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:: ‘Artigo’

Golpe de mestre

Opinião publicada no Jornal Estadão

O Brasil está sofrendo prejuízos incalculáveis com as delações dos donos da JBS. Mas houve quem saísse no lucro – em especial os próprios delatores. E que lucro.

O acordo para a delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, fechado com o Ministério Público Federal, prevê imunidade completa para os dois. Eles não passarão um minuto sequer na cadeia nem terão de usar tornozeleira eletrônica, podendo deslocar-se pelo mundo como bem entenderem, inclusive com residência fora do País. Tampouco serão obrigados a deixar o comando da JBS. A única punição para os Batistas será o pagamento de uma multa, além da entrega dos negócios ilegais da JBS.

Foi um negócio da China. A ser verdade o que relataram aos procuradores, os Batistas cometeram diversos crimes. Na gravação que chegou ao conhecimento do público e que está no centro da crise enfrentada pelo governo de Michel Temer, Joesley comenta com o presidente que comprou políticos e até um procurador da República para obter informações sobre investigações contra a JBS. Em outros anexos, o empresário relata como corrompeu dúzias de parlamentares, servidores públicos e partidos.

Tudo isso deveria ser suficiente para condenar os irmãos Batista a uma longa temporada na cadeia e a JBS a perdas proporcionais aos estragos que causou, a exemplo do que está acontecendo com Marcelo Odebrecht e a empreiteira que leva seu sobrenome. Mas, por razões que somente a Procuradoria-Geral da República será capaz de explicar, nada disso vai acontecer. :: LEIA MAIS »

Elias Reis presta homenagem ao radialista Altamiro Viana da Silva, o Zé tiro-seco

Altamiro Viana da Silva, conhecido como Zé tiro-seco, brasileiro, baiano, ilheense, nascido no dia 10 de fevereiro de 1937, Aquariano, vascaíno, apaixonado por filme de ação e guerra, católico, devoto de São Cosme e São Damião, foi casado por 44 anos com a sua companheira Sra. Hilda Leite da Silva (Falecida no dia 11/06/2011, às 05h da manhã, aos 74 anos de idade. D. Hilda faleceu em casa, vitima de consequências múltiplas).

Com D. Hilda tiveram dois filhos, Paulo Roberto Leite da Silva (Beto Leite), locutor da Morena FM, e Sandra Regina Leite da Silva, professora. Tem seis netos: Amanda, Fernanda, Paula, Letícia, Natalia e Paulo. Tem sido a alegria do vô coruja.

Altamiro criador de Zé tiro-seco, o tipo caipira, roceiro, matuto ou mesmo tabaréu mais famoso do sul da Bahia. Antes do Rádio já foi comerciante na cidade de Ilhéus. Também trabalhou na loja Rosemblit, dos empresários Simon Rosemblit e do seu sócio Moisés Bohana de Oliveira, isso na década de 50.

Ainda jovem Altamiro Viana despertou para a locução. Começou a ter contato com o microfone justamente numa estação de alto-falante do antigo bairro Ponta da Pedra. Lá, iniciou os seus primeiros passos ao lado de Valdenir Andrade e mestre Zizinho do barco. :: LEIA MAIS »

REFLEXÃO DO DIA – Políticas Públicas em Ilhéus

Há muito tempo que Ilhéus é uma INCERTEZA E UMA IRREALIDADE. Tudo na nossa terrinha é HIPOTÉTICO. Acho interessante quando dizem: “Ilhéus é uma cidade bela”. Concordo que tem beleza natural, a exemplos das praias e do seu relevo, todavia sou partidário de que para alguma cidade ser bela tem que ser BOA e LIMPA, do contrário não é bela! O que vou comentar agora são fatos históricos:

Não tem na cidade de Ilhéus BOM saneamento sanitário! Boa coleta de lixo! BOA Educação Pública! BOA saúde Pública! BOA mobilidade urbana! BOA  Segurança Pública – no tocante mormente  à Guarda Municipal e Agente de trânsito no seu aparelhamento e quantidade de profissionais – para a proteção das pessoas. BOM disciplinamento no trânsito! BONS preços no comércio da cidade! BOM sistema de transporte público municipal, etc.

