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:: ‘Exército’

Nível de confiança dos brasileiros no Exército chega a 80%

O nível de confiança que os brasileiros depositam no Exército atingiu a marca de 80,3%. Foi o que mostrou uma pesquisa realizada pelo Instituto Qualitest Ciência e Tecnologia, contratada pelo Exército Brasileiro, com o objetivo de identificar a percepção que a sociedade carrega quanto à imagem da Instituição. Foram realizadas cerca de 2.000 entrevistas, com nível de confiabilidade de 95% e uma margem de erro de 2,2% para mais ou para menos. O levantamento foi realizado em todo território nacional, no primeiro trimestre de 2018.

O capital de confiança do Exército, conquistado junto à população brasileira, vem se sustentando ao longo dos anos, como atestam pesquisas realizadas por diferentes institutos. Esses resultados ressaltam o reconhecimento da sociedade brasileira pelo esforço dos integrantes da Força Terrestre de se fazerem presentes em inúmeras ações dentro ou fora do País.

A atuação do seu “Exército que nunca para” em cooperação na área de segurança, em obras de desenvolvimento, no patrulhamento de fronteiras, no desenvolvimento tecnológico, nas situações de esforço humanitário, como ocorre atualmente em Roraima, ou em missões de paz são parte dos grandes desafios que a Instituição enfrenta com entusiasmo e dedicação. Por essa razão, o índice de confiança, que alcança cerca de 160 milhões de brasileiros, constitui-se em um patrimônio forjado por homens e mulheres que representaram, representam e continuarão representando o seu Exército Brasileiro.

Em rede social, comandante do Exército posta mensagem de “repúdio à impunidade”

General mandou o recado pelo Twitter.

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, usou a rede social Twitter na noite de hoje (3) para declarar repúdio à impunidade no país. Em duas mensagens postadas na rede social, o general diz que a Constituição deve ser respeitada e que o Exército compartilha dos anseios da sociedade.

“Asseguro à Nação que o Exército brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais. Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do país e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?”, disse o comandante nas postagens.

Outros importantes generais se somaram à manifestação do comandante do Exército, Villas Boas, que disse compartilhar o anseio social de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição.

Alguns até publicaram gritos de guerra, como “Aço!” e “Selva!”.

É um rastilho de pólvora.

Temer revoga amanhã decreto de Dilma sobre competência das Forças Armadas

Foto de Emídio Marques/Arquivo JCS

Foto de Emídio Marques/Google

O presidente interino Michel Temer vai revogar amanhã (1º), em cerimônia no Palácio do Planalto, um decreto assinado ano passado pela presidenta afastada Dilma Rousseff, que retirou poderes dos comandantes das Forças Armadas.

O Decreto 8.515 transferiu para o ministro da Defesa a competência para assinar atos relativos a pessoal do Exército, Marinha e Aeronáutica, entre eles transferência para a reserva, reforma de oficiais da ativa e da reserva, promoção de oficiais e até mesmo nomeação de capelães militares.

Para o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general do Exército Sergio Etchegoyen, a revogação do decreto não representa uma “vitória” para o militares, apenas “repõe as coisas no leito da legalidade”.

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Unidade do Exército em Ilhéus completa 70 anos

Órgão é responsável pela fiscalização da venda de produtos controlados, como armamentos e explosivos também contribui com ações sociais, entre outras.

Órgão é responsável pela fiscalização da venda de produtos controlados, como armamentos e explosivos também contribui com ações sociais, entre outras.

A 18ª Circunscrição de Serviço Militar (CSM), instalada em Ilhéus, comemorou nesta sexta-feira, 70 anos de criação e 65 de funcionamento no município, durante solenidade realizada em sua sede, no bairro Cidade Nova. O ato foi conduzido pelo comandante da CSM, Major Serra, e contou com a participação do prefeito em exercício, Carlos Machado (Cacá), do padre Aldemiro Sena (Miro), os Majores da Polícia Militar, Rivas e Câmara, além de representantes regionais da Força Aérea e da Marinha, e ex-chefes e integrantes daquele órgão.

Na cerimônia, o comandante Serra fez um balanço das atividades desenvolvidas desde a criação da CSM, ainda como Circunscrição de Recrutamento, na cidade de Jequié, em 1946. Segundo ele, o órgão nasceu com o objetivo de formar soldados para mobilização terrestre nas microrregiões do extremo sul e sudeste da Bahia. “Hoje, a 18ª CSM é uma base regional de execução e fiscalização do serviço militar, tendo como finalidade principal coordenar, fiscalizar e executar os trabalhos relativos ao alistamento realizados pelas Delegacias de Serviço Militar e pelas Juntas de Serviço Militar da região”.

Homenagens – No ato desta sexta-feira, 20, o órgão, que integra a VI Região Militar, homenageou com o título Amigo da 18ª CSM, o delegado da Capitania dos Portos de Ilhéus, Capitão Luiz Carlos Mendes Juvenal, além de reconhecer os serviços prestados a ex-comandantes e integrantes da corporação.

Comandante-geral do Exército refuta possibilidade de intervenção militar

Agência Brasil

Comandante-geral do Exército, general Eduardo Villas Bôas.

Comandante-geral do Exército, general Eduardo Villas Bôas.

O comandante-geral do Exército, general Eduardo Villas Bôas, refutou nesta terça-feira (19) a possibilidade de intervenção das Forças Armadas no país em decorrência da atual crise política. A declaração foi feita em palestra sobre o Dia do Exército, no Centro Universitário de Brasília (UniCeub).

“As Forças Armadas não existem para fiscalizar governo nem para derrubar governos. Temos que contribuir para a legalidade, dar condição para que as instituições continuem trabalhando e encontrem caminhos para superar o que estamos vivendo. Vimos que os embates [políticos] têm sido acirrados, mas as instituições estão funcionando”, disse.

Villas Bôas disse que a intervenção militar de 1964 foi um erro das Forças Armadas. “O Brasil da década de 30 a 50 foi o país do mundo que mais cresceu, com Getúlio [Vargas], Juscelino [Kubistchek]. Nos governos militares nas décadas de 70 e 80, nós cometemos um erro, nós permitimos que a linha da Guerra Fria nos atingisse e o país que vinha num sentido de progresso, perdeu a coesão”, analisou.

O golpe militar de 31 de março de 1964 levou o Brasil ao mais longo período de interrupção democrática durante a República. Lembrados como “os anos de chumbo”, o período da ditadura foi marcado pela cassação de direitos civis, censura à imprensa, repressão violenta das manifestações populares, torturas e assassinatos.

União para sair da crise :: LEIA MAIS »

Cuba infiltrou militares no programa Mais Médicos

Deputado reeleito Jair Bolsonaro.

Deputado reeleito Jair Bolsonaro.

Informe reservado “Mensagem Direta de Inteligência” (MDI) ao ministro Celso Amorim (Defesa) atestou que a ditadura cubana infiltrou militares no programa Mais Médicos. A descoberta foi da Base de Administração e Apoio do Ibirapuera, do Comando Militar do Sudeste, em São Paulo, que recebe gente do Mais Médicos. Ouvido, um suspeito confessou ser capitão do Exército cubano, e que não está sozinho. Amorim nada fez.

Militares brasileiros desconfiaram do “médico” por seus hábitos de caserna (cama sempre arrumada, por exemplo). Era o capitão cubano.

A infiltração de militares no Mais Médicos repercutiu na Câmara. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) quer convocar Amorim a se explicar.

Bolsonaro avisa que não adianta Celso Amorim negar a existência do informe reservado que lhe foi enviado: ele obteve cópia do documento. Leia mais no Diário do Poder.

Exército pode deixar a região até sexta

Caminhão do Exército circulando pelas ruas de Ilhéus.

Caminhão do Exército circulando pelas ruas de Ilhéus.

O comando da 6ª Região Militar confirmou que o Exército pode retirar, até sexta-feira, 14, toda a tropa da região do conflito com supostos tupinambás, no sul da Bahia.

Desde a tarde de segunda-feira, os mais de 600 homens fazem apenas exercícios de rotina em Ilhéus, Una e Buerarema. As bases de pacificação foram desmontadas e o Exército suspendeu as abordagens na área rural.

As tropas se concentram apenas nas áreas urbanas dos três municípios, em atividades de rotina. O governador Jaques Wagner solicitou aos ministérios da Justiça e da Defesa a permanência das tropas das Forças Armadas no sul da Bahia.

Para isso, precisa ser prorrogado o Estado de Garantia da Lei e da Ordem. A expectativa é de que o despacho presidencial saia até esta quinta-feira. Desde 13 de fevereiro o Exército e as Forças Armadas estão no sul da Bahia.

Chegaram logo após a morte do agricultor Juraci Santana, em Una. Ele foi assassinado a tiros, na madrugada de 11 de fevereiro. O caso é investigado pela polícia civil mas ninguém foi preso, apesar dos suspeitos serem identificados. ( A Região )



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