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:: ‘Odebrecht’

Ministra Carmen Lúcia homologa as 77 delações da Odebrecht

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, homologou as delações dos executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht na Operação Lava Jato. Ela, no entanto, decidiu manter o sigilo das declarações. Conforme publicado pelo Estado no sábado, 28, a expectativa no Supremo e no Palácio do Planalto era de que as delações fossem homologadas pela presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, entre esta segunda-feira, 30, e terça-feira, 31, já que os juízes auxiliares da equipe do ministro Teori Zavascki, morto no dia 19, encerraram na sexta-feira, 27, as audiências com os 77 delatores da empreiteira. Esse é o último passo antes da confirmação dos acordos firmados por executivos e ex-executivos com o Ministério Público Federal. ( Estadão)

Cardozo prometeu ministro do STJ garantista, diz Odebrecht em delação

Agência O Globo

cardozoExecutivos da Odebrecht afirmaram, por meio dos advogados nas negociações para suas delações premiadas, que José Eduardo Cardozo (foto) prometeu que Dilma Rousseff nomearia um ministro do STJ de perfil “garantista” para a vaga que depois veio a ser ocupada por Marcelo Navarro Ribeiro Dantos.

Por garantista, entende-se um ministro favorável aos direitos de defesa, algo que, segundo a defesa de Marcelo Odebrecht, vem sendo violado pela Justiça ao mantê-lo quase um ano preso.

A afirmação na delação dos executivos da Odebrecht pode complicar a situação de Cardozo, que já é alvo de um pedido de inquérito por obstrução da Justiça.

Em sua delação, Delcídio Amaral afirmou que Dilma lançou uma ofensiva aos tribunais superiores na tentativa de influenciar os desdobramentos da Lava-Jato. Cardozo, segundo Delcídio, teria participado dessas ações.

Lula: PF investiga financiamento de US$ 400 milhões do BNDES

Estadão

Operação quer saber por que maior empreiteira do País, que recebeu o valor do Banco, pagou R$ 3,5 milhões a empresa de pequeno porte de Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho de uma ex-mulher do presidente Lula, para 'obras complexas'.

Operação quer saber por que maior empreiteira do País, que recebeu o valor do Banco, pagou R$ 3,5 milhões a empresa de pequeno porte de Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho de uma ex-mulher do presidente Lula, para ‘obras complexas’.

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram, na manhã desta sexta-feira, a Operação Janus. Um dos alvos é Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho do ex-presidente Lula, filho do irmão da primeira mulher do petista. Ele foi alvo de mandado de condução coercitiva. O sócio dele, José Manuel Camano, também foi levado a prestar depoimento.

Essa investigação, inicialmente instaurada para apurar suposto tráfico de influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para beneficiar a Odebrecht , se ampliou e resultou na operação de hoje, da qual Lula não é alvo. Os policiais cumprem quatro mandados de  busca e apreensão, dois de condução coercitiva e cinco intimações todos em Santos.

As medidas cumpridas hoje têm como meta esclarecer quais razões para a Odebrecht ter celebrado contratos, entre 2012 e 2015, com uma empresa de construção civil de pequeno porte com sede em Santos/SP para a realização de obras complexas em Angola. De acordo com a investigação, apenas por seus serviços nas obras de reforma do complexo hidrelétrico de Cambambe, a empresa recebeu R$ 3,5 milhões. A obra recebeu do BNDES financiamento que totalizava US$ 464 milhões.

O nome da operação é uma referência ao Deus romano Janus (ou Jano). A menção à divindade latina de duas faces, que olha ao mesmo tempo para o passado e para o futuro, quer mostrar como deve ser realizado o trabalho policial, sempre atento a todos os lados e aspectos da investigação.

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