As pessoas em Ilhéus, na sua maioria, não estão tendo um BOM astral. Tudo isso porque não se teve em Ilhéus, nesses últimos 50 anos aproximadamente, até dezembro de 2016 uma BOA Equipe de gestores públicos que repensassem uma Ilhéus modernizadora. Sabe por quê? Porque os eleitores, no geral, não foram BONS ao outorgarem seus votos e muitos deles – “dirigentes” de algumas empresas – continuam em tratativas de  propinas em troca de favores futuros que lhes beneficiem materialmente…Chega de chamar a nossa Ilhéus de BELA! Ela está RUIM e bastante desorganizada e por efeito bem FEINHA. Infelizmente…

Ilhéus precisa urgentemente de tratamento para voltar a ser BELA e BOA CIDADE como fora nos tempos dos nossos pais e avós. Os eleitores precisam ser BONS nas urnas, denunciando  qualquer “candidato” inescrupuloso que quer comprar o seu voto e dos seus amigos e parentes.

Os cidadãos e cidadãs Ilheenses devem participar de forma incansável das gestões públicas sugerindo e cobrando dos seus mandatários, para que a cidade volte a ser BELA…

À título de exemplo do que se enumerou acima, a questão da educação “pública” em Ilhéus continua sucateada, ou seja, os professores durante muitos anos sem receber os devidos aumentos, os distritos sem escolas públicas decentes, sem boas estradas para o ir e vir dos moradores, principalmente estudantes e idosos e os “turistas” amargando acessos “rodoviários” horríveis quando vão visitar esses lugares históricos da nossa cidade. Que situação chegou ILHÉUS!

No quesito de Segurança Pública Municipal, é preciso que se aumente e que se dê treinamento efetivo à Corporação, treine toda a Guarda Municipal adequadamente para que as pessoas tenham mais tranquilidade para viver em Ilhéus e  visitá-la com efetiva segurança. A Segurança Pública de uma cidade não pode ficar apenas adstrita à Polícia Civil, Federal e Militar, é preciso desenvolver um projeto de melhoria funcional da Guarda Municipal, na cidade de Ilhéus, à luz da Lei 13.022  de 08 de agosto de 2014 que criou o Estatuto geral das Guardas Municipais. A referida Lei normatiza, complementando, o parágrafo 8.º do art. 144 da Constituição da República Federativa do Brasil, o qual prevê: “Os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei”. “Kruschewsky Gustavo Cezar do Amaral”. Políticas Públicas: notadamente na cidade de Ilhéus – Bahia. Ibicaraí: Via Litterarum, 2015. P.47.

Outra questão que se deve considerar fundamental para a beleza de uma cidade é: “A relevância profissional dos Agentes de Trânsito por efeito da Emenda Constitucional  n.º 82” – Kruschewsky, Gustavo Cezar do Amaral. Políticas Públicas: notadamente na cidade de Ilhéus – Bahia. Ibicaraí: “Via Litterarum, 2015, P. 51.”

Ainda se deve argumentar que cabe também à administração municipal fazer a sua parte fiscalizando estabelecimentos comerciais a fim de, junto ao PROCON, coibir esse fenômeno de preços altos que atingem, muitas vezes de forma ilícita,  o bolso do consumidor. Acresce que já se deveria ter em Ilhéus – apenas a título de sugestão – uma Delegacia especializada  em crimes contra a economia e proteção ao consumidor – Delcon. Segundo informações “as competências da Delcon estão previstas nos artigos 61 a 80 do Código de Defesa do Consumidor, que estabelecem as infrações penais das relações de consumo, ou seja, os crimes, pelos quais o fornecedor pode cumprir pena atrás das grades. Entre os principais,  a cobrança vexatória, a publicidade enganosa, a venda de produtos sem nota fiscal ou certificado de garantia e a venda de um produto em condições que possam ser perigosas à saúde do consumidor”.         

Vamos aguardar o novo prefeito que assumiu a prefeitura no começo do ano de 2017, para que se comece a resgatar a beleza de Ilhéus e os serviços públicos apareçam para a felicidade de todos.

O jogo das duas partes

Por Gustavo Kruschewsky

A ideia  desse artigo, com base poética,  é  para o leitor refletir,  sem pugilato, compreendendo – aceitando ou não – as oposições que existem nos diversos grupos da sociedade, e que avançam sem parar no mundo de hoje.

