WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: ‘Operação Lava Jato’

Aliados aconselham Temer a indicar Moro para o Supremo

Juiz Sérgio Moro. Foto feita por Antonio Cunha.

Juiz Sérgio Moro. Foto feita por Antonio Cunha.

Considerada uma jogada arriscada por políticos que são alvo da Lava Jato, a indicação do juiz federal Sérgio Moro para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) é uma ideia que vem ganhando adesão de governadores e ministros.

De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, o presidente interino Michel Temer vem sendo aconselhado para indicar Moro, caso tenha direito no futuro a uma nomeação para a Corte Suprema. Ainda de acordo com a coluna, o juiz, que continua recusando em conversas recentes propostas de candidatura, não nega que seu sonho de vida é ser ministro do Supremo. :: LEIA MAIS »

PF deflagra operação contra fraudes no Centro de Pesquisa da Petrobrás

Cmg6OcpWAAArMet

A Polícia Federal deflagrou a Operação Abismo, 31ª fase da Lava Jato, nesta segunda-feira, 4. A ação, que tem apoio da Receita, cumpre 23 mandados de busca e apreensão e 1 de prisão preventiva, 4 custódias temporárias e 7 conduções coercitivas – quando o investigado é levado para depor e liberado – em São Paulo, no Rio e em Brasília.

O alvo principal é o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, que já está preso, contra quem a Abismo expediu um mandado de prisão preventiva. Paulo Ferreira foi capturado na Operação Custo Brasil, que mirou o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento/Governo Lula).

Cerca de 110 Policiais Federais e aproximadamente 20 servidores da Receita Federal estão cumprindo as determinações judiciais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

A investigação central desta fase da Operação Lava Jato tem o objetivo de apurar a fraude ao processo licitatório, o pagamento de valores indevidos a servidores da Petrobrás e o repasse de recursos a partido político em virtude do sucesso obtido por empresas privadas em contratações específicas como, por exemplo, o projeto de reforma do Cenpes – Centro de Pesquisas da Petrobrás – na Ilha do Fundão na cidade do Rio de Janeiro.

O nome Abismo é uma referência utilizada para a identificação desta nova fase da operação policial e remete, dentre outros aspectos, às tecnologias de exploração de gás e petróleo em águas profundas desenvolvidas no Cenpes, mas também à localização das instalações (Ilha do Fundão) e a demonstração que esquemas como estes identificados levaram a empresa aos recantos mais profundos da corrupção e da malversação do dinheiro público. ( Estadão)

Vídeo: Sérgio Moro é aplaudido durante show do Capital Inicial

Do Metrópoles

Moro foi aplaudido de pé pelas pessoas no Show.

Moro foi aplaudido de pé pelas pessoas no Show.

O juiz federal Sérgio Moro foi homenageado por centenas de pessoas durante um show realizado pela banda Capital Inicial nesse sábado (25/6) em Curitiba (PR). O magistrado foi aplaudido efusivamente após o vocalista do grupo, Dinho Ouro Preto, citar a presença do juiz, que acompanhava a apresentação no camarote do Teatro Positivo.

Antes de tocar a música “Que país é esse?”, o cantor afirmou que sempre dedicava a canção aos corruptos, mas que dessa vez faria diferente e homenagearia alguém que combatia as falcatruas realizadas do país, apontando, então, para o local onde Moro estava.

O público se virou para o juiz e o aplaudiu por aproximadamente um minuto. O magistrado levantou-se e acenou, agradecendo.

Vídeo :

PF prende Paulo Bernardo em operação que apura contratos de R$ 100 mi do Planejamento

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo (à esq.), e a mulher, a senadora Gleisi Hoffmann. Foto:Dida Sampaio/Estadão.

O ex-ministro do Planejamento, Paulo Bernardo (à esq.), e a mulher, a senadora Gleisi Hoffmann. Foto:Dida Sampaio/Estadão.

O ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento e Comunicações no governo Lula), marido da senador Gleisi Hoffmann (PT-PR), foi preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira, 23, em Brasília, na Operação Custo Brasil, o primeiro desdobramento da Operação Lava Jato em São Paulo. A ação decorre de fatiamento de uma investigação que estava no Supremo Tribunal Federal.

O ex-ministro Carlos Gabas foi alvo de condução coercitiva. A PF está ainda na casa do jornalista Leonardo Attuch.

