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:: ‘Citrus’

Vereador Jamil Ocké oficializa afastamento por 60 dias

O vereador Jamil Ocké (PP), preso na operação Citrus em 21 de março, acaba de protocolar na Câmara de Vereadores de Ilhéus um pedido de afastamento de 60 dias das sessões ordinárias.

No requerimento Jamil elenca o art. 86 do regimento interno da Câmara, segundo o qual, o vereador poderá licenciar-se, mediante requerimento dirigido à presidência que será sujeito à deliberação do plenário, em casos de interesses particulares, por um prazo nunca superior a 120 dias por sessão.

Com isso, ainda nesta terça-feira (04), o suplente da coligação do PP, o soldado da Polícia Militar, Luiz Carlos Escuta, toma posse. Segundo apurou o Blog Agravo, nesse período de 60 dias Jamil ficará sem remuneração e prerrogativas de vereador.

 

Um drink de suco de laranja para comemorar o fim do Jabismo

Jamesson Araújo

Neste sábado, batendo papo com alguns amigos, entre eles um cientista político, um assunto abordado me chamou atenção: de que o ano de 2017 é histórico para a política do município de Ilhéus. O fim do Jabismo!

Depois de mais de 30 anos sob a tutela do professor Jabes Ribeiro (PP), parece que a justiça sepultou qualquer chance de um integrante do grupo Jabista, que se resume a poucos, vir a ser prefeito de Ilhéus em um futuro próximo.

No poder nos últimos quatro anos, o grupo jabista se preparou para uma guerra contra o grupo da deputada Ângela Sousa e do seu filho e atual prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre: A primeira grande batalha foi perdida em 2016, com a derrota de Cacá Colchões (PP); a segunda com o anúncio do câncer de Jabes (que torcemos para que melhore); e para descartar qualquer vontade de emplacar um candidato em 2018, veio a operação Citrus que prendeu um de seus discípulos que poderia ser seu sucessor, o vereador mais votado de Ilhéus, Jamil Ocké.

No final de 2016, o ex-prefeito Jabes Ribeiro saiu com mais de 90 % de rejeição, e o tsunami que insiste em apagar o número 11 da cabeça dos ilheenses, também promete ser avassalador com a continuação da operação Citrus. Segundo informações chegadas a esse blogueiro, não vai ficar pedra sobre pedra no castelo Jabista.

A operação Citrus aumentou o pavor dos ilheenses ao grupo Jabista. Em 2013, fiz um artigo intitulado “Um fenômeno chamado Jabes Ribeiro”, onde colocamos a visão e fizemos a seguinte colocação, “Jabes não sabe administrar”. Está aí hoje a veracidade dos fatos!

Se formos analisar, todas as passagens do jabismo pelo poder foram prejudiciais à Ilhéus, principalmente a última, já que o grupo sabia que as chances de ser a última gestão eram muito grandes.

O Blog Agravo durante os quatros anos denunciou, comentou e até encaminhou às autoridades competentes o espelho que está acontecendo hoje. O erário foi surrupiado sem preocupação e com a certeza da impunidade, devido a força política do grupo Jabista no STF ,TJ/BA e TCM.

Mas há um ditado popular que reflete toda a situação; Antes tarde do que nunca!



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