O nosso coração deve viver no amor diário! E esse amor deve ser extensivo até aos inimigos…Você não DEVE SER inimigo do inimigo , mas, infelizmente, ele é seu inimigo…

Observe o que diz RAJNEESH:

“Mas se você está preso à mente racional, torna-se difícil, porque da desarmonia nasce a mais bela harmonia: a oposição traz concórdia – AME O INIMIGO… A vida não terá nenhum sabor se a oposição for simplesmente destruída. Imagine um mundo onde não exista o mal. Você acha que existirá o bem? Imagine se não existissem pecadores. Você acha que todos seriam santos? O santo não pode existir sem o pecador – ele precisa do pecador. O pecador não pode existir sem o santo – ele precisa do santo. Existe uma harmonia, uma harmonia oculta: são polaridades.”

Digo eu

SENSACIONAL: As polaridades não são desarmônicas, são harmônicas, só que estão ocultas… A harmonia é oculta e não APARENTE…O aparente na sociedade moderna é sempre falso como pode ser falsa a afirmação quando a pessoa diz: “Eu te amo”.

Será que ama mesmo? Se amasse verdadeiramente aceitaria as divergências, não seria exigente, amaria o próximo sem ser amado ou aceitaria a forma que o outro ama, e não  apenas com base nos seus próprios desejos e entendimento do que seja o “amor”, que confunde muito com o sexo. Um absurdo! É querer uma HARMONIA APARENTE, sem aceitar a oposição…É apenas jogo de interesse, a fim de encher seu ego de mera satisfação pessoal. É a busca da pseudo felicidade pessoal e egoística, SEM RESPEITAR O OUTRO e seus arrufos de oposições.

E RAJNEESH COMPLETA com base nos fragmentos do poeta e filósofo HERÁCLITO:

“E A VIDA É BELA POR CAUSA DE AMBOS” (do pecador e do santo) grifos meus… Para ele: “Deus não pode existir sem o Demônio. Deus é eterno, o Demônio também é eterno”.

Digo eu: Esse é o grande jogo POLAR…. Se todos ficarem do lado de Deus o Demônio some? Ou, se todos ficarem do lado do Demônio? Perguntar-se-á.

*Gustavo  Cezar do Amaral Kruschewsky é Professor  e  Advogado.

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Siga o exemplo de JACIRA  !

Por Gustavo Cezar do Amaral Kruschewsky

Zoé, ao iniciar o gozo da sua aposentação das atividades acadêmicas, recebeu um telefonema de uma jovem mulher reclamando que estava acima do peso corporal. Segundo ela, alcançava 84 quilos com apenas um metro e sessenta e três centímetros de altura. Marcou um horário no seu espaço acadêmico a fim de ouvi-la e tomar as providências necessárias.

No dia e hora aprazados recebeu a jovem que contava com apenas vinte e dois anos de idade, apontou a cadeira para sentar-se e começou a sua tarefa, inicialmente anamnésica, dando inicio às perguntas que cabiam no caso! – O que você ingere no seu dia a dia? Jacira, um pouco acabrunhada, respondeu que ingeria muito doce, macarrão, arroz branco, cerveja, refrigerantes diversos, abará, acarajé, vatapá, feijoada, muito pão e outros alimentos com farinha branca! Era o básico que fazia parte da sua alimentação diária.

O aposentado neófito continuou sua anamnese: – Há quanto tempo não faz atividade física? Respondeu Jacira: – Danço muito no Mar Aberto aos sábados, só que bebo muita cerveja no baile. Zoé não suportou e deu uma risadinha discreta, continuando a sua anamnese: – Bebe que quantidade de água por dia? Afirmou a manceba, já com aspecto de envelhecimento precoce: – Alguns copinhos quando me lembro de beber! Então Zoé perguntou com um pouco de ênfase: – Você quer mesmo emagrecer? Respondeu Jacira: – Quero sim. – Então, continuou Zoé – Vá, a partir de agora e lembre-se de beber dois litros de água por dia, reduza ou abstenha-se de bebida alcoólica, procure urgentemente um nutricionista e um médico clínico para que eles encaminhem você para realização de exames e orientem a sua alimentação, cumpra as prescrições dos especialistas. Ouviu? – Cumprirei. Replicou Jacira. – Depois, marcaremos a data do seu retorno a fim de que seja iniciado um programa de atividades físicas pertinentes para o seu objetivo principal que é o emagrecimento corporal. Jacira agradeceu, fez o pagamento pelo serviço de consultoria prestado por Zoé e se despediu.