A ação é conjunta da PF com o Ministério Público Federal e a Receita Federal do Brasil e apura o pagamento de propina, proveniente de contratos de prestação de serviços de informática, na ordem de R$ 100 milhões, entre os anos de 2010 e 2015, a pessoas ligadas a funcionários públicos e agentes públicos ligados ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG. Leia mais no Estadão 

PC do B, PT e PP receberiam propina do Minha Casa Minha Vida, diz revista

Aldo Rebelo recebia um terço de propina voltada ao PCdoB, diz delator. Foto: Antônio Cruz / Abr

Aldo Rebelo recebia um terço de propina voltada ao PCdoB, diz delator. Foto: Antônio Cruz / Abr

O vazamento de um outro trecho da delação premiada do ex-deputado federal e ex-presidente do PP Pedro Corrêa (PE) lança suspeitas sobre o PC do B e um dos seus principais líderes, o ex-ministro Aldo Rebelo (SP). De acordo com o relato, o partido dividiria com PT e PP propina de obras do programa Minha Casa Minha Vida.

As informações, segundo reportagem da revista Veja, estão no anexo 27 da delação, que já foi concluída e depende de homologação do ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). Corrêa afirma que, no segundo mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva, o PC do B comandou a Diretoria de Produção Habitacional do Ministério das Cidades. O setor era chefiado por Daniel Nolasco, filiado à legenda e supostamente indicado por Aldo.

O esquema do PCdoB era dividido com o PT e com o PP e operou cobrando propinas na construção de pelo menos 100 000 casas populares. Segundo Corrêa, apenas uma empreiteira com contratos no Maranhão pagou 400 000 reais aos corruptos. Leia a matéria completa na Revista Veja.

Ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, pede demissão

18nov2014---o-presidente-da-camara-dos-deputados-henrique-eduardo-alves-pmdb-rn-comanda-sessao-de-votacao-da-camara-em-brasilia-df-1429140991924_300x300O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, pediu demissão do cargo nesta quinta-feira, informou o Palácio do Planalto.

Alves foi um dos políticos citados em delação premiada do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, e teria recebido propina de R$ 1,55 milhão entre 2008 e 2014.

Deixando o Ministério, ele perde o foro privilegiado. A última vez que tentou se eleger a um cargo que garantiria essa condição foi em 2014, quando se candidatou ao governo do Rio Grande do Norte, mas perdeu para Robinson Faria (PSD).

Henrique Alves é o terceiro ministro do governo interino de Michel Temer a sair do cargo. Romero Jucá se licenciou do Planejamento e Fabiano Silveira pediu demissão da Transparência. Ambos haviam sido citados em gravações de Machado.

Defesa de Lula recorre ao STF contra decisão que mandou investigação para Moro

Lula não tem direito a fórum especial porque carece de mandato. Mesmo assim tudo fará para ser investigado e, se for o caso, julgado pelo Supremo. Por Moro, jamais.

Lula não tem direito a fórum especial porque carece de mandato. Mesmo assim tudo fará para ser investigado e, se for o caso, julgado pelo Supremo. Por Moro, jamais.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu hoje (15) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para manter na Corte as investigações nas quais é alvo na Operação Lava Jato. Na petição enviada ao Supremo, os advogados pedem que o ministro Teori Zavascki ou o plenário do tribunal reveja decisão que enviou todos os processos contra Lula para a 13ª Vara Federal em Curitiba, comandada pelo juiz federal Sérgio Moro.

O ex-presidente é investigado sobre supostas irregularidades na compra de cota de um apartamento tríplex no Guarujá (SP) e em benfeitorias em um sítio frequentado por sua família em Atibaia (SP).

Cardozo prometeu ministro do STJ garantista, diz Odebrecht em delação

Agência O Globo

cardozoExecutivos da Odebrecht afirmaram, por meio dos advogados nas negociações para suas delações premiadas, que José Eduardo Cardozo (foto) prometeu que Dilma Rousseff nomearia um ministro do STJ de perfil “garantista” para a vaga que depois veio a ser ocupada por Marcelo Navarro Ribeiro Dantos.

Por garantista, entende-se um ministro favorável aos direitos de defesa, algo que, segundo a defesa de Marcelo Odebrecht, vem sendo violado pela Justiça ao mantê-lo quase um ano preso.

A afirmação na delação dos executivos da Odebrecht pode complicar a situação de Cardozo, que já é alvo de um pedido de inquérito por obstrução da Justiça.

Em sua delação, Delcídio Amaral afirmou que Dilma lançou uma ofensiva aos tribunais superiores na tentativa de influenciar os desdobramentos da Lava-Jato. Cardozo, segundo Delcídio, teria participado dessas ações.

É possível que ‘poderosos’ encerrem a Lava Jato, alerta procurador

Procurador da República Deltan Dallagnol.

Procurador da República Deltan Dallagnol.

O procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, faz um alerta: “É sim possível e até provável” que as investigações do maior escândalo de corrupção do País acabem. “Quem conspira contra ela são pessoas que estão dentre as mais poderosas e influentes da República”. Em entrevista ao Jornal Estadão, Deltan afirma que as conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, com o presidente do Senado, Renan Calheiros, o ex-presidente José Sarney e o senador e ex-ministro do Planejamento do governo interino Romero Jucá, evidenciam uma trama para “acabar com a Lava Jato”. “Esses planos seriam meras especulações se não tivessem sido tratados pelo presidente do Congresso Nacional”. Para o o procurador, nos diálogos, trata-se abertamente de um “pacto nacional” para impedir o avanço das investigações e da tentativa de um “acordão” entre partidos. Com membros da cúpula do PMDB atualmente na mira – o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a prisão de Renan, Sarney, Jucá e do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha -, Deltan lembra que, anteriormente, a força-tarefa foi acusada de perseguir o PT. “Não vemos pessoas ou partidos como inimigos, nosso inimigo é a corrupção”. Leia mais no Estadão.

STF envia para Moro pedido de abertura de investigação sobre Jaques Wagner

Investigações contra Jaques Wagner vão para as mãos de Moro.

Jaques Wagner (PT)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello determinou hoje (9) a remessa de um pedido de abertura de investigação contra o ex-ministro do Gabinete Pessoal da Presidência da República para o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato.

Mello atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o pedido tramite na primeira instância da Justiça Federal em Curitiba, pelo fato de o ex-ministro ter sido exonerado após o afastamento da presidente Dilma Rousseff  e não ter mais foro por prerrogativa de função  no Supremo.

O pedido chegou ao tribunal de forma oculta e não é possível saber quais as denúncias contra Jaques Wagner. Consta na decisão do ministro que a PGR requereu abertura da investigação criminal “em razão de fatos possivelmente ilícitos relacionados a Jaques Wagner, detentor, à época da pretensão formulada, de foro por prerrogativa de função, porquanto ocupava, comstatus de ministro.”

CNT: 62,4 % dos brasileiros aprovam o afastamento de Dilma

Para 68,2%, Dilma será cassada, e 71,4% acreditam que o ex-presidente Lula é culpado.

Para 68,2%, Dilma será cassada, e 71,4% acreditam que o ex-presidente Lula é culpado.

Pesquisa CNT/MDA divulgada hoje (8) perguntou o que o brasileiro pensa em relação ao impeachment da presidente Dilma Rousseff: 62,4% dos entrevistados consideram correta a decisão pelo afastamento e 33% avaliam como um erro. Enquanto 61,5% dizem que o processo foi legítimo, 33,3% avaliam que foi ilegítimo. Para 68,2%, Dilma será cassada e Temer permanecerá no cargo, 25,3% acreditam que Dilma reassumirá o cargo.

A pesquisa revela que 89,3% das pessoas dizem ter acompanhado ou ter ouvido falar da Lava Jato. Deste total, 66,9% consideram Dilma culpada pela corrupção que está sendo investigada (o que corresponde a 59,7% da população). Também dentro do percentual de pessoas que se disseram informadas sobre a Lava Jato, 71,4% acreditam que o ex-presidente Lula é culpado (o que corresponde a 63,7% do total de pessoas pesquisadas).

A democracia brasileira sairá fortalecida do processo de impeachment, segundo 45,6% dos entrevistados. Já 34,3% avaliam que a democracia sairá enfraquecida. A antecipação das eleições de 2018 para este ano é bem vista por 50,3% dos brasileiros, 46,1% discordam.

Governo Temer 

A pesquisa indica que 11,3% dos brasileiros avaliam positivamente e 28% negativamente o governo interino do presidente Michel Temer. Para 30,2% dos entrevistados, o atual governo é regular, enquanto 30,5% dizem não saber opinar.

No que se refere ao desempenho pessoal do presidente, 40,4% desaprovam, e 33,8% aprovam. Na comparação entre os governos Temer e Dilma Rousseff, 54,8% dos entrevistados disseram que os governos estão iguais e que não percebem nenhuma mudança no país desde que Temer assumiu interinamente o governo. Para 20,1%, o atual governo está melhor do que o anterior, enquanto 14,9% o consideram pior.

A pesquisa revela que 46,6% dos brasileiros acreditam que a corrupção no governo Temer será igual à ocorrida no governo Dilma. Ainda segundo a CNT, 28,3% acreditam que ela será menor; enquanto 18,6% avaliam que será ainda maior.

A pesquisa CNT/MDA ouviu 2002 pessoas em 137 municípios de 25 unidades federativas entre os dias 2 e 5 de junho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança.

Com Lava Jato, Odebrecht demite 50 mil e vê dívida em R$ 110 bilhões

Marcelo Odebrecht: o homem que desprezava dedo-duro entregou-se à delação.

Marcelo Odebrecht: o homem que desprezava dedo-duro entregou-se à delação.

