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:: ‘Eleições’

Bolsonaro e PSL não pagaram para impulsionar conteúdo, diz Twitter ao TSE

O Twitter encaminhou hoje um ofício ao TSE afirmando que “as contas verificadas do candidato Jair Messias Bolsonaro e do partido político Partido Social Liberal (PSL) [@jairbolsonaro e @psl_nacional] não contrataram impulsionamento de qualquer conteúdo, seja este eleitoral ou não”, registra a Folha.

Para chegar à constatação, a empresa disse ter feito uma averiguação interna, mesmo lembrando que não permite anúncios de campanha eleitoral no Brasil e em outros três países — Marrocos, Paquistão e Coreia do Sul.

A resposta foi dada a Luís Roberto Barroso, relator no TSE da prestação de contas da campanha de Bolsonaro.

O ministro determinou na quinta-feira (8) a WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram e Google que respondessem, em um prazo de três dias, se houve contratação de disparos em massa a favor do candidato durante as eleições, seja por ele ou por qualquer outra pessoa.

Informações do site O Antagonista.

Bolsonaro anuncia doação de recursos arrecadados na campanha para Santa Casa de Juiz de Fora

Jair Bolsonaro.

Pelo Facebook nesta terça-feira (30), o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que vai doar o restante do arrecadado em sua campanha com doações individuais à Santa Casa de Juiz de Fora, onde realizou a cirurgia de emergência após ser alvo de atentado a faca.

“Nossa campanha custou cerca de R$ 1,5 milhão, menos que a metade do que foi arrecadado com doações individuais. Pretendo doar o restante para a Santa Casa de Juiz de Fora, onde nasci novamente. Acredito que aqueles que em mim confiaram estarão de acordo. Muito obrigado a todos!”, escreveu.

A vaquinha virtual do candidato do PSL conseguiu arrecadar mais de R$ 4 milhões.

Derrotado no segundo turno da eleição presidencial, o petista Fernando Haddad gastou 20 vezes mais do que Jair Bolsonaro, na campanha eleitoral. Segundo dados disponíveis do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha de Haddad declarou, até agora, despesas de R$ 34.400.867. Já Bolsonaro registrou na Justiça Eleitoral gastos de R$ 1.721.537.

Considerando a votação dos dois candidatos no segundo turno, cada voto de Haddad custou R$ 0,73 e de Bolsonaro, R$ 0,03. Ao final da apuração do segundo turno, Bolsonaro ficou com 57.797.847 votos (55,13%) e Haddad com 47.040.906 (44,87%). A prestação de contas disponível no TSE diz respeito à movimentação financeira das duas campanhas desde o primeiro turno.

Geraldo Simões: De cacique petista a porta bandeira

Geraldo Simões durante votação em Itabuna. Foto redes sociais.

O ex-prefeito de Itabuna, ex-deputado federal, compadre de Lula e ex- cacique político do PT no sul da Bahia, Geraldo Simões virou meme nas redes sociais.

Geraldo Simões que já estava em fase decrescente na política a um bom tempo, perdeu a eleição para deputado estadual em 2018, e apareceu neste domingo (28), portando uma bandeira do PT a lá militante do baixo clero petista.

A turma não perdoou. O radialista Val Cabral comentou “Seria inimaginável supor, há 10 anos, que o então maior líder do PT no sul da Bahia, Geraldo Simões (Cabeça de Pitu), estaria atualmente reduzido a isolado e insignificante, carregador de bandeira do PT”.

ACM Neto – um dos grandes derrotados nestas eleições

ACM Neto.

Com o final da eleição presidencial neste segundo turno, a avaliação é que o presidente nacional do DEM e prefeito de Salvador, ACM Neto, foi um dos grandes derrotados. Depois de recuar e desistir da candidatura ao governo da Bahia e sofrer uma derrota vexatória para o PT no primeiro turno, a votação de Haddad na Bahia no segundo turno com 72 % dos votos, diminuiu o tamanho de ACM como líder.

A maior derrota foi na cidade a qual ACM Neto administra em Salvador o candidato do PT teve 68,59%.

Nos bastidores da política baiana já há uma conversa que muitos aliados de ACM Neto devem migrar para o PSL, partido de Bolsonaro, assim forma uma nova composição política na Bahia.

Bolsonaro diz que cumprirá promessas e governará com a Constituição

O presidente eleito do país Jair Bolsonaro (PSL) usou sua conta oficial no Facebook, que tem mais de 8 milhões de seguidores, para transmitir seu primeiro discurso após a vitória. Com mais de 97% das urnas apuradas, o pesselista obteve pouco mais de 55% dos votos válidos, contra 44% de Fernando Haddad (PT).

Foram quase 8 minutos de pronunciamento na rede social, ao lado de sua esposa, Michele, e de uma tradutora de Libras (Língua Brasileira de Sinais). As imagens foram gravadas na casa do próprio candidato eleito. Sobre a mesa, havia exemplares da Bíblia, da Constituição e de um livro sobre o ex-primeiro ministro britânico Wiston Churchill, que liderou o Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial.

