetiu o tom de gravidade do colega sobre as informações que levaram à decisão inédita na Lava Jato, de mandar prender um político no exercício do seu mandato e um banqueiro. Os dois ministros não quiseram dar mais detalhes sobre o assunto alegando que precisavam ir para a reunião do tribunal.

Enquanto isto, a equipe da presidente Dilma, que ainda não havia se recuperado da prisão do pecuarista José Carlos Bumlai, no dia anterior, buscava informações para repassar à chefe, no Palácio da Alvorada, sem saber quem mais, além de Amaral e Esteves, poderia ser atingido pela nova fase da Lava Jato. O temor é que alguém do governo ou outros nomes do PT possam estar citados nos pedidos de prisão da PF desta quarta-feira.

No mercado financeiro, analistas trocavam informações assim que começaram a circular notícias sobre a prisão do senador petista. Logo em seguida, veio a informação que agitou ainda mais os operadores nesta manhã. “Parece que prenderam também o André Esteves, agora complica o mercado financeiro”, relatou um analista por volta das 8h da manhã.

O temor é que a prisão do dono do BTG Pactual possa gerar fortes turbulências no mercado financeiro, que, até agora, estava fora das operações da Lava Jato. Banqueiro com negócios de interesse do governo, Esteves participava da Sete Brasil, empresa no centro das investigações do petrolão.

PF prende senador petista Delcídio do Amaral

Informações do Estadão

Líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS) foi preso na manhã dessa quarta-feira(25).

Líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS) foi preso na manhã dessa quarta-feira(25).

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a Polícia Federal a deflagrar uma operação nesta quarta-feira, 25, que levou a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), investigado pela Operação Lava Jato. O parlamentar teria sido flagrado na tentativa de prejudicar as investigações contra ele, em uma tentativa de destruir provas contra ele. Esta é a primeira vez que um senador com mandato é preso.

Uma conversa do petista foi interceptada pela Polícia Federal.

No áudio, ele faria propostas para pessoa do entorno de Cerveró com o objetivo de que seu nome e o de Esteves não aparecessem na delação premiada do ex-diretor. No áudio, Delcídio oferece rotas de fuga para Cerveró. O ex-diretor está preso em Curitiba, base da Lava Jato, desde janeiro deste ano, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro na Lava Jato.

Delcídio do Amaral foi levado para a Superintêndencia da PF, no Distrito Federal. Ele chegou às 8h15 em um carro da PF.

Delcídio do Amaral foi citado na delação do lobista Fernando Baiano, apontado pela Lava Jato como operador de propinas no esquema de corrupção instalado na Petrobrás entre 2004 e 2014. Fernando Baiano disse que Delcídio do Amaral teria recebido US$ 1,5 milhão em espécie na operação de compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

A PF prendeu também o banqueiro André Esteves, presidente do BTG Pactual, e Diogo Ferreira, chefe de gabinete do líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS).

PF grava telefonema de Lula com um diretor preso da Odebrecht

luiz-inacio-lula-da-silvaA Polícia Federal citou o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos autos da Operação Lava Jato sobre a empreiteira Odebrecht. Em relatório final de interceptação telefônica da Operação Erga Omnes, 14ª fase da Lava Jato, a PF informa ao juiz federal Sérgio Moro que o ex-presidente conversou com o executivo Alexandrino de Salles Ramos Alencar, da empreiteira Odebrecht no dia 15 de junho de 2015. Quatro dias depois do telefonema, Alexandrino Alencar foi preso com o presidente da maior empreiteira do País, Marcelo Bahia Odebrecht.

Segundo o relatório, Lula estaria preocupado com ‘assuntos do BNDES’. A PF não grampeou o ex-presidente. Os investigadores monitoravam os contatos do executivo, por isso a conversa foi gravada. :: LEIA MAIS »

Polícia Federal prende José Dirceu em Brasília

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O ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, está sob investigação por suposto recebimento de propinas.

O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil do governo Lula) foi preso pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira, 3, em Brasília.  Dirceu é alvo de prisão preventiva decretada pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações penais da Operação Lava Jato.

O ex- ministro está sob investigação por suposto recebimento de propinas disfarçadas na forma de consultorias, por meio de sua empresa, a JD Assessoria e Consultoria, já desativada. Dirceu será transferido ainda hoje para Curitiba, sede da Lava Jato.

Dirceu cumpria prisão domiciliar por sua condenação no processo do mensalão.

Informações Estadão / Blog Fausto Macedo

PF cumpre mandados em Ilhéus referente a inquéritos da Lava Jato

foto divulgação

Foto divulgação.

A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal deflagrou hoje, 14, a Operação Politéia* que tem como objetivo o cumprimento de 53 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, referentes a seis processos instaurados a partir de provas obtidas na Operação Lava Jato.

Segundo informações colhidas pelo Blog Agravo, ao menos quatro mandados foram realizados no município de Ilhéus, e os alvos tem ligações com a construtora UTC/Constran.