Dias depois, a consulente telefonou a fim de marcar o retorno da consulta! Ao chegar ao espaço acadêmico, verificou que Jacira estava com o rosto mais corado e ela foi logo dizendo: – Parei de beber cerveja, estou bebendo dois litros de água por dia! Meu nutricionista, Dr. Omar, passou essa dieta para mim e o Dr. Carlos Binho esses exames, que já fiz e trago aqui os resultados. Zoé passou a verificar os resultados dos exames e a dieta recomendada para Jacira, detectou que o nível de açúcar estava um pouco alto, seguida da taxa de colesterol acima do normal, inclusive o colesterol HDL estava baixo. Não é pra menos! Falou Zoé pra os seus botões.

Argumentou, dirigindo-se a consulente: – Agora iniciaremos gradativamente a prescrição das atividades físicas próprias para o seu caso. Observe, orientarei pessoalmente as atividades físicas básicas durante seis meses, depois, durante seis meses, você realizará sozinha essas e outras atividades com base em tudo que foi orientado por mim, entendeu? – Entendi perfeitamente. – Quando completar um ano você retornará pra que a gente verifique o resultado. Mas, lembre-se que atividade física e dieta são como escovar os dentes e tomar banho, devem ser realizadas hodiernamente, do contrário você não emagrecerá.

Resultado, depois de um ano fazendo atividade física e dieta alimentar, Jacira perdera vinte quilos. Foi tudo muito simples! E mais simples ainda foi a mudança de vida que a jovem Jacira implantou na sua vida! Continuou frequentando o Mar Aberto com outra disciplina, sem ingerir bebida alcoólica, que levou os seus jovens amigos a aderirem ao seu modus vivendi. Jacira passou a ser uma garota admirada por todos pela sua determinação de perder peso corporal através de dieta alimentar e prática regular de exercícios físicos. Sua saúde agradeceu.

No carnaval seu bloco cantava na Avenida assim: Bebida alcoólica não é recomendável/ atrapalha a vida ser saudável/ se voltar a inchar o seu tecido adiposo, você voltará a engordar de novo/ cuide da mente/ faça atividade física regularmente/ não descuide da dieta alimentar meu irmão/ lembre-se que precisa apenas ter DETERMINAÇÃO…

Gustavo Cezar do Amaral Kruschewsky  – Professor e Advogado.

Conjugando o verbo locupletar

De Mohammad Padilha

Isso não ocorre apenas em São Paulo e Brasília, predomina em todo Brasil. Os desvios de conduta, as roubalheiras, etc.; deixaram de constituir ocorrências episódicas e passaram a predominar como metodologia única no exercício e pratica políticas. A política brasileira como julga alguns, não vive um momento atípico; conforme demonstram o estranhamento e a indignação de todos os brasileiros com fatos recentes reprisados da nossa história. Apropriar-se de forma espúria do erário público em benefício próprio, passou a ser tão trivial quanto registrar uma candidatura no TRE: Apenas uma candidatura! Nada se perde. Estamos vivenciando um estado de consensualidade, condescendência e mútuas tolerâncias que, juntas, tornam impossível separar réus de vítimas; acho que somos todos, povo e políticos, os réus na materialidade desses delitos.

Estamos todos no mesmo bloco em que anunciava o nosso craque Gerson, na propaganda dos cigarros Clássicos: “Brasileiro gosta de levar vantagem em tudo, certo?”. As “vantagens”, continuadas estão custando-nos muito caro! Vê-se nitidamente, a desagregação que resulta no apodrecimento moral e ético que atinge uma classe em especial, a dos políticos. Fomentam o descrédito que acomete os brasileiros com relação aos institutos legais do Estado, representados pelo legislativo, executivo e judiciário. Diante de tanta delinquência institucionalizada; alforriadas autoatribuídas; “imunidades e foros especiais”, indulgências genéricas e impunidades. Nesse sumidouro imoral, o brasileiro vê-se como cidadão de segunda categoria quando afere e se dá conta da desimportância com que o estado de direito encara seus valores morais, sua idoneidade, sua integridade jurídica, seus direitos constitucionais, sua moral coletiva… :: LEIA MAIS »

Escrever: a terapia da razão

Por Mohammad Padilha

Não é incomum para quem escreve ver-se compelido pela necessidade de escrever e de produzir muito e depressa. Sairmos da letargia e, lentamente mirarmos as palavras como se fossem flechas que devam atingir certeiras os alvos cernes das emoções, e que nenhuma delas caia sobre o barro ou a pedra onde não ecoam compreensão e sentimentos.

