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:: ‘Operação Lava Jato’

Juízes dizem que Renan pensa que está ‘acima da lei’

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Foto de André Dusek/ Estadão

Os juízes federais declararam nesta segunda-feira, 24, que o senador Renan Calheiros (PMDB/AL) ‘pensa que está acima da lei’.

Os magistrados, por meio da Associação dos Juízes Federais, reagiram aos ataques de Renan, que chamou de ‘juizeco’ o colega deles, Vallisney de Souza Oliveira, da 10.ª Vara Federal de Brasília. Vallisney autorizou a deflagração da Operação Métis, da Polícia Federal, contra policiais legislativos que teriam realizado varreduras ilegais em gabinetes e residências de senadores e ex-senadores para embaraçar a Operação Lava Jato.

Nesta segunda, em entrevista, Renan declarou irritação com a extensão da Métis e criticou o juiz que a deflagrou, Vallisney Oliveira, a quem chamou de ‘juizeco’.

“Esse comportamento é típico daqueles que pensam que se encontram acima da lei”, diz texto divulgado pela Associação dos Juízes Federais, subscrito por seu presidente, Roberto Veloso.

“Vale lembrar que tal operação refere-se a varreduras, por agentes da polícia legislativa, em residências particulares de senadores para identificar eventuais escutas telefônicas instaladas com autorização judicial, com o propósito de obstruir investigações da Operação Lava Jato, o que, se confirmado, representa nítida afronta a ordens emanadas do Poder Judiciário”, destaca a nota.

Os juízes federais observam que o próprio Renan é alvo da Lava Jato. “A Operação Métis não envolveu qualquer ato que recaísse sobre autoridade com foro privilegiado, em que pese o presidente do Senado Federal seja um dos investigados da Operação Lava Jato, senão sobre agentes da polícia legislativa de tal Casa, que não gozam dessa prerrogativa, cabendo, assim, a decisão ao juiz de 1.ª instância.”

*Informações do Estadão

Eduardo Cunha é preso em Brasília

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O presidente cassado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi preso nesta quarta-feira, 19, em Brasília. O ex-deputado foi capturado preventivamente perto do prédio dele, na Asa Norte, em Brasília, por ordem do juiz federal Sérgio Moro.

A prisão foi decretada no âmbito da Operação Lava Jato, informou a Polícia Federal. O ex-deputado será levado para Curitiba, base da Lava Jato, até o final da tarde. Por volta das 13h40, Eduardo Cunha foi levado para o hangar da Polícia Federal, em Brasília, para embarque a capital paranaense.

Nova fase da Operação Lava Jato mira ex-ministro Guido Mantega

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A Operação Lava Jato deflagrou na manhã desta quinta-feira, 22, sua fase 34. Policiais federais estão nas ruas desde as 6h cumprindo mandados de buscas e apreensões.

Policiais estão neste momento na casa do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, em São Paulo. Mas o ex-ministro não estava no local. Ele se encontrava no Hospital Albert Einstein, na zona sul da cidade, onde acompanha a mulher e foi preso.

Segundo a PF, nesta fase da operação são investigados fatos relacionados à contratação por parte da Petrobras de empresas para a construção de duas plataformas (P-67 e P70) para a exploração de petróleo na camada do pré-sal.

A Federal cumpre mandados em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia e Distrito Federal. Em São Paulo, há 7 mandados de busca e apreensão, sendo um em Sorocaba, e dois de prisão.

Lava Jato: MPF denuncia Lula, Marisa Letícia e mais seis pessoas

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi denunciado à Justiça pela primeira vez no âmbito da Operação Lava Jato. O anúncio foi feito hoje (14) pela força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) responsável pela operação. A denúncia também inclui a esposa de Lula, Marisa Letícia da Silva, e outras seis pessoas.

Os detalhes da denúncia ainda não foram divulgados. Eles serão apresentados em uma entrevista coletiva com integrantes da força-tarefa, prevista para 15h.

Os procuradores afirmam que o ex-presidente recebeu vantagens indevidas referentes à reforma de um triplex em Guarujá (SP) feita pela empreiteira OAS. Segundo o MPF, a reforma foi oferecida a ele como compensação por ações do ex-presidente no esquema de corrupção da Petrobras.

A denúncia também inclui os nomes do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. Os outros quatro denunciados são pessoas ligadas à empreiteira Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Paulo Roberto Valente Gordilho, Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira.