Os mandados, que foram expedidos pelos ministros Teori Zawascki, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski, estão sendo cumpridos além da Bahia (11) e Distrito Federal (12), também nos estados de Pernambuco (8), Alagoas (7), Santa Catarina (5), Rio de Janeiro (5) e São Paulo (5). Cerca de 250 policiais federais participam da ação.

As buscas ocorrem na residência de investigados, em seus endereços funcionais, sedes de empresas, em escritórios de advocacia e órgãos públicos.

As medidas decorrem de representações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal nas investigações que tramitam no Supremo. Elas têm como objetivo principal evitar que provas importantes sejam destruídas pelos investigados.

Foram autorizadas apreensões de bens que possivelmente foram adquiridos pela prática criminosa.

Os investigados, na medida de suas participações, respondem a crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, fraude a licitação, organização criminosa, entre outros.

Luiz Argôlo continuará preso

Ex-deputado federal Baiano, Luiz Argolo vai continua atrás das grades.

Ex-deputado federal Baiano, Luiz Argôlo vai continua atrás das grades.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou, por unanimidade, pedido de habeas corpus apresentado pelo ex-deputado federal Luiz Argôlo, um dos ex-parlamentares presos na Operação Lava Jato por suspeitas de envolvimento no petrolão. Acusado dos crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, ele é réu em uma ação penal que será julgada pelo juiz Sergio Moro. De acordo com a acusação, Argôlo atuava com Alberto Youssef em uma espécie de “sociedade para o crime”, recebendo propina e favores do doleiro, que chegou a pagar o aluguel de um helicóptero para o ex-deputado. “Alberto Youssef teria pagado propina a João Luiz Correia Argôlo dos Santos em interesse próprio e em razão da função por ele então ocupada, buscando obter atos do deputado em seu favor na realização de negócios, como interferência para obtenção de financiamentos em instituições financeiras oficiais”, relatou o juiz Moro no despacho em que aceitou a denúncia contra o político.

Informações da Revista Veja /Laryssa Borges

Juízes Federais declaram apoio a Sérgio Moro, da Lava Jato

Juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato. Foto: Gil/ Estadão

Juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato. Foto: Gil/ Estadão

Os juízes federais saíram em defesa pública de seu colega mais notório, Sérgio Moro, da Operação Lava Jato. Em nota divulgada nesta terça-feira, 23, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) – mais influente entidade da toga federal – manifestou ‘total apoio’ a Moro, titular da 13.ª Vara Federal de Curitiba (PR), base da Lava Jato.

Moro tem recebido sucessivas críticas, principalmente de empreiteiras e de advogados dos executivos capturados na Operação Erga Omnes, nova fase da Lava Jato. Advogados atribuem ‘abusos’ e ‘excessos’ à Lava Jato.

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Empreiteiros da Lava Jato chamavam Lula de ‘brahma’

Estadão Conteúdo

lulaMensagens trocadas entre o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e executivos do grupo interceptadas pela Operação Lava Jato revelam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era tratado pelos executivos pela alcunha de “Brahma”. Os investigadores identificaram que “Brahma” era uma referência ao ex-presidente ao cruzarem informações do diálogo com a agenda do petista. Numa das conversas entre Leo Pinheiro e um executivo da OAS eles dizem que “Brahma poderia fazer uma palestra no dia 26/11″ sobre o tema Brasil/Chile. Na mesma data, a agenda de Lula marcava um evento em Santiago, no Chile.

Relatório de inteligência ressalta que os interlocutores adotavam cautela “no sentido de não mencionar expressamente, em alguns casos, nomes e assuntos tratados, optando pela utilização de apelidos e siglas.” Numa das trocas de mensagens, os executivos fazem comparações entre a presidente Dilma Rousseff e Lula. Sobre Dilma, dizem: “A senhora não leva jeito, discurso fraco, confuso e desarticulado. Falta carisma”. Por isso, Lula era o interlocutor preferido do empreiteiro.

O ex-presidente Lula não é investigado na Lava Jato. O nome dele apareceu nas mensagens da OAS e numa planilha de pagamentos da Camargo Corrêa. A empreiteira, investigada por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobrás, repassou entre doação e repasse ao Instituto Lula e à empresa de palestras do ex-presidente R$ 4,5 milhões. O Instituto e a empresa do ex-presidente negam irregularidades nos repasses, afirma que eles não tiveram relações com questões eleitorais nem com a Petrobrás e afirmae que foram referentes a serviços prestados e declarados. Léo Pinheiro, por sua vez, é réu na Lava Jato acusado de atuar no núcleo empresarial do esquema que cartelizava licitações de obras da estatal e pagava propina para diretores da petrolífera indicados por partidos da base do governo – PMDB, PP e o PT.

Polícia Federal dá início à 14ª fase da Operação Lava Jato

lavjato

Imagem.

