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:: ‘Operação Lava Jato’

Nova fase da Lava Jato investiga ex-assessor do PP

joao-claudio-genuA Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira a Operação Repescagem. Estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva e dois mandados de prisão temporária nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro e Recife.

Os mandados foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba em investigação de crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e  corrupção passiva e ativa envolvendo verbas desviadas da Petrobras.

Há um mandado de prisão preventiva contra o ex-assessor de José Janene (ex-PP, morto em 2010) João Claudio Genu. Janene foi um dos mentores do esquema de loteamento político na Petrobrás. :: LEIA MAIS »

Lula: PF investiga financiamento de US$ 400 milhões do BNDES

Estadão

Operação quer saber por que maior empreiteira do País, que recebeu o valor do Banco, pagou R$ 3,5 milhões a empresa de pequeno porte de Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho de uma ex-mulher do presidente Lula, para 'obras complexas'.

Operação quer saber por que maior empreiteira do País, que recebeu o valor do Banco, pagou R$ 3,5 milhões a empresa de pequeno porte de Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho de uma ex-mulher do presidente Lula, para ‘obras complexas’.

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram, na manhã desta sexta-feira, a Operação Janus. Um dos alvos é Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho do ex-presidente Lula, filho do irmão da primeira mulher do petista. Ele foi alvo de mandado de condução coercitiva. O sócio dele, José Manuel Camano, também foi levado a prestar depoimento.

Essa investigação, inicialmente instaurada para apurar suposto tráfico de influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para beneficiar a Odebrecht , se ampliou e resultou na operação de hoje, da qual Lula não é alvo. Os policiais cumprem quatro mandados de  busca e apreensão, dois de condução coercitiva e cinco intimações todos em Santos.

As medidas cumpridas hoje têm como meta esclarecer quais razões para a Odebrecht ter celebrado contratos, entre 2012 e 2015, com uma empresa de construção civil de pequeno porte com sede em Santos/SP para a realização de obras complexas em Angola. De acordo com a investigação, apenas por seus serviços nas obras de reforma do complexo hidrelétrico de Cambambe, a empresa recebeu R$ 3,5 milhões. A obra recebeu do BNDES financiamento que totalizava US$ 464 milhões.

O nome da operação é uma referência ao Deus romano Janus (ou Jano). A menção à divindade latina de duas faces, que olha ao mesmo tempo para o passado e para o futuro, quer mostrar como deve ser realizado o trabalho policial, sempre atento a todos os lados e aspectos da investigação.

PF cumpre mandados em inquérito que envolve Lula

Foto arquivo.

Foto arquivo.

A Polícia Federal (PF) cumpre nesta sexta-feira (20) quatro mandados de busca e apreensão e de dois de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a ir depor) em um inquérito da Lava Jato que envolve o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O petista, no entanto, não é foco das diligências realizadas pelos policiais federais nesta sexta.

Os alvos dos mandados de condução coercitiva são pessoas ligadas ao ex-presidente da República, informou a Polícia Federal. Esta fase da operação está sendo realizada em São Paulo e Santos, no litoral paulista. ( G1)

Denúncia contra Lula feita ao STF cita troca de mensagem com Delcídio

A denúncia cita registros de ligações telefônicas entre o empresário José Carlos Bumlai e Lula, além de mensagens trocadas por Lula com o senador cassado Delcídio Amaral.

A denúncia cita registros de ligações telefônicas entre Lula e o senador cassado Delcídio Amaral.

A denúncia apresentada contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Supremo Tribunal Federal incluiu dados de quebra de sigilo bancário que reforçam as acusações contra o petista. O texto da denúncia, enviado ao STF no início deste mês e mantido em sigilo até agora, foi revelado pelo “Jornal Nacional”, da TV Globo, nesta quarta-feira

A denúncia cita registros de ligações telefônicas entre o empresário José Carlos Bumlai e Lula, além de mensagens trocadas por Lula com o senador cassado Delcídio Amaral. Para a Procuradoria-Geral da República, esses registros são indícios do pagamento de propina à família do ex-diretor Internacional da Petrobras Nestor Cerveró. Em delação, Delcídio disse que Lula e Bumlai estavam envolvidos na operação de compra do silêncio de Cerveró, para tentar impedir que ele contasse aos investigadores irregularidades cometidas pelo empresário e por Lula.

O ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no STF, acolheu pedido da Procuradoria para fazer o rastreamento de um cheque e dois saques em espécie que Maurício Bumlai, filho do pecuarista José Carlos Bumlai, teria feito para subornar a família de Cerveró. ( Blog do Noblat)

Moro condena Dirceu a 23 anos de prisão na Lava Jato

É a segunda sentença contra o petista por crimes de corrupção – em 2012, ele recebeu pena no mensalão.

É a segunda sentença contra o petista por crimes de corrupção – em 2012, ele recebeu pena no mensalão.

O juiz federal Sérgio Moro condenou nesta quarta-feira, 18, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (governo Lula) a 23 anos e 3 meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. É a segunda sentença contra o petista por crimes de corrupção – em 2012, ele recebeu pena no mensalão. Foram condenados ainda outros investigados.

As penas são pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa no esquema montado na Petrobrás, em que eram desviados de 1% a 5% dos valores de contratos, ,mediante acerto entre um cartel das maiores empreiteiras do País com políticos do PT, PMDB e PP.

José Dirceu de Oliveira e Silva está preso em Curitiba – sede da Lava Jato – desde agosto de 2015. Ele cumpria prisão em regime domiciliar, decorrente da pena no mensalão, quando foi detido pela Polícia Federal acusado de envolvimento no caso Petrobrás. Leia a matéria completa no Estadão !

Vídeo: Dilma e Lula sabiam da corrupção na Petrobrás, diz Delcídio no Roda Viva

Delcídio disse acreditar que "Dilma não volta mais", criticou o PT e defendeu uma reformulação total do partido.

Delcídio disse acreditar que “Dilma não volta mais”, criticou o PT e defendeu uma reformulação total do partido.

O senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido-MS), ex-líder do governo de Dilma Rousseff no Senado, afirmou nesta segunda-feira (16), no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, que tanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto a presidente afastada Dilma Rousseff tinham conhecimento do esquema de corrupção vigente na Petrobras.

Segundo Delcídio, ele atuou junto ao ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró de modo a evitar que ele colaborasse com a Operação Lava Jato por pedido pessoal de Lula. O senador cassado afirmou que Lula o teria procurado e dito: “Nós precisamos resolver essa questão”. Só aí teria tomado a iniciativa de tentar dissuadir Cerveró de falar, mediante oferta em dinheiro e um plano de fuga do país.

Para ele, o governo acreditava que a Lava Jato colocaria “de cócoras” apenas o Congresso Nacional, mas não chegaria a atingir o próprio governo. Isso só teria mudado com a aproximação das investigações de integrantes e colaboradores próximos do governo: “Quando viram que a água estava batendo no pescoço, quiseram obstruir a Justiça”, acusou.

O senador cassado também foi questionado sobre denúncias de corrupção em Furnas Centrais Elétricas, de que o senador Aécio Neves (PSDB) é acusado de ser beneficiado de desvios, entre outros políticos. Delcídio não confirmou supostos benefícios a Aécio, mas disse que Furnas é a “joia da coroa”, uma empresa que está com o “filé-mignon do setor elétrico”.

Mas, lembrando de sua posição de presidente da CPI dos Correios, que analisou as denúncias do mensalão no governo Lula, disse que “a gênese do mensalão surgiu em Minas Gerais”.

Delcídio disse acreditar que “Dilma não volta mais”, criticou o PT e defendeu uma reformulação total do partido. Sobre o futuro do governo Michel Temer, Delcídio afirmou que ele começou de maneira meio vacilante e que precisará adotar medidas duras. “É complicado governar um país complexo como o Brasil sem apoio popular”, alertou.

Confira a entrevista na íntegra :

Maioria do STF aprova afastamento de Cunha

STF faz sessão para decidir afastamento de Eduardo Cunha.

STF faz sessão para decidir afastamento de Eduardo Cunha.

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu agora há pouco manter a decisão do ministro Teori Zavascki que determinou a suspensão do mandato parlamentar do deputado federal Eduardo Cunha e o afastamento dele da presidência da Câmara.

Até o momento, 08 dos 11 ministros acompanharam o relator, Teori Zavascki. Os votos foram proferidos pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber; Luiz Fux e Dias Toffoli,

Min. Gilmar Mendes acompanhou relator e ressalta que tema é de imensa complexidade e não pode ser matéria cotidiana

Mais cedo, o ministro Teori Zavascki determinou a suspensão do mandato parlamentar do deputado federal Eduardo Cunha e o afastamento da presidência da Câmara. O ministro atendeu a um pedido liminar do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

STF vai julgar hoje o pedido de afastamento de Cunha

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou ontem (04) que vai julgar hoje (5) o pedido da Rede Sustentabilidade de afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. A ação foi protocolada ontem na Corte e está sob a relatoria do ministro Marco Aurélio.

O partido sustenta que Cunha não pode permanecer na presidência da Câmara por ser réu em uma ação penal que tramita no STF sobre o suposto recebimento de U$S 5 milhões de propina em contratos de navios-sonda da Petrobras. Para o partido, Cunha está na linha sucessória da Presidência da República, cargo que não admite, de acordo com a Constituição, ser exercido por um réu. :: LEIA MAIS »

Janot pede abertura de inquérito contra Dilma

Estadão

Dilma e Lula são denunciados ao STF na Operação Lava Jato.