O MPF investiga ainda se as obras realizadas pela Odebrecht em um sítio frequentado pela família de Lula em Atibaia (SP) também consistem em vantagens indevidas recebidas pelo petista. No entanto, nenhum representante dessa empreiteira foi incluído na denúncia apresentada hoje. ( Agência Brasil)

Léo Pinheiro confessa crimes a Moro e implica governo Dilma na Lava Jato

Estadão

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O ex-presidente da OAS José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, afirmou nesta terça-feira, 13, ao juiz federal Sérgio Moro, que o ex-ministro de Relações Institucionais do governo Dilma Rousseff Ricardo Berzoini participou de reunião na casa do ex-senador Gim Argello (PTB-DF) em que foi tratado da blindagem ao governo e às empreiteiras nas investigações da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobrás, em 2014. O empreiteiro teria pago propina no esquema.

É a primeira vez que Léo Pinheiro, que perdeu no último mês sua negociação de delação premiada com o Ministério Público Federal, confessa crimes no esquema de cartel e corrupção na Petrobrás. Ele foi interrogado por Moro em processo em que é réu por pagar propina de R$ 350 mil ao ex-senador Gim Argello, via doação a uma igreja.

Moro quis saber então se os crimes narrados pela força-tarefa da Lava Jato de propinas pagas para parlamentares para blindar investigados na CPMI, ele confirmou e citou a participação de outros executivos e de um ex-ministro do governo cassado.

Vídeo :

Moro e Dalagnol dizem que Lava Jato não é solução para o Brasil

Agência Brasil

O juiz federal Sérgio Moro, o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, e o procurador Deltan Dallagnol, no UniCEUB José Cruz/Agência Brasil.

O juiz federal Sérgio Moro, o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, e o procurador Deltan Dallagnol, no UniCEUB. Foto de José Cruz/Agência Brasil.

O juiz responsável pela Operação Lava Jato, Sérgio Moro, e o procurador da República que coordena a operação, Deltan Dalagnol, afirmaram hoje que o trabalho que realizam junto com a Polícia Federal, em Curitiba, de desarticular o esquema de desvios na Petrobras, não pode ser visto como o caminho para solucionar a corrupção no Brasil. Eles participaram hoje (10) da palestra Democracia, Corrupção e Justiça: diálogos para um país melhor, promovida pelo Centro Universitário de Brasília (Uniceub), em Brasília.

Desde a semana passada, Moro e Dalagnol assumiram uma defesa mais vocal de uma reforma estrutural das instituições. Nos últimos dias, eles também foram à Câmara dos Deputados para defender uma legislação mais dura contra a corrupção.

Os deputados foram obrigados a instalar uma comissão especial para discutir o tema, após o Ministério Público Federal (MPF) colher duas milhões de assinaturas em apoio a dez pontos de combate à corrupção defendidos pelo órgão. :: LEIA MAIS »

Polícia Federal pede perícia financeira e patrimonial de filhos de Lula

Fábio Luis Lula da Silva filho do ex-presidente Lula. Foto de Greg Salibian /folhapress

Fábio Luis Lula da Silva filho do ex-presidente Lula. Foto de Greg Salibian /folhapress

A Polícia Federal determinou a realização de perícias financeiras na documentação fiscal e bancárias dos filhos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luis e Claúdio Luis, e de seus sócios Fernando Bittar e Jonas Suassuna – donos oficiais do sítio de Atibaia (SP), que a Operação Lava Jato afirma ser do petista.

A PF quer saber se “há compatibilidade na movimentação financeira com os rendimentos declarados do investigado”, se “há compatibilidade na evolução patrimonial com os rendimentos declarados” ou “evolução patrimonial a descoberto” dos filhos de Lula. “Expeça-se memorando ao SETEC a fim de que sejam realizados exames econômico-financeiros na documentação bancária e fiscal da pessoa de Fábio Luís Lula da Silva”, determina o delegado, em despacho no inquérito da Lava Jato que apura a compra e as reformas do Sítio Santa Bárbara, em Atibaia, que teriam sido realizadas com recursos do esquema de corrupção da Petrobrás.

Além da Odebrecht e OAS, responsáveis pelas reformas, o pecuarista José Carlos Bumlai participou da reforma do imóvel. No mesmo despacho, o delegado Márcio Adriano Anselmo determinou que a ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva e o filho mais velho do casal Lula, Fábio Luís Lula da Silva, para prestarem “esclarecimentos” sobre a compra e reformas no Sítio Santa Bárbara. Bittar e Suassuna também serão interrogados. ( Estadão)

PF deflagra 33ª fase da Lava Jato com foco na construtora Queiroz Galvão

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A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (2) a 33ª fase da Operação Lava Jato, que tem como foco irregularidades cometidas pela construtora Queiroz Galvão, a terceira em volume de contratos com a Petrobras.

