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Aguarde as próximas enquetes...

:: ‘Eduardo Cunha’

Sérgio Moro deixará de investigar obstrução da Lava Jato por Eduardo Cunha

Juiz Sérgio Moro. Foto feita por Antonio Cunha.

O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, deixará de ser responsável por apurar uma suposta tentativa de obstrução da Lava Jato por parte do deputado cassado Eduardo Cunha. O caso é decorrente da delação premiada de Marcelo Odebrecht.

O ministro Edson Fachin, responsável pela Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, acatou um pedido da defesa de Cunha e determinou que o caso seja remetido à Justiça Federal do Distrito Federal, onde os atos ilegais teriam ocorrido.

Segundo os depoimentos de Odebrecht e também de Fernando Luiz Ayres da Cunha, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, Cunha pediu aos dois a contratação da empresa de consultoria Kroll para investigar inconsistência nas delações premiadas do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Yousseff.

Para Fachin, o fato da suposta obstrução ser relativa a processos em curso em Curitiba não é suficiente para que o caso fique a cargo de Moro, “pois não se revela, ao menos de forma aparente, qualquer liame objetivo, subjetivo ou probatório que justifique a concentração dos atos processuais”, escreveu o ministro na decisão divulgada nesta terça-feira.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, manifestou-se contra a retirada da frente de investigação das mãos de Moro, alegando que “não há como desvencilhar o pedido feito por Eduardo Cunha aos colaboradores do âmbito de incidência da Operação Lava Jato.”

Cantanhêde: “Cunha neutraliza teses que Moro só prende petista e empreiteiros”

Do Metro 1

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jornalista Eliane Cantanhêde

Colunista do Estadão e comentarista da Rádio Metrópole, a jornalista Eliane Cantanhêde falou em entrevista à Mário Kertész nesta quinta-feira (20), sobre a prisão do ex-presidente da Câmara dos deputados, Eduardo Cunha, na última quarta-feira (19).

Segundo Cantanhêde, a prisão de Cunha já era esperada, mas a concretização da medida assustou eleitores e políticos. “A Câmara esvaziou porque não interessava nem aos partidários do Cunha, do governo e nem da oposição discutir a prisão do Cunha. para a imagem do Congresso seria terrível, eles suspenderam rápido [a sessão que estava em curso], não queriam a lavação de roupa suja. O governo quer aprovar a PEC dos gastos na semana que vem, está empenhadíssimo”, disse.

De acordo com a comentarista, apesar da grande comemoração nas redes sociais causada pela prisão de Cunha, no âmbito político, ninguém pode comemorar a questão. “Porque PT, PCdoB e Rede, todo mundo dizendo que ele era culpado, mas a prisão do Cunha neutraliza a teses de que Moro só prende petista e empreiteiro. Ele era uma carta de ponta, frequentador do Planalto, a ordem ontem no Planalto era de silencio absoluto. Os ministros não querem levar a crise de Cunha para dentro do Planalto. Se o Cunha abrir a boca, ele conhece as entranhas do poder. O que o pessoal do governo diz é que o Temer fazia era pedir doações para candidatos do PMDB. Sabe-se lá o que ele pode contar numa delação premiada”, afirmou.

Mas a jornalista acredita que da prisão a uma possível delação premiada, ainda pode levar muito tempo. “O Marcelo Odebrecht tá preso há um ano e meio e não falou nada. A delação premiada é uma via de mão dupla, o preso tem que querer fazer e a justiça aceitar. Ele tem que contra coisas do arco da velha, coisas poderosas e importantes, isso demanda tempo. Isso demora, é uma negociação longa, tanto que o Odebrecht nem falou ainda”, completou.

*Informações do site Metro1.

Eduardo Cunha é preso em Brasília

cunha

O presidente cassado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi preso nesta quarta-feira, 19, em Brasília. O ex-deputado foi capturado preventivamente perto do prédio dele, na Asa Norte, em Brasília, por ordem do juiz federal Sérgio Moro.