Dilma e Lula são denunciados ao STF na Operação Lava Jato.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu pedir a abertura de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os dois serão investigados juntos, sob a acusação de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato.

Para que a presidente seja formalmente alvo de um processo no STF, o procedimento ainda precisa ser autorizado pelo ministro Teori Zavascki. Não há um prazo pré-determinado para que isso ocorra, e o ministro pode decidir tanto sozinho quanto levar o caso para a discussão no plenário.

No início da noite desta terça, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, se reuniu com o presidente do STF, Ricardo Lewandoswki. O motivo não foi divulgado. Depois da audiência, Cardozo foi ao encontro de Dilma.

Janot pediu a investigação contra a presidente com base na delação premiada do senador Delcídio Amaral (sem partido – MS) e do imbróglio causado pela tentativa de Dilma indicar Lula para ministro-chefe da Casa Civil.

Para os procuradores envolvidos no caso, a nomeação de Lula para o ministério fez parte de um “cenário” em que foram identificadas diversas tentativas de atrapalhar as investigações criminais da Lava Jato, que apura o esquema de corrupção na Petrobrás. :: LEIA MAIS »

Janot pede investigação contra Aécio, Eduardo Cunha, Edinho, Marco Maia e Vital do Rêgo

Aécio Neves.

Aécio Neves.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), pedidos para investigar o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República Edinho Silva, o deputado Marco Maia (PT-RS) e o ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União.

A medida foi tomada com base na delação do senador Delcídio Amaral (ex-PT-MS), preso em novembro de 2015 por tramar contra a Operação Lava Jato. Em fevereiro deste ano, o ex-líder do governo no Senado fez delação e foi solto.

O delator admitiu ter “segurado a barra” para que não viesse à tona a movimentação financeira das empresas de Marcos Valério no Banco Rural que “atingiriam em cheio” o atual presidente do PSDB e seus aliados. Segundo Delcídio o tema foi tratado na sede do governo mineiro, por volta de 2005 e 2006, quando Aécio governava o Estado e ainda lhe teria oferecido o avião do governo de Minas para ir ao Rio, o que foi aceito pelo senador.

Delcídio Amaral afirmou, também em relação a Aécio, que “sem dúvida” o presidente nacional do PSDB recebeu propina em um esquema de corrupção na estatal de energia Furnas que, segundo o delator, era semelhante ao da Petrobrás, envolvendo inclusive as mesmas empreiteiras. ( Estadão)

Em entrevista, Delcídio diz que Dilma tentou atrapalhar operação Lava Jato

O senador Delcídio do Amaral disse que Lula e Dilma sabiam de tudo.

O senador Delcídio do Amaral disse que Lula e Dilma sabiam de tudo.

O senador Delcídio do Amaral (ex-PT/MS) afirmou que a presidente Dilma Rousseff tentou atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato, que apura crimes de corrupção na Petrobras. O depoimento foi feito no último dia 18 para o “Conexão Repórter”, do SBT.

“[A presidente Dilma] tentou interferir nas investigações, no processo que se iniciou em Curitiba assim como nos tribunais superiores”, afirmou durante a entrevista. “A ordem foi dela. Era para efetivamente executivos e dirigentes de estatal [saíssem das prisões].” 

Apesar de não ligar Dilma ao recebimento de propina, Delcídio disse que a presidente sabia “tudo o que ocorria”. “Ela tinha conhecimento de tudo o que acontecia nos escalões inferiores [do governo]e inclusive nas campanhas eleitorais.” A campanha de Dilma Rousseff à reeleição, em 2014, é suspeita de se beneficiar de dinheiro de propina.

Ainda segundo o senador, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também participava do esquema de influência no governo. Em uma das oportunidades, Delcídio teria recebido a ordem de influenciar o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marcelo Navarro a soltar empreiteiros presos pela Lava Jato.

“A ordem [do Lula] era: ajude José Carlos Bumlai [pecuarista acusado de pagar propina]. Significava basicamente que ele fosse blindado ou não fizesse parte da delação do [Nestor]Cerveró”, concluiu, sobre a delação feita pelo ex-diretor da Petrobras.

Janot diz que Cunha é alvo de mais seis investigações na PGR

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é alvo de mais seis inquéritos por fatos distintos, além das duas denúncias que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito das investigações da Operação Lava Jato.

A situação de Cunha foi tratada pelo procurador na manhã de hoje (22), durante palestra para alunos brasileiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, da Universidade de Cambridge, nos Estados Unidos.

De acordo com o procurador, dois dos seis inquéritos abertos para apurar fatos distintos em relação a Cunha estão em fase avançada e deverão “rapidamente” virar duas denúncias ao Supremo.

Perguntado por um aluno brasileiro sobre o papel da procuradoria para acelerar a ação na qual pediu ao STF afastamento de Cunha do cargo de presidente da Câmara, Janot respondeu que “o problema está com o Supremo”.

Em dezembro do ano passado, Janot pediu ao STF o afastamento de Cunha. O relator é o ministro Teori Zavascki, que ainda não tem data para liberar o processo para julgamento. :: LEIA MAIS »

TSE determina início de produção de prova nas ações que pedem cassação de Dilma Roussef e Michel Temer

Operação Lava-Jato pode ter um impacto direto no processo de cassação da presidente Dilma Rousseff e do vice, Michel Temer.

Operação Lava-Jato pode ter um impacto direto no processo de cassação da presidente Dilma Rousseff e do vice, Michel Temer.

A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Thereza de Assis Moura determinou uma nova produção de provas nas ações em que a oposição pede a cassação dos mandatos da presidenta Dilma Rousseff e do vice Michel Temer. A ministra é relatora de quatro ações que tramitam no TSE sobre o mesmo tema.

No início do despacho, a ministra aponta algumas provas que estavam pendentes e “cuja produção deve ser feita”. Ela cita perícias e oitivas de testemunhas. Na mesma decisão, a ministra cita que foram feitos pedidos à Corte. Os autores da ação pediram que Otávio Marques Azevedo e Flávio David Barra, executivos da Andrade Gutierrez, fossem ouvidos como testemunhas e que a delação premiada dos executivos seja compartilhada com o TSE.

Sobre este pedido, a ministra diz em sua decisão que as delações ainda estão sob sigilo e que é necessário aguardar “a retirada do sigilo do ato pelo Supremo Tribunal Federal, momento em que, aí sim, poderá ser renovado o pedido do compartilhamento da prova para futura apreciação, bem como o de oitiva dos referidos dirigentes como testemunhas”.

A ministra diz ainda que o vice-presidente Michel Temer enviou à Corte um pedido para a separação dos processos dele e da presidenta Dilma Rousseff. Segundo a ministra o pedido será avaliado apenas no momento do julgamento.
Thereza de Assis designou  um grupo de peritos do TSE para a realização de perícias contábeis em empresas.

Segundo a ministra, o trabalho deve ser limitado “aos fatos relacionados ou úteis à campanha eleitoral de 2014 de Dilma Rousseff e Michel Temer”. Os trabalhos devem ser iniciados a partir da segunda metade do próximo mês.

A ministra determina também que seja expedido um ofício ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, solicitando documentos entregues à justiça Federal do Paraná no âmbito da Operação Lava Jato. Ela solicita “documentos apresentados por Augusto Mendonça (listagem das contribuições que teriam sido feitas, com respectivos valores e datas)” e uma tabela “detalhada com as propinas recebidas em cada contrato da Petrobrás que foi preparada por Pedro Barusco, como prova de que o Partido dos Trabalhadores supostamente recebia recursos que decorriam dos contratos da Petrobrás”. A ministra pede também os termos de delações premiadas, como as de Pedro Barusco, Augusto Ribeiro Mendonça, Milton Pascowith e Valmir Pinheiro, entre outros documentos.

No fim da decisão, Thereza de Assis Moura diz que, ao finalizar as perícias indicadas e após a vinda dos documentos, serão definidas as datas de oitivas de testemunhas. Entre os nomes listados, estão Pedro Barusco, Ricardo Pessoa e Júlio Camargo.

Laudo mostra pagamento a Lula lançado em contabilidade usada pela Andrade

Estadão Conteúdo

Lula aparece na contabilidade

Lula aparece na contabilidade da empreiteira Andrade Gutierrez.

Um laudo da Polícia Federal feito com base na quebra do sigilo fiscal da empreiteira Andrade Gutierrez destaca o pagamento de R$ 3,6 milhões para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre 2011 e 2014. São valores que “transitaram” por uma conta chamada “overhead” trilhando mesmo percurso do dinheiro que abasteceu empresas investigadas por lavagem de dinheiro de propina alvo da Operação Lava Jato, como firmas ligadas aos operadores financeiros Adir Assad, Fernando “Baiano” Soares, Mário Goes e Julio Gerin Camargo. “Foram identificados lançamentos contábeis indicativos de pagamentos e doações a empresas e instituições vinculadas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no montante de R$ 3.607.347, entre os anos de 2011 e 2014”, registra o laudo 10/2016, da PF. “Cumpre destacar que, conforme subseção III.3.5, recursos destinados à LILS transitaram pela conta contábil ‘overhead’ e realizaram percurso similar ao de empresas que estão sendo investigadas no âmbito da Operação Lava Jato pela prática de lavagem de capitais e/ou pelo recebimento dissimulado de recursos.”

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