O objetivo dessa fase, denominada Resta Um, é investigar contratos para obras no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro e nas refinarias de Abreu e Lima (PE), do Vale do Paraíba (SP), Landulpho Alves (BA) e de Duque de Caxias (RJ).

Segundo a PF, a construtora integrava o chamado “cartel de empreiteiras”, com pagamentos de proprina sistemáticos a funcionários e diretores da Petrobras, assim como a partidos políticos.

Cerca de 150 policiais cumprem dois mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, seis de condução coercitiva e 23 de busca e apreensão. As ordens judiciais são cumpridas em São Paulo, no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, em Goiás, Pernambuco e Minas Gerais.

Documentos ligam Lula à trama para obstruir Lava Jato, diz Procuradoria

Estadão Conteúdo 

O senador Delcídio do Amaral disse que Lula e Dilma sabiam de tudo.

O senador Delcídio do Amaral disse que Lula e Dilma sabiam de tudo.

Na denúncia oferecida à Justiça, o Ministério Público Federal (MPF) relaciona documentos que comprovam reuniões e inúmeros telefonemas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros acusados de atuar para obstruir a Operação Lava Jato. Esses contatos ocorreram no mesmo período em que, segundo os investigadores, o grupo operacionalizava pagamentos de R$ 250 mil para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, que ameaçava delatar esquema de corrupção na Petrobras.

Na acusação, feita inicialmente pelo Procurador-Geral da República e reiterada pelo MPF do Distrito Federal após o caso ser remetido à Justiça Federal do DF com a perda de foro privilegiado de Delcídio, Rodrigo Janot afirma que Lula admitiu, quando foi ouvido durante a investigação, que chegou a tratar de “aspectos da Operação Lava Jato” em um dos encontros que manteve com Delcídio, mas negou ter participado ou mesmo saber de um esquema para comprar o silêncio de Cerveró. A denúncia se baseia nas colaborações do senador cassado Delcídio Amaral (ex-PT, agora sem partido), do assessor de Delcídio, Diogo Ferreira, e também em documentos e relatórios da Polícia Federal que comprovaram os encontros dos envolvidos e os saques de dinheiro da família Bumlai em cinco pagamentos de R$ 50 mil.




Perícia do TSE evidencia que a campanha de Dilma lavou dinheiro do Petrolão

Da Revista Istoé.

2431-brasil-tse-01No dia 20 de abril, a ministra Maria Thereza de Assis Moura, corregedora-geral da Justiça Eleitoral, autorizou a apuração das suspeitas de que a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff, em 2014, havia utilizado gráficas para lavar dinheiro do Petrolão. Na última semana, o relatório entrou em fase final de redação e uma perícia deverá ser oficialmente divulgada no próximo mês. ISTOÉ apurou que as evidências de lavagem de recursos desviados da Petrobras se confirmaram. As empresas VTPB, Focal e Red Seg não conseguiram comprovar que prestaram os serviços declarados durante as últimas eleições, o que reforçam os indícios de que eram mesmo de fachada e serviram de ponte para o pagamento de propinas do Petrolão. Juntas, elas receberam uma fábula da campanha de Dilma em 2014: R$ 52 milhões.

A Focal foi a segunda que mais recebeu recursos do PT, só ficando atrás do marqueteiro João Santana. Um total de R$ 24 milhões. Mas a gráfica, assim como a VTPB e a Red Seg, simplesmente não apresentou notas fiscais, comprovantes de pagamento, ordens de serviço, contratos trabalhistas ou de subcontratação de terceiros, além de extratos de transferências bancárias que justificassem as atividades exercidas para a campanha de Dilma a um custo milionário. Esses documentos eram fundamentais para provar que as gráficas não foram usadas como laranjas pelo PT para esquentar dinheiro ilegal. A ausência da papelada compromete a campanha de Dilma e incrementa o caldo político que pode levar ao seu afastamento definitivo em agosto, no derradeiro julgamento do impeachment. “A ausência da devida comprovação de gastos eleitorais, principalmente quando envolver altos valores, pode indicar a ocorrência de graves fraudes e até lavagem de dinheiro, com sérias consequências”, afirmou o presidente do TSE, Gilmar Mendes. Leia a matéria completa na Revista Istoé clicando AQUI.

Aliados aconselham Temer a indicar Moro para o Supremo

Juiz Sérgio Moro. Foto feita por Antonio Cunha.