A prisão foi decretada no âmbito da Operação Lava Jato, informou a Polícia Federal. O ex-deputado será levado para Curitiba, base da Lava Jato, até o final da tarde. Por volta das 13h40, Eduardo Cunha foi levado para o hangar da Polícia Federal, em Brasília, para embarque a capital paranaense.

Câmara deve decidir hoje futuro político de Eduardo Cunha

Brasília - Eduardo Cunha confirmou que estará pessoalmente na sessão e poderá se manifestar, reforçando sua defesa -José Cruz/Agência Brasil.

Brasília – Eduardo Cunha confirmou que estará pessoalmente na sessão e poderá se manifestar, reforçando sua defesa -José Cruz/Agência Brasil.

Relator do processo contra o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), quando o caso começou a tramitar no Conselho de Ética, o deputado Marcos Rogério (DEM-RO) será o primeiro a falar na sessão que definirá o futuro político do peemedebista, marcada para as 19h de hoje (12). De acordo com a Secretaria-Geral da Câmara, Rogério terá 25 minutos para apresentar os argumentos favoráveis à cassação do mandato de Cunha.

Depois de quase oito meses em que a representação esteve nas mãos do colegiado, Marcos Rogério formulou o parecer que resultou na continuidade do processo por um placar de 11 votos a nove, em junho. No texto, o parlamentar afirma que Cunha é o dono de pelo menos quatro contas na Suíça – Köpek; Triumph SP, Orion SP e Netherton – e classificou as contas como “verdadeiros laranjas de luxo”.

Os advogados de Cunha terão o mesmo tempo – 25 minutos – para rebater os argumentos de Rogério. O próprio Eduardo Cunha já confirmou que estará pessoalmente na sessão e também poderá se manifestar, reforçando, em 25 minutos, sua defesa.

Com a conclusão desta fase inicial, os deputados que forem se inscrevendo poderão falar por cinco minutos cada. Mas esta etapa da sessão pode ser interrompida a partir da fala do quarto parlamentar, se houver um acordo e a maioria em plenário decidir pelo fim da discussão.

A votação é nominal e o posicionamento de cada deputado será anunciado abertamente pelo painel eletrônico. São necessários 257 votos – equivalentes à maioria simples dos 513 deputados – para que Cunha perca o mandato como parlamentar.

Eduardo Cunha, que foi notificado sobre a sessão na última quinta-feira (8) pelo Diário Oficial da União, deve contar com o apoio de aliados que podem apresentar questões de ordem. O peemedebista quer que, a exemplo do que ocorreu no impeachment de Dilma Rousseff no Senado, a votação seja fatiada, ou seja, que os parlamentares decidam separadamente sobre a perda do cargo e sobre a perda dos direitos políticos. ( Agência Brasil)

Membro do Conselho, Bebeto defende cassação de Cunha: “Essa Casa não pode se apequenar”

Foto divulgação.

Foto divulgação.

Membro do Conselho de Ética, o deputado federal baiano Bebeto Galvão (PSB) afirmou que a representação do seu partido no colegiado votará pela cassação do deputado Eduardo Cunha, acusado de praticar “omissão deliberada” para esconder  “práticas ilícitas”. Durante sessão do Conselho nesta terça-feira (07), Bebeto fez um pronunciamento em defesa do relatório do deputado Marcos Rogério, que recomenda a cassação de Cunha. Para Bebeto, o parecer é substancioso e deixa claro que Cunha é o beneficiário direto das contas milionárias no exterior para fins ilícitos. “Nós do PSB vamos acompanhar o voto do relator, pela cassação do deputado Eduardo Cunha. Essa Casa não pode se apequenar, não pode temer, e terá sua autonomia resgatada pela posição deste conselho dando voto pela cassação do mandato”, disse Bebeto.

Maioria do STF aprova afastamento de Cunha

STF faz sessão para decidir afastamento de Eduardo Cunha.

STF faz sessão para decidir afastamento de Eduardo Cunha.

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu agora há pouco manter a decisão do ministro Teori Zavascki que determinou a suspensão do mandato parlamentar do deputado federal Eduardo Cunha e o afastamento dele da presidência da Câmara.