Para escrever rápido e fluente é preciso termos pensado muito sobre o tema, ter debruçado sobre as ideias inspiradoras, termos levado o assunto ao passeio, ao banheiro, ao barzinho, ao restaurante e até às vezes à casa da namorada. Já dizia E. Delacroix enquanto degustava palavras; “A arte é uma coisa tão ideal e tão fugitiva que as ferramentas nunca são bastante apropriadas nem os meios bastante expeditos”. E isso acontece na literatura tanto quanto na pintura, no cinzelar de uma escultura quanto ao escrever uma partitura musical.

Algumas pessoas que conheço e que escrevem por impulso, por necessidade, por profissão, começam por carregar montes de papéis, rabiscos e esboços imaginários escritos sobre quase tudo que lhes ofereça uma face plana ou flexível. Eles chamam isso de cobrir sua tela; as tintas que as preenchem são o imaginário das palavras com a coerência e harmonia das razões. Essa operação confusa tem por objetivo não se perder nada daquilo que intuíram no esboço mentalizado com todos os elementos literários. Mas ainda assim, depois de lerem, relerem, copiarem, seus criadores, compulsivos, ficam cortando, podando, reinserindo e desbastando palavras e os ímpetos das emoções que elas infligirão àqueles que as lerem. Mesmo que o resultado seja considerado excelente e satisfatório, todos continuam abusando do tempo e do talento como se fosse algo inexaurível em busca da perfeição. :: LEIA MAIS »

DIVISÃO DOS ELEITORES

Por Gustavo Kruschewsky

Tentar-se-á neste comentário fazer uma dicotomia do perfil de eleitores no Brasil. Não é tão difícil como parece. Alguém dissera com muita propriedade que “a massa é uma idiota útil”, referindo-se talvez às pessoas que estão vivendo na extrema pobreza. Esta referência aponta seres “humanos” que, nas eleições, demonstram a sua “utilidade”. Só são úteis para outorgar seus votos aos candidatos sedentos para ocupar o “poder político”. Quem são os culpados pela proliferação da massa no Brasil? A resposta é óbvia: São muitas elites estabelecidas no nosso país. A maioria da própria classe “política” é uma delas. Principalmente pela omissão. Isto é histórico, lamentavelmente!

Há diferença entre a massa e o povo? O octogenário Carlos Heitor Cony assim se posiciona: “Pode parecer um paradoxo, mas há o povo e há a massa. Povo é o conjunto que inclui pobres e ricos, patrões e empregados, banqueiros e bancários, bons e maus cidadãos. Massa é a pasta informe, de gente marginalizada pelo sistema sócio-econômico vigorante em todos os países, com uma outra pontuação diferente, mas com o eixo comum da injustiça social, em muitos casos, como o nosso, levada aos extremos”. Prossegue o nobre romancista e cronista: “A culpa da elite é exatamente essa. Cria e mantém a massa que se distingue do povo, guardando-a para pasto da demagogia, munição que abastece os tiranos, os corruptos ou cúmplices da corrupção”. :: LEIA MAIS »

Sociedades Lobianas

Por Gustavo Kruschewsky

Carnificina, prato que os lobos gostam, é causada também por muitos “governantes” infiltrados na “política”. São fatos semelhantes aos vandalismos e crimes hediondos que ocorreram no passado e ocorrem agora no presente, aqui e alhures, guardando as devidas proporções. Dá-se como exemplo a carnificina com o objetivo de criar uma pseudo “nova ordem europeia”, nos idos do início a meados do século vinte, que se espalhou por todo sistema terrestre sob o comando da Alemanha nazista liderada por Hitler. O seu “governo” pregou ostensivamente orientações e ensinamentos doutrinários para que os jovens tivessem uma vida típica de Esparta a fim de serem inseridos nas forças armadas da sociedade “lobiana” instituída, criando-se, a partir da República Alemã, um verdadeiro monopólio nazista, perseguindo e matando muitos Judeus de todas as idades e instituindo-se de forma desumana ou lobiana uma “disciplina coletiva baseada na discriminação racial”.