Juiz Sérgio Moro. Foto feita por Antonio Cunha.

Considerada uma jogada arriscada por políticos que são alvo da Lava Jato, a indicação do juiz federal Sérgio Moro para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) é uma ideia que vem ganhando adesão de governadores e ministros.

De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, o presidente interino Michel Temer vem sendo aconselhado para indicar Moro, caso tenha direito no futuro a uma nomeação para a Corte Suprema. Ainda de acordo com a coluna, o juiz, que continua recusando em conversas recentes propostas de candidatura, não nega que seu sonho de vida é ser ministro do Supremo. :: LEIA MAIS »

PF deflagra operação contra fraudes no Centro de Pesquisa da Petrobrás

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A Polícia Federal deflagrou a Operação Abismo, 31ª fase da Lava Jato, nesta segunda-feira, 4. A ação, que tem apoio da Receita, cumpre 23 mandados de busca e apreensão e 1 de prisão preventiva, 4 custódias temporárias e 7 conduções coercitivas – quando o investigado é levado para depor e liberado – em São Paulo, no Rio e em Brasília.

O alvo principal é o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, que já está preso, contra quem a Abismo expediu um mandado de prisão preventiva. Paulo Ferreira foi capturado na Operação Custo Brasil, que mirou o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento/Governo Lula).

Cerca de 110 Policiais Federais e aproximadamente 20 servidores da Receita Federal estão cumprindo as determinações judiciais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

A investigação central desta fase da Operação Lava Jato tem o objetivo de apurar a fraude ao processo licitatório, o pagamento de valores indevidos a servidores da Petrobrás e o repasse de recursos a partido político em virtude do sucesso obtido por empresas privadas em contratações específicas como, por exemplo, o projeto de reforma do Cenpes – Centro de Pesquisas da Petrobrás – na Ilha do Fundão na cidade do Rio de Janeiro.

O nome Abismo é uma referência utilizada para a identificação desta nova fase da operação policial e remete, dentre outros aspectos, às tecnologias de exploração de gás e petróleo em águas profundas desenvolvidas no Cenpes, mas também à localização das instalações (Ilha do Fundão) e a demonstração que esquemas como estes identificados levaram a empresa aos recantos mais profundos da corrupção e da malversação do dinheiro público. ( Estadão)

Vídeo: Sérgio Moro é aplaudido durante show do Capital Inicial

Do Metrópoles

Moro foi aplaudido de pé pelas pessoas no Show.

Moro foi aplaudido de pé pelas pessoas no Show.

O juiz federal Sérgio Moro foi homenageado por centenas de pessoas durante um show realizado pela banda Capital Inicial nesse sábado (25/6) em Curitiba (PR). O magistrado foi aplaudido efusivamente após o vocalista do grupo, Dinho Ouro Preto, citar a presença do juiz, que acompanhava a apresentação no camarote do Teatro Positivo.

Antes de tocar a música “Que país é esse?”, o cantor afirmou que sempre dedicava a canção aos corruptos, mas que dessa vez faria diferente e homenagearia alguém que combatia as falcatruas realizadas do país, apontando, então, para o local onde Moro estava.

O público se virou para o juiz e o aplaudiu por aproximadamente um minuto. O magistrado levantou-se e acenou, agradecendo.

Vídeo :

PF prende Paulo Bernardo em operação que apura contratos de R$ 100 mi do Planejamento

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo (à esq.), e a mulher, a senadora Gleisi Hoffmann. Foto:Dida Sampaio/Estadão.

O ex-ministro do Planejamento, Paulo Bernardo (à esq.), e a mulher, a senadora Gleisi Hoffmann. Foto:Dida Sampaio/Estadão.

O ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento e Comunicações no governo Lula), marido da senador Gleisi Hoffmann (PT-PR), foi preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira, 23, em Brasília, na Operação Custo Brasil, o primeiro desdobramento da Operação Lava Jato em São Paulo. A ação decorre de fatiamento de uma investigação que estava no Supremo Tribunal Federal.

O ex-ministro Carlos Gabas foi alvo de condução coercitiva. A PF está ainda na casa do jornalista Leonardo Attuch.

A ação é conjunta da PF com o Ministério Público Federal e a Receita Federal do Brasil e apura o pagamento de propina, proveniente de contratos de prestação de serviços de informática, na ordem de R$ 100 milhões, entre os anos de 2010 e 2015, a pessoas ligadas a funcionários públicos e agentes públicos ligados ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG. Leia mais no Estadão 

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