Inicialmente, Bolsonaro fez uma referência religiosa e agradeceu aos médicos que cuidaram de sua saúde, após o atentando à faca que sofreu no dia 6 de setembro. “Fizemos uma campanha diferente das outras. Nossa bandeira e nosso slogan, fui buscar naquilo que muitos chamam de caixa de ferramentas para consertar o homem e a mulher: a Bíblia sagrada”,

Ele lembrou que tomou a decisão de disputar a Presidência da República há quatro anos. “A verdade tem que começar a valer dentro dos lares, até o ponto mais alto, que é a Presidência da República. O povo, mais que o dever, tem o direito de saber o que acontece em seu país. Graças à Deus, essa verdade o povo entendeu perfeitamente. Alguém sem um grande partido, sem um fundo partidário, com grande parte da grande mídia o tempo todo criticando, colocando-me numa situação, muitas vezes, próximo a uma situação vexatória”.

Sem fazer referência a Fernando Haddad, o presidente eleito falou que o país clamava por mudança e fez críticas à esquerda, prometendo governar sem indicações políticas. “Não podíamos mais continuar flertando com o socialismo, o comunismo e o extremismo da esquerda. (…) O que eu mais quero, seguindo o ensinamento de Deus, ao lado da Constituição brasileira, inspirando-se em grandes líderes mundiais e com uma boa assessoria técnica e profissional, isenta de indicações políticas de praxe, começar a fazer um governo, a partir do ano que vem, que possa colocar o Brasil em um lugar de destaque”, afirmou.

Bolsonaro disse ainda que terá governabilidade, “dado os contatos que fizemos ao longo dos últimos anos” e disse que “todos os compromissos assumidos com essas bandeiras serão cumpridos, com o povo em cada local do Brasil em que estive presente”.

Pronunciamento

Minutos depois, Bolsonaro falou em rede nacional, para emissoras de rádio e televisão do país. Antes de ler o discurso escrito, houve um rápido momento de oração, puxado pelo senador Magno Malta (PR), integrante da bancada evangélica e aliado do presidente eleito. Nesse segundo pronunciamento, Bolsonaro voltou a agradecer a Deus e ao povo brasileiro e falou dos diversos compromissos assumidos.

“O que ocorreu hoje na urnas não foi a vitória de um partido, mas a celebração de um país pela liberdade. O compromisso que assumimos foi fazer um governo decente. Nosso governo será formado por pessoas com o mesmo propósito de transformar nosso país em uma grande, livre e próspera nação. Trabalhermos dia e noite para isso”, afirmou.

Em seguida, defendeu as liberdades de empreender, política, religiosa e de informar e ser informado. Bolsonaro disse que “não existem brasileiros do Sul e do Norte. Somos todos um só país, somos todos uma só nação”. Ao se dirigir aos jovens, ele disse que vai governar “com os olhos nas futuras gerações e não na próxima eleição”.

Federação

Bolsonaro falou também em “desamarrar” o Brasil e disse que vai descentralizar a liberação de recursos para os municípios. “Os recursos federais irão diretamente do governo central para os estados e municípios. Precisamos de mais Brasil e menos Brasília”.

Economia

O presidente eleito prometeu reduzir o tamanho do Estado. “O governo dará um passo atrás, reduzindo sua esturutura e cortando privilégios, para que a sociedade dê muitos passos à frente”. Afirmou que terá compromisso com o emprego, a renda e o equilíbrio fiscal. O pesselista defendeu o direito de propriedade e falou em “quebrar o ciclo vicioso do crescimento da dívida [pública]”. Ele disse que é preciso eliminar o déficit primário “o mais rápido possível e converter em superávit”.

Política externa

Bolsonaro fez referência à política externa do país e disse que vai libertar o Itamaraty do que chamou de “viés de esquerda”: “O Brasil deixará de estar apartado das nações desenvolvidas”, afirmou.

Ao ser questionado por um repórter que mensagem ele teria para o conjunto de eleitores, inclusive os que não o elegeram, Bolsonaro prometeu trabalhar pela pacificação do país. “Vamos pacificar o Brasil e, sob a Constituição e as leis, vamos construir uma grande nação”, afirmou.

Haddad agradece votos recebidos e promete oposição pela democracia

O candidato Fernando Haddad faz pronunciamento após a divulgação do resultado das eleições presidenciais.

Recebido entre palmas de correligionários, lideranças de PT, PROS, PCdoB, PSOL e movimentos sociais, o candidato derrotado à presidente da República, Fernando Haddad, agradeceu na noite de hoje (28) os 46 milhões de votos no segundo turno das eleições.

Em tom firme, Haddad discursou por cerca de dez minutos e garantiu que se manterá na oposição parafraseando o hino nacional. “Verás que um professor não foge à luta. Nem teme quem adora a liberdade a própria morte”, afirmou, ao lado da esposa, Ana Estela Haddad, seus filhos Bernardo e Ana Carolina, sua mãe, e irmãs.

Democracia

Haddad ressaltou que há um longo período as “instituições são colocadas à prova a todo instante” e que soberania nacional e a democracia são valores que estão “acima de todos nós.”