Aquele mal implantado pelos nazistas pegou, levando a contendas que causaram matanças encampadas pela então Alemanha contra muitos países, notadamente a França, Polônia, Rússia, Prússia e Grã Bretanha. Outro exemplo é Cuba, ( país que não se curou) chamado oficialmente de República de Cuba, “governado” pelos “poderosos” Castros. Ninguém sabe como será o seu destino, depois do passamento do poderoso mor FIDEL CASTRO. Tem-se notícias de que o “sistema” por lá, e isso é fato histórico, continua a enquadrar as pessoas verdadeiramente humanas a um regime de proibição, reduzindo-as neste sistema implantado, que não deixa de ser um tipo perverso de sistema lobiano, impondo um regime de subserviência e sub pessoalidade, adstrita à inferioridade e muitas vezes levando à supressão de vidas com regras do “Estado” estabelecidas, indo da falta total de liberdade ao amargor de muitas necessidades humanas. Claro, tudo isso leva ao sofrimento, enfermidade e ao óbito, condições que nenhum ser verdadeiramente humano merece passar. :: LEIA MAIS »

As delações políticas e os contos

Por Mohammad Padilha

Quando leio as notícias da Operação Lava jato, bem como alguns ensaios políticos do grande ficcionista e intelectual Luiz Inácio; dá-se comigo as mesmas angustias de quando deito a ler os Textos Selecionados – mais conhecidos por Delações Premiadas – dos intuitivos ladrões da República de São Saruê, nosso deflorado e extorquido Brasil. Claro, falta aos textos, romance, paixões sublimes ao estilo shakespeariano e sobram lascívias e luxúrias carnais untadas pelo sêmen podre da ganancia pelos valores materiais, esputos que embalam a retórica dos eloquentes instintos dos nossos inventivos representantes políticos quando, de lá dos altos púlpitos da nação, manipulam sábios as massas marionetes.

A Flauta Mágica (original em alemão Die Zauberflöte) é uma ópera em dois atos de Wolfgang Amadeus Mozart, que nossos políticos tocam sôfregos como bronha no falo em “allegro ma non troppo un poco maestoso”, prolongando o gozo por conta da tolerância casmurra da população brasileira pasmada de quatro sob o condescendente olhar da justiça… :: LEIA MAIS »

Mesmo sem novo Pacto Federativo, pra frente Ilhéus

Por Gustavo  Kruschewsky

A Constituição da República Federativa do Brasil prevê do artigo 145 ao artigo 169, que ainda estão a viger, a questão do Sistema Tributário Nacional desde o Advento da Constituição “cidadã” criada em 1988. As regras se referem às limitações do poder de tributar de cada ente da federação, dos impostos que vão para o cofre da união, dos impostos dos Estados e do Distrito Federal, da repartição das receitas tributárias entre União, Estados e Municípios, das finanças públicas e dos orçamentos. Todo cidadão e cidadã brasileiros deveriam se inteirar dessas regras constitucionais e levar para discussões de forma organizada, criando ideias reformulativas desses institutos. Afinal de contas o “Poder” emana do povo e em seu nome será exercido. Já dizia Álvaro Vandelli Filho: “Os direitos fundamentais precisam estar presentes não apenas em leis, mas na consciência política dos cidadãos”.

Esse Pacto Federativo na Constituição de 1988 precisa ser revisado e reformulado em alguns pontos importantes, devendo ser agilizadas as discussões na Câmara e no Senado da República da PEC – Projeto de Emenda à Constituição Federal, já em andamento, que vem tratando de Novo Pacto Federativo do Sistema Tributário Nacional. Se nós temos no Brasil do ponto de vista de Federação uma tripartição – União, Estados e Municípios – que se beneficia  com o dinheiro do povo e esse povo vive basicamente nos Estados Municipais, é injusto que esse próprio povo, que é a maioria, seja beneficiado com a menor parte da arrecadação que vai para os cofres da União. :: LEIA MAIS »

História do nome de Família Kruschewsky ( Kruszewski)

Por Gustavo  Kruschewsky

Hoje eu publico um “achado” sobre a origem do nome de “family” (família) Kruschewsky (Kruszewski), fonte de uma Companhia Alemã sediada em Kosovo. Pesquisa encomendada pelo meu nobre filho Gustavo. Vale dizer que “a recuperação do Kosovo era uma das metas fundamentais dos Estados Unidos”.

O referido jovem (meu primeiro filho), era, à época, Sargento do Exército Americano e teve o mister de fazer várias viagens, junto a outros militares, em missão de “pacificação”, a exemplo de se fixar junto a Corporações do Exército Americano – defendendo a Bandeira Norte Americana – no período de um ano, (pasmem, logo em que lugar) no território IRAQUIANO.

Meu filho ingressou no Exército Americano, sem a ouvida opiniosa do seu velho pai, aos 18 anos. São os arrufos da tenra idade que levam a procedimento desta natureza. Mas, tudo correu bem! Graças a Deus! É um bravo! Está de parabéns! Teve uma brilhante carreira. Como dizia o saudoso colega e amigo irmão Dr. Wilson Rosa da Silva, referindo-se ao meu filho Gustavo: “Garoto de grande história de vida”… Apenas atrasou os seus estudos universitários. Porém, como dizia meu saudoso pai, seu avô, “nunca é tarde para estudar”. :: LEIA MAIS »

Os mesmos temperos na dose certa: Ilhéus, Sabor Ilhéus!

Por Aldircemiro Duarte (Mirinho)

A comida preparada com os mesmos temperos por mãos diferentes tem sabores diferentes, pois, cada mão tem uma dosagem do tempero no preparo da comida, para mais, para menos, ou na medida certa, é o que faz a diferença no sabor e cairá ou não na preferencia de quem a saboreia.

É fato notório e já publicizado que alguns dos nomes indicados para assumir o secretariado do governo Mário Alexandre/Nazal atuaram em governos pretéritos mal sucedidos, por isso, tais nomes não foram bem recepcionados por parcela da sociedade que com razão, descrente e diante de tanto dezêlo e desmando com a “res” pública, quer ver a coisa funcionar de imediato num tilintar de dedos, num piscar de olhos.

Todos nós ansiamos que a nossa Ilhéus mendiga, maltratada e maltrapilha de hoje, seja ressuscitada, rejuvenescida e reconduzida como dantes, ao seu trono de Princesinha do Sul. :: LEIA MAIS »

Reforma da Previdência: Um projeto que arrocha o Jovem e mata o “Véio”

Por Aldircemiro Duarte (Mirinho)

mirinhoSe não assumirmos a parte da culpa que nos cabe pelo sistema podre e “escravomocrata” imperante no país, perderemos a oportunidade de fazermos a grande faxina moral, incinerando todo o lixo acumulado, há anos, sob os tapetes dos suntuosos palácios das nossas Instituições e Poderes. Não sejamos hipócritas apontando o nosso dedo para outrem, somente para eximirmo-nos de culpa, porque votou em branco, nulificou o seu voto, ou o seu candidato não foi eleito, como uma forma de justificar que não contribuiu para com a corrupção desenfreada que está nos levando ladeira abaixo, “na banguela”, rumo ao fundo do poço, posto que, em qualquer das hipóteses aventadas de votar ou não votar, de votar certo, ou votar errado, o voto, ainda é um instrumento de medição da nossa capacidade e do nível de consciência de um povo em relação ao seu país. Nós somos a cara dos políticos que nos representa.

Errar não é pecado, mas, se não corrigirmos os nossos erros não teremos espaços para a esperança de mudar. As eleições de 2018 estão batendo às nossas portas e os seus resultados dirão se teremos “um Brasil de cara nova”, ou, se apenas, optamos por fazer alguns retoques na maquiagem, para enganarmos a nós mesmos, porque, político corrupto é como um assassino irrecuperável, só que contra este já se defende até pena de morte, enquanto, para aquele, o voto é o seu julgamento e o mandato é a sua pena, como a aposentadoria compulsória é o castigo que se aplica ao juiz iníquo, improbo, corrupto.

Mas, a nós, o povo, nos resta até as eleições, o direito de espernear, então, por que não espernearmos nas ruas, organizadamente, de logo, contra a Reforma da Previdência? :: LEIA MAIS »

maio 2017
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