Agentes da Polícia Federal (PF) cumprem desde cedo 38 mandados de busca e apreensão, nove mandados de condução coercitiva, oito mandados de prisão preventiva e quatro mandados de prisão temporária em quatro estados.

Batizada de Operação Erga Omnes, esta é a 14ª fase da Operação Lava Jato, que investiga crimes de formação de cartel, fraude a licitações, corrupção, desvio de verbas públicas e lavagem de dinheiro, entre outros, com foco em duas grandes empreiteiras.

O dono e presidente da construtora Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques Azevedo, estão entre os presos.

Marcelo Odebrecht foi preso em casa, em São Paulo, e será levado por agentes da PF para Curitiba, no Paraná.

Lava Jato: Vice-governador João Leão presta depoimento na PF em Brasília

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse "triste" e "surpreso" ao ver seu nome citado.

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse “triste” e “surpreso” ao ver seu nome citado.

O vice-governador da Bahia João Leão presta depoimento na tarde desta terça-feira (9), em Brasília. Ele é um dos políticos citados na lista do Supremo Tribunal Federal (STF), em inquérito relativo à Operação Lava Jato. A informação foi divulgada pelo repórter Wladimir Neto, da GloboNews.

Na época da divulgação da lista dos investigados, Leão se disse “triste” e “surpreso” ao ver seu nome citado. “Tenho a mais absoluta certeza de que a verdade vai aparecer e todos os fatos serão esclarecidos de forma transparente. De que cabeça erguida, com o apoio dos amigos, da família e do povo, continuarei trabalhando em defesa da Bahia e do Brasil”, disse.

Ele chegou a dizer também, em nota enviada à Folha de S. Paulo, que estava “cagando e andando na cabeça desses cornos todos”. O político do PP se referia às pessoas que o citaram durante as investigações.

João Leão é um dos quatro baianos na lista de investigados na Lava Jato, divulgada na sexta-feira (6). Além dele também foram citados o ex-ministro e conselheiro do Tribunal de Contas do Município (TCM) Mário Negromonte, o ex-deputado Luiz Argôlo e o deputado do PP Roberto Britto.

O vice-governador foi citado em delações premiadas durante a investigação da Polícia Federal, que apura esquema de corrupção na Petrobras. Na época, Leão era deputado federal. Na mesma petição, estão os nomes de Argôlo, hoje no Solidariedade, e de Negromonte, que também era deputado federal pelo PP. ( Correio da Bahia)

Rodrigo Janot tolheu investigação da PF, diz delegado do Lava Jato

delegado federal Eduardo Mauat da Silva acusou o procurador -geral da República, Rodrigo Janot, de "Tolhe a investigação" da operação em Brasília.

Delegado federal, Eduardo Mauat da Silva, acusou o procurador -geral da República, Rodrigo Janot, de “Tolhe a investigação” da operação da Lava Jato.

O delegado federal Eduardo Mauat da Silva, que integra a força -tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, reforçou a queda de braço entre a Polícia Federal e o Ministério Público, e acusou o procurador -geral da República, Rodrigo Janot, de “Tolhe a investigação” da operação em Brasília.

“Houve, por parte do doutor Janot, uma iniciativa de tolher as investigações da polícia federal. E nós queremos que ele explique à sociedade o porque disso”, afirmou Mauat nesta sexta(17), durante uma entrevista coletiva sobre a autonomia da PF, em Curitiba.

Pouco depois, delegado foi ainda mais direto. Ao se perguntado se o governo federal estaria trabalhando para minar as investigações, já que há petistas entre os investigados, disse: “Não sei. Vamos esperar os próximos meses. Mas, se quiserem, estarão no caminho certo”.

Segundo o delegado , há cerca de dois meses,policiais que trabalham na Lava Jato estão sem receber com regularidade as diárias para pagarem custos com alimentação e estadia. Dos 30 policiais que trabalham na operação , cerca de 60% vieram transferidos, e não tem residência em Curitiba.

“Os policiais estão tirando dinheiro do bolso”,afirmou Mauat.”Você pode matar uma operação à míngua se tirar os recursos dela.”

Informações da Folha de São Paulo.

Vaccari é preso em São Paulo em nova etapa da Operação Lava Jato

O tesoureiro do PT João Vaccari Neto na CPI da Petrobras. Foto revista Exame.

O tesoureiro do PT João Vaccari Neto na CPI da Petrobras. Foto revista Exame.

A Polícia Federal (PF) em São Paulo prendeu hoje (15) o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que será levado para Curitiba. A prisão ocorreu durante a 12ª etapa da Operação Lava Jato.

Vaccari é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, com base em depoimentos de delatores da operação. Eles afirmam que o tesoureiro intermediou doações de propina em contratos com fornecedores da Petrobras e que o dinheiro foi usado para financiar campanhas políticas.

Vaccari foi detido em casa. Segundo a PF, haverá entrevista coletiva às 10h em Curitiba para falar sobre a prisão. (Agência Brasil)

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