“Temos uma tarefa enorme no país, que é em nome da democracia, defender o pensamento, as liberdades desses 45 milhões de brasileiros”, argumentou. “Parte expressiva do povo brasileiro precisa ser respeitada nesse momento”, completou.

Haddad subiu ao palco acompanhado da vice, Manoela d’Ávila, que carregava sua filha Laura no colo, do ex-candidato à presidência pelo PSOL, Guilherme Boulos, da ex-presidente Dilma Rousseff e de outros políticos de esquerda.

Trump para Bolsonaro: “Vamos ser grandes parceiros”

Bolsonaro recebe ligação de Trump.

Segundo o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, o presidente americano, Donald Trump, telefonou para Bolsonaro, parabenizando-o pela vitória.

“Vamos ser grandes parceiros”, disse o presidente americano, que também lhe desejou “boa sorte”.

Bolsonaro agradeceu.

Jair Messias Bolsonaro é eleito presidente do Brasil

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) praticamente encerrou a apuração da votação em segundo turno das Eleições 2018, realizada neste domingo (28/10). Em todo o Brasil, 92 % das urnas foram apuradas e Jair Bolsonaro (PSL) lidera com 55,7%.

O candidato do PT, Fernando Haddad, aparece com 44,3% dos votos válidos.

TSE: 1.956 urnas foram substituídas no País e 35 pessoas foram presas

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou que até meio-dia, 35 pessoas foram presas no País em ocorrências relacionadas às eleições, 1.956 urnas tiveram de ser substituídas, o que representa 0,38% do total.

São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais continuam liderando com o maior número de trocas. Foram 339 no primeiro estado, 266 no segundo e 204 no terceiro. Nenhuma seção eleitoral precisou, até o momento, utilizar algum tipo de votação manual, segundo informação do TSE.

De acordo com o Tribunal, foram registradas 81 ocorrências de crimes eleitorais em todo o País, sendo que destes, 35 resultaram em prisão. Nenhum candidato está entre os envolvidos.

As informações são preliminares e os números definitivos só serão contabilizados ao final da eleição.

 NormalidadeA presidente da missão de observadores da Organização de Estados Americanos (OEA)para as eleições brasileiras, Laura Chinchilla, disse há pouco que as votações neste segundo turno ocorrem dentro da normalidade e que não há nenhuma notícia sobre problemas em todo o País.

Junto de sua comitiva da OEA, Laura visitou seções eleitorais de um colégio particular em Brasília. “Estamos observando que tudo está transcorrendo de forma muito tranquila e organizada, assim como no primeiro turno das eleições”, disse.

Laura Chinchilla disse que continuará acompanhando todo o processo, até a conclusão da votação e a apuração dos resultados.

País pode ter maior mudança desde fim da Ditadura, dizem jornais dos EUA

Os principais jornais dos EUA trazem como destaque neste domingo a eleição presidencial no Brasil e enfatizam que o resultado pode sinalizar a “maior mudança política no País desde o fim da ditadura militar em 1985”, como destacou o The New York Times.

O jornal nova-iorquino destaca a vida política do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, afirmando que uma vitória pode sinalizar “o desmoronamento de grande parte do establishment político, dominado pelo Partido dos Trabalhadores desde 2002”.

Além disso, apontou os erros de campanha de seu oponente pelo PT, Fernando Haddad, “que começou apenas um mês antes do primeiro turno e enfrentou seus próprios desafios” com a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“A ascensão meteórica de Bolsonaro é ainda mais notável porque ele fez campanha com um orçamento apertado, confiando principalmente nas mídias sociais, enquanto seus rivais desfrutavam de generosos recursos públicos e cobiçavam as vagas de televisão e rádio”, pontuou o jornal.

Ciro diz que não quer tomar lado

Ciro Gomes (PDT).

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, derrotado no primeiro turno, divulgou um vídeo neste sábado (27) no qual diz que não quer tomar lado na disputa presidencial e pede que a população vote pela democracia, contra a intolerância e pelo pluralismo.

Ele afirmou também que “ninguém está obrigado a votar contra convicções e ideologias”.

Ciro acrescentou que decidiu não se posicionar por uma “razão muito prática”, mas não quis revelar, neste momento, qual o motivo, porque, se não pode ajudar, não quer “atrapalhar”.

Neste domingo (28), os eleitores vão decidir quem será o presidente do Brasil pelos próximos quatro anos. Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) disputam o segundo turno.

Professor na Paraíba foi agredido em ação política, diz diretor de hospital

Alunos e professores manifestaram revolta contra a agressão que o professor Anunciado Alves de Melo teria sofrido dentro do campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na última terça-feira (23).

O professor de 70 anos que teria sido empurrado e xingado numa discussão com sindicalistas na Universidade Federal de Campina Grande.

O juiz eleitoral Horácio Ferreira de Melo Júnior citou o caso como um dos fatos que o levaram a ordenar a busca de material de campanha irregular na UFCG. O diretor do hospital da universidade repudiou a agressão.

O superintendente do Hospital Universitário Alcides Carneiro publicou nota de repúdio sobre a agressão.

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