Até o momento, 08 dos 11 ministros acompanharam o relator, Teori Zavascki. Os votos foram proferidos pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber; Luiz Fux e Dias Toffoli,

Min. Gilmar Mendes acompanhou relator e ressalta que tema é de imensa complexidade e não pode ser matéria cotidiana

Mais cedo, o ministro Teori Zavascki determinou a suspensão do mandato parlamentar do deputado federal Eduardo Cunha e o afastamento da presidência da Câmara. O ministro atendeu a um pedido liminar do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Bebeto diz que misericórdia solicitada por Cunha foi atendida por Teori Zavascki

Bebeto_sobreImpeachment_foto_SergioFrancesO deputado federal Bebeto Galvão (PSB) comemorou a decisão do ministro do STF Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo, que afastou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do mandato de deputado federal e consequentemente do comando da Casa.

Bebeto comentou o fato ao lembrar da declaração de Eduardo Cunha ao dizer “sim” ao impeachment da presidente Dilma, quando o réu disse: “que Deus tenha misericórdia da nação”.

“Realmente, Deus teve misericórdia da nação. Cunha teve sua prece atendida, mas o réu só não esperava que a misericórdia de Deus fosse enviada através do ministro Teori Zavascki, que  deu o primeiro passo para livrai-nos do mal”, disse Bebeto.

Bebeto Galvão acrescenta que o afastamento de Eduardo Cunha representa uma vitória para toda nação brasileira, que clama pelo fim da impunidade e a permanência de Cunha à frente da Câmara Federal é uma verdadeira agressão à ordem brasileira estabelecida pela constituição. “Nós aguardávamos por isso há muito tempo, pois Cunha é o símbolo do retrocesso. Tchau, querido”, conclui Bebeto.

STF vai julgar hoje o pedido de afastamento de Cunha

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou ontem (04) que vai julgar hoje (5) o pedido da Rede Sustentabilidade de afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. A ação foi protocolada ontem na Corte e está sob a relatoria do ministro Marco Aurélio.

O partido sustenta que Cunha não pode permanecer na presidência da Câmara por ser réu em uma ação penal que tramita no STF sobre o suposto recebimento de U$S 5 milhões de propina em contratos de navios-sonda da Petrobras. Para o partido, Cunha está na linha sucessória da Presidência da República, cargo que não admite, de acordo com a Constituição, ser exercido por um réu. :: LEIA MAIS »

Janot diz que Cunha é alvo de mais seis investigações na PGR

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é alvo de mais seis inquéritos por fatos distintos, além das duas denúncias que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito das investigações da Operação Lava Jato.

A situação de Cunha foi tratada pelo procurador na manhã de hoje (22), durante palestra para alunos brasileiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, da Universidade de Cambridge, nos Estados Unidos.

De acordo com o procurador, dois dos seis inquéritos abertos para apurar fatos distintos em relação a Cunha estão em fase avançada e deverão “rapidamente” virar duas denúncias ao Supremo.

Perguntado por um aluno brasileiro sobre o papel da procuradoria para acelerar a ação na qual pediu ao STF afastamento de Cunha do cargo de presidente da Câmara, Janot respondeu que “o problema está com o Supremo”.

Em dezembro do ano passado, Janot pediu ao STF o afastamento de Cunha. O relator é o ministro Teori Zavascki, que ainda não tem data para liberar o processo para julgamento. :: LEIA MAIS »

Lula e Cunha são “adversários perfeitos um para o outro”, diz Roberto Jefferson

Roberto Jefferson (PTB/RJ) afirma que o país vive "briga de foice no escuro".

Roberto Jefferson (PTB/RJ) afirma que o país vive “briga de foice no escuro”.

O ex-deputado Roberto Jefferson (PTB/RJ), delator e posteriormente condenado no escândalo do mensalão, afirmou nesta segunda-feira (11) que o Brasil vive atualmente “uma briga de foice no escuro”, e que o ex-presidente Lula (PT) e deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) são “adversários perfeitos um para o outro”.

“Vale dedo no olho, puxão de cabelo, vale tudo. Esse tipo de guerra quem sabe lutar é o Cunha, é o Lula, então eles são os adversários perfeitos um para o outro”, disse o ex-deputado durante o programa “Roda Viva”, na “TV Cultura”.

Confira na íntegra a entrevista de Roberto Jefferson ao programa :

Cunha defende comissão mista para analisar propostas de parlamentarismo

950895-camara-_deputado_cunha-2Durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (14) no Salão Verde, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, defendeu a adoção do parlamentarismo no Brasil, mas não agora, para não caracterizar um golpe. Segundo ele, é preciso haver uma longa e detalhada análise de propostas de emendas à Constituição (PECs) sobre o tema por uma comissão mista da Câmara e do Senado Federal.

Cunha explicou que o parlamentarismo não pode surgir como forma de resolver a atual crise política, pois já se tentou isso no passado [pouco antes da instalação da ditadura militar em 1964] e não funcionou. “Uma PEC sobre isso não tramitaria na Câmara em menos de 180 dias”, observou.

Ele lembrou, ainda, que o Supremo Tribunal Federal (STF) terá que decidir se a instalação do parlamentarismo precisa passar por referendo popular. “Se o STF defender que tem de ser plebiscito, vamos fazer. Se a população referendar, tudo poderá ser possível”, avaliou.

Vale lembrar que em abril de 1993, a população brasileira rechaçou num plebiscito o parlamentarismo e também a monarquia, optando pelo regime presidencialista.

Bebeto assume titularidade no Conselho de Ética e participa de votação contra Eduardo Cunha

Deputado Federal Bebeto Galvão (PSB) vai participar da votação do conselho de ética.

Deputado Federal Bebeto Galvão (PSB) vai participar da votação do conselho de ética.

Esta terça-feira (1º) será um dia “daqueles” em Brasília. Os 21 membros do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, da Câmara dos Deputados, vão analisar e votar o parecer do deputado Fausto Pinato (PRB-SP), que recomenda pela continuidade das investigações contra o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Alvo da Operação Lava Jato, Cunha é investigado no colegiado por suposta quebra de decoro parlamentar porque teria mentido, em depoimento à CPI da Petrobras, ao dizer que não tem contas no exterior, além de não ter informado a existência dessas contas secretas.

exclusivoDos 21 membros do Conselho de Ética, que irão definir os rumos do processo contra Cunha, seis deputados são baianos. Um deles é Bebeto Galvão (PSB), que faz parte do colegiado na condição de suplente da cota do seu partido, mas como o titular Júlio Delgado (PSB-MG) está em uma viagem oficial do Congresso ao exterior, o socialista sulbaiano terá a incumbência de destinar o voto sobre a continuidade do processo. A nossa reportagem entrevistou Bebeto sobre como ele votaria nesta terça-feira, mas o deputado não antecipou publicamente o seu voto pois pode ter seu voto anulado pelo Conselho. “O que eu posso garantir é que eu não irei decepcionar a sociedade que neste momento clama por justiça, que clama por uma resposta a essa sequência de escândalos na política”, afirmou. Pelo visto, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, não terá vida fácil.

PMDB acusa Planalto de interferir nas investigações

Os peemedebista Renan Calheiros  e Eduardo Cunha acusam o governo.

Os peemedebista Renan Calheiros e Eduardo Cunha acusam o governo.

O comando peemedebista partiu para o ataque contra o governo federal e atribuiu interferência do Planalto na elaboração da lista de 34 parlamentares que serão investigados pelo Supremo Tribuna Federal a pedido da Procuradoria-Geral da República.

De acordo com a Folha de S. Paulo, quando confrontados com o fato de petistas ligados à Dilma, como Antonio Palocci, aparecerem na listas, os peemedebistas alegam que naturalmente aliados do governo seriam listados, para não configurar perseguição pura.

Para a legenda, os inquéritos vão se arrastar no tempo e a presidente, ao poucos, entrará mais no foco da crise.  O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi citado na peça da procuradoria como integrante do “núcleo político” de uma quadrilha formada para desviar recursos da estatal; o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi acusado pelo doleiro Alberto Yousseff de recebe propina por um contrato com a petroleira.

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