Prestes a completar um ano de prisão, em 19 de junho, o executivo Marcelo Odebrecht está assinando um acordo de delação premiada. Mais do que aliviar a própria pena, o empresário busca salvar o grupo que carrega o seu sobrenome.

A reputação arranhada, somada ao ambiente adverso – com recessão, alta do dólar e crises profundas em alguns dos setores em que o grupo atua -, “está fazendo a empresa sangrar”, como definem executivos próximos à Odebrecht. O balanço consolidado de 2015, previsto para sair nos próximos dias – com mais de um mês de atraso – vai dar uma imagem parcial, pois a situação piorou nos últimos seis meses e ainda não há resultados oficiais do período recente.

Segundo o Estado apurou, a dívida bruta foi de R$ 88 bilhões em 2014 para R$ 110 bilhões, alta de 25%, efeito do dólar e dos juros, mas também da imposição de taxas maiores para sua rolagem A empresa renegocia mais de R$ 25 bilhões em dívidas de empresas do setor agroindustrial e de óleo e gás. Um laudo interno de avaliação dos ativos, feito regularmente para balizar o programa de bônus, pode trazer um cenário mais desagradável. Os próprios executivos acreditam que vai mostrar que o valor do grupo caiu à metade.

Conhecido pela baixa rotatividade e pela fidelidade da equipe, o grupo demitiu mais de 50 mil funcionários, reduzindo o contingente em quase um terço. A equipe voltou a ter praticamente o mesmo tamanho que seis anos atrás: 120 mil trabalhadores. Os cortes não ocorreram pelo ciclo natural de desmobilização de trabalhadores, com a conclusão de obras, mas por falta de novos contratos e até recursos para tocar projetos em andamento. ( Estadão)

Em acordo de delação, Marcelo Odebrecht revela que a presidente Dilma cobrou pessoalmente doação de campanha

Ao narrar o diálogo aos integrantes da Lava Jato, Odebrecht compromete a presidente afastada naquilo que ela alardeava como uma vantagem em relação aos demais políticos mencionados no Petrolão: a pretensa ausência de envolvimento pessoal num malfeito.

Ao narrar o diálogo aos integrantes da Lava Jato, Odebrecht compromete a presidente afastada naquilo que ela alardeava como uma vantagem em relação aos demais políticos mencionados no Petrolão: a pretensa ausência de envolvimento pessoal num malfeito.

A revista Istoé publicou nesta sexta-feira (03), matéria que expõe o diálogo que compromete Dilma.

Entre o primeiro e o segundo turno da eleição de 2014, o tesoureiro da campanha de Dilma, Edinho Silva, cobrou de Marcelo Odebrecht uma doação “por fora” no valor de R$ 12 milhões para serem repassados ao marqueteiro João Santana e ao PMDB. Marcelo se recusou a fazer o repasse, mas diante da insistência de Edinho disse que iria procurar Dilma. Dias depois, em encontro pessoal, o empreiteiro e a presidente afastada mantiveram a conversa abaixo:

– Presidente, resolvi procurar a sra. para saber o seguinte: é mesmo para efetuar o pagamento exigido pelo Edinho?, perguntou Odebrecht.

– É para pagar, respondeu Dilma.

Confira a matéria na íntegra clicando aqui.

Lava Jato mira nos 100 maiores da Lei Rouanet

Lava Jato bate recorde de bloqueio em contas na Suíça.

Lava Jato bate recorde de bloqueio em contas na Suíça.

A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba quer avançar agora sobre o financiamento de iniciativas culturais do País por meio da Lei Rouanet.

O delegado da Polícia Federal Eduardo Mauat encaminhou ofício ao Ministério da Transparência Fiscalização e Controle solicitando detalhes sobre os 100 maiores recebedores/captadores de recursos via Lei Rouanet nos últimos 10 anos. O pedido da PF foi enviado no dia 30, segunda-feira, a Fabiano Silveira, que até aquele dia ainda ocupava a cadeira de ministro da Transparência – ele caiu após a divulgação de áudio em que aparece criticando a Lava Jato e a Procuradoria-Geral da República. Silveira orientou o presidente do Senado Renan Calheiros, alvo de doze inquéritos no Supremo Tribunal Federal.

A Lei Rouanet foi criada no governo Fernando Collor (PTC/AL), em 1991. A legislação permite a captação de recursos para projetos culturais por meio de incentivos fiscais para as empresas e pessoas físicas. Na prática, a Lei Rouanet permite, por exemplo, que uma empresa privada direcione parte do dinheiro que iria recolher gastar com impostos para financiar propostas aprovadas pelo Ministério da Cultura para receber recursos. Leia mais no Estadão.

mega turbonet

novembro 2017
D S T Q Q S S
« out    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  
Aguarde as próximas